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alunos PUC-MG

Visita dos alunos da Pontifícia Universidade Católica ( PUC- MG)

Novembro 1, 2019
Nos dias 24 e 31 de Outubro, o Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Mariana recebeu os alunos do professor Caio Boschi, do curso de graduação em História da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG),  que puderam conhecer um pouco do acervo e do trabalho de tratamento documental realizado pela equipe de funcionários, bolsistas e voluntários.
Alunos da Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

Visita dos alunos da Universidade do Estado da Bahia ( UNEB)

Outubro 17, 2019
Foi com satisfação que o Arquivo Histórico da Câmara Municipal de Mariana recebeu no dia 23 de agosto os estudantes do curso de História da Universidade do Estado da Bahia (UNEB/Campus Teixeira de Freitas). Os alunos conheceram um pouco da história da cidade de Mariana, além de acompanhar as atividades de organização e conservação do acervo, e exercitar a leitura paleográfica dos documentos realizada com apoio da equipe do Arquivo. 
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O DESTINO DOS EXPOSTOS: TRAJETÓRIA SOCIAL DE CRIANÇAS ABANDONADAS EM MARIANA, 1800-1839
CÍNTIA FERREIRA ARAÚJO. 2002. “O DESTINO DOS EXPOSTOS: TRAJETÓRIA SOCIAL DE CRIANÇAS ABANDONADAS EM MARIANA, 1800-1839.” Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP, Pp. 0-50.Abstract
Monografia de Bacharelado, em História Social, apoiada na metodologia
demográfica que analisa o destino de crianças abandonadas (expostas ou
enjeitadas), em Mariana entre 1800 a 1839. Procuramos analisar, principalmente,
o destino das crianças após completarem o sétimo aniversário, quando, segundo a
legislação, findava o auxílio pago pela Câmara Municipal as criadeiras. E, as
crianças, a partir de então, deveriam ser responsáveis pelo próprio sustento.
O estudo desse tema procura analisar o exposto e o domicílio que o
acolheu, indicando se ele voltava ao circuito do abandono ou se passava a
pertencer à família criadeira, na forma de agregado. Essa análise nos permitiu,
dessa maneira, investigar as formas de exploração do trabalho infantil no Brasil
do século XIX.
Com os dados levantados, constatamos que o abandono consistia em uma
forma de ruptura familiar e que, a morte, era o destino mais provável da maioria
das crianças enjeitadas. O pequeno grupo que conseguia resistir à alta taxa de
mortalidade, e sobreviver aos sete anos, acabava por se integrar às famílias
criadeiras, ou em outras famílias, na forma de agregado, constituindo parte
importante da força de trabalho dos domicílios. O abandono de crianças
funcionou como um dos mecanismos sociais que levava à multiplicação de
agregados nas sociedades coloniais.