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AHCMM participa da 4° Semana Nacional de Arquivos

Agosto 13, 2020

O Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Mariana participou da programação da 4° Semana Nacional de Arquivos, organizada pelo Arquivo Nacional e pela Fundação Casa de Rui Barbosa, com o debate "O Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Mariana e os 300 anos da capitania de Minas Gerais" entre alguns ex-coordenadores e professores do Departamento de História da UFOP. 

Prof. Dr. Marco Antonio Silveira, Profa. Dra. Claudia Chaves, Prof. Dr. Francisco Andrade e Prof. Dr. Álvaro Antunes foram os convidados expositores. Contamos com mais de 100 inscrições de toda parte...

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alunos PUC-MG

Visita dos alunos da Pontifícia Universidade Católica ( PUC- MG)

Novembro 1, 2019
Nos dias 24 e 31 de Outubro, o Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Mariana recebeu os alunos do professor Caio Boschi, do curso de graduação em História da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG),  que puderam conhecer um pouco do acervo e do trabalho de tratamento documental realizado pela equipe de funcionários, bolsistas e voluntários.
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O DESTINO DOS EXPOSTOS: TRAJETÓRIA SOCIAL DE CRIANÇAS ABANDONADAS EM MARIANA, 1800-1839
CÍNTIA FERREIRA ARAÚJO. 2002. “O DESTINO DOS EXPOSTOS: TRAJETÓRIA SOCIAL DE CRIANÇAS ABANDONADAS EM MARIANA, 1800-1839.” Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP, Pp. 0-50.Abstract
Monografia de Bacharelado, em História Social, apoiada na metodologia
demográfica que analisa o destino de crianças abandonadas (expostas ou
enjeitadas), em Mariana entre 1800 a 1839. Procuramos analisar, principalmente,
o destino das crianças após completarem o sétimo aniversário, quando, segundo a
legislação, findava o auxílio pago pela Câmara Municipal as criadeiras. E, as
crianças, a partir de então, deveriam ser responsáveis pelo próprio sustento.
O estudo desse tema procura analisar o exposto e o domicílio que o
acolheu, indicando se ele voltava ao circuito do abandono ou se passava a
pertencer à família criadeira, na forma de agregado. Essa análise nos permitiu,
dessa maneira, investigar as formas de exploração do trabalho infantil no Brasil
do século XIX.
Com os dados levantados, constatamos que o abandono consistia em uma
forma de ruptura familiar e que, a morte, era o destino mais provável da maioria
das crianças enjeitadas. O pequeno grupo que conseguia resistir à alta taxa de
mortalidade, e sobreviver aos sete anos, acabava por se integrar às famílias
criadeiras, ou em outras famílias, na forma de agregado, constituindo parte
importante da força de trabalho dos domicílios. O abandono de crianças
funcionou como um dos mecanismos sociais que levava à multiplicação de
agregados nas sociedades coloniais.