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Recesso de fim de ano

Dezembro 20, 2022

Comunicamos que o Arquivo Histórico de Mariana,estará em recesso no período do dia 22/12/2022 ao dia 06/01/2023,

e retornaremos as atividades no dia 09/01/2023(segunda-feira).Agradecemos a compreensão de todos.

Tenhamos todos um feliz Natal e prospero ano novo.

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Ponto Facultativo dia 15/08/2022

Agosto 12, 2022
O Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Mariana informa que no dia 15/08/2022 estará fechado, devido ao ponto facultativo em virtude das celebrações em honra à Nossa Senhora da Lapa.

Seleção para voluntários e bolsista para o projeto Arquivo Aberto do AHCMM

Fevereiro 24, 2022
Estarão abertas as incrições para seleção de voluntários e bolsistas para o projeto Arquivo Aberto do AHCM. O edital ofertará uma (01) vaga para bolsista e dez (10) vagas para voluntários. As inscrições deverão ser enviadas para o e-mail: arquivohistoricocmm@yahoo.com.br de 25/02/2022 até as 23:59 do dia 09/03/2022.Para mais informações confira o edital  abaixo. Read more about Seleção para voluntários e bolsista para o projeto Arquivo Aberto do AHCMM
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Postagens Recentes

O DESTINO DOS EXPOSTOS: TRAJETÓRIA SOCIAL DE CRIANÇAS ABANDONADAS EM MARIANA, 1800-1839
CÍNTIA FERREIRA ARAÚJO. 2002. “O DESTINO DOS EXPOSTOS: TRAJETÓRIA SOCIAL DE CRIANÇAS ABANDONADAS EM MARIANA, 1800-1839.” Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP, Pp. 0-50.Abstract
Monografia de Bacharelado, em História Social, apoiada na metodologia
demográfica que analisa o destino de crianças abandonadas (expostas ou
enjeitadas), em Mariana entre 1800 a 1839. Procuramos analisar, principalmente,
o destino das crianças após completarem o sétimo aniversário, quando, segundo a
legislação, findava o auxílio pago pela Câmara Municipal as criadeiras. E, as
crianças, a partir de então, deveriam ser responsáveis pelo próprio sustento.
O estudo desse tema procura analisar o exposto e o domicílio que o
acolheu, indicando se ele voltava ao circuito do abandono ou se passava a
pertencer à família criadeira, na forma de agregado. Essa análise nos permitiu,
dessa maneira, investigar as formas de exploração do trabalho infantil no Brasil
do século XIX.
Com os dados levantados, constatamos que o abandono consistia em uma
forma de ruptura familiar e que, a morte, era o destino mais provável da maioria
das crianças enjeitadas. O pequeno grupo que conseguia resistir à alta taxa de
mortalidade, e sobreviver aos sete anos, acabava por se integrar às famílias
criadeiras, ou em outras famílias, na forma de agregado, constituindo parte
importante da força de trabalho dos domicílios. O abandono de crianças
funcionou como um dos mecanismos sociais que levava à multiplicação de
agregados nas sociedades coloniais.