<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Juliana Soares de Resende Santos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A biopolítica das letras: os discursos sobre educação e instrução no Termo de Mariana. (1827 &amp;ndash; 1835).</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-31</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JULIA ANTAS DOS SANTOS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A CONDIÇÃO DO NEGRO NA HISTÓRIA DO BRASIL: UMA ANÁLISE SOBRE OS MANUAIS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA E SUA INTERFACE COM ENSINO DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRODESCEDENTE PÓS PROMULGAÇÃO DA LEI 10.639/03.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo, investigar sobrerepresentação do Negro nos livros didáticos no tocante a constituição da sociedade brasileira, com base na implementação da Lei 10.639/03. De acordo com o objetivo, se pergunta: quais são os elementos norteadores da cultura negra que estão presentes nos manuais didáticos de História no Ensino Fundamental? Pensando no Ensino da História, como o Livro Didático possibilita a compreensão dos sujeitos sobre a realidade históricacultural do Negro no Brasil? A pesquisa será de cunho qualitativoquantitativo, embasada nos referenciais do Materialismo Histórico Dialético, como eixo central da produção e utilizara algumas Coleções Didáticas para o levantamento das fontes primárias. Tem-se como hipótese que a proposição da Lei, no tocante a utilização do conceito Afro-brasileiro, ainda perpetua discursos ideológicos sobre o lugar do Negro na sociedade brasileira, o que reverbera a desigualdade racial e social no Brasil. Espera-se como esta pesquisa contribuir com a análise crítica sobre: a História do Negro no Brasil; seus desdobramentos ideológicos no tocante a formação da população negra; a proposta emancipadora das relações étnico-raciais no país; a concepção ideológica da educação do negro proposta nos livros didáticos de História.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JULIA ANTAS DOS SANTOS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A CONDIÇÃO DO NEGRO NA HISTÓRIA DO BRASIL: UMA ANÁLISE SOBRE OS MANUAIS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA E SUA INTERFACE COM ENSINO DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRODESCEDENTE PÓS PROMULGAÇÃO DA LEI 10.639/03.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-77</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo, investigar sobre a representação do Negro nos livros didáticos no tocante a constituição da sociedade brasileira, com base na implementação da Lei 10.639/03. De acordo com o objetivo, se pergunta: quais são os elementos norteadores da cultura negra que estão presentes nos manuais didáticos de História no Ensino Fundamental? Pensando no Ensino da História, como o Livro Didático possibilita a compreensão dos sujeitos sobre a realidade histórica e cultural do Negro no Brasil? A pesquisa será de cunho qualitativo e quantitativo, embasada nos referenciais do Materialismo Histórico Dialético, como eixo central da produção e utilizara algumas Coleções Didáticas para o levantamento das fontes primárias. Tem-se como hipótese que a proposição da Lei, no tocante a utilização do conceito Afro-brasileiro, ainda perpetua discursos ideológicos sobre o lugar do Negro na sociedade brasileira, o que reverbera a desigualdade racial e social no Brasil. Espera-se como esta pesquisa contribuir com a análise crítica sobre: a História do Negro no Brasil; seus desdobramentos ideológicos no tocante a formação da população negra; a proposta emancipadora das relações étnico-raciais no país; a concepção ideológica da educação do negro proposta nos livros didáticos de História.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CAROLINE COELHO FERNANDES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CRISTIANISMO E IMAGEM NO IMPÉRIO BIZANTINO, SÉCULOS VIII e IX.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O período iconoclasta (726-843) foi uma luta em torno das imagens religiosas no Oriente Medieval que culminou na destruição das mesmas em prol de uma purificação do cristianismo. Essa batalha de mais de um século teve uma pausa com o restabelecimento do culto das imagens em 787, com o retorno da iconoclastia anos mais tarde, em 815, sendorestabelecimento definitivo do culto das imagens, o chamado “Triunfo da Ortodoxia” somente em 843. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é tentar compreender por que ocorreu no Império Bizantino essa luta em torno das imagens sendo os bizantinos tão ligados ao culto das mesmas, e, também tentar entender o papel da imagem nos contextos político e religioso, pensando na importância dos ícones não somente para os bizantinos, mas também paracultura cristã. Para isso, usaremos das Atas do Patriarcado de Constantinopla e dos escritos teológicos deixados por aqueles que defendiam e por aqueles que rejeitavam as imagens. Assim, é possível perceber o iconoclasmo bizantino enquanto um fenômeno de cunho não somente religioso, mas também político, que partiu de uma iniciativa imperial. Além disso, podemos também perceber as imagens enquanto um mecanismo de poder que atende aos diversos interesses.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">STEPHANIE MARTINS DE SOUSA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A descrição dos Godos e a justificativa para as guerras de reconquistado imperador Justiniano na Península Itálica (535-554) na obra de Procópio de Cesareia.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-40</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Procópio de Cesareia (490-562) foi um historiador bizantino que escreveu a coleção de livros intitulada História das Guerras. Nessas obras são narradas as guerras de reconquista promovidas pelo imperado Justiniano (527-565) no século VI. Pretendo analisar como Procópio de Cesareia descreve os godos na sua obra Guerra Góticacomo, através dessas caracterizações, ele justifica as campanhas de Justiniano na Península Itálica. Destaco na obra a importância do Cristianismo como principal argumento diferenciador entre os godos e os romanos e como ele utiliza a religião como uma justificativa para os eventos militares ocorridos na Itália entre 535 e 554. Para isso, vou analisar uma possível construção de uma identidade cristã romana frente a uma identidade herege para os godos, que após adotarem o arianismo, em vez do cristianismo ortodoxo, isto é, tal como definido pelos concílios, asseguraram uma identidade separada das demais no império.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Letícia Silva Batista</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DIÁLOGO ALÉM-MAR: O PADRÃO DO CONSUMO DE TECIDOS NOS INVENTÁRIOS POST-MORTEM DE VILA RICA EM RELAÇÃO À PRODUÇÃO E CONSUMO TÊXTIL EUROPEIA (1760 &amp;ndash; 1820)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-55</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A presente monografia pretende compreender o padrão de consumo de tecidos pela sociedade de Vila Rica dentre as décadas de 1760 e 1820 através dos Inventários Post-mortem do Primeiro e Segundo Ofício do Arquivo da Casa do Pilar, localizado em Ouro Preto. Proposta tal que surgiu a partir de uma vasta discussão historiográfica sobre as transformações sociais, econômicas e políticas na Europa setecentista. Dentre elas, a produção têxtil algodoeira inglesa e a renovação do conceito de moda na França atrai nossos olhares para o quanto se comunicavam e, além disso, para o quanto tinham a ver com o crescente mercado além-mar. A partir dessa constatação o intuito foi compreender Vila Rica à luz desse momento singular europeu e, paralelamente, compreender a realidade social e econômica dessa, afim de traçar comparações com o contexto de mudanças e transformações da Europa Moderna e a realidade econômica e social vilarriquenha no findar do século XVIII e início do XIX. Para tal, os inventários foram a fonte quista dessa pesquisa. Neles atentou-se sobre os bens têxteis arrolados a fim de compreender o que e como aquela sociedade consumia esse tipo de produto comparando-se com a produção inglesa e alguns parâmetros da moda francesa.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Vinícius de Souza</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A experiência da história nos artigos de Torres Homem da revista Niterói</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-33</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O trabalho é uma investigação acerca da experiência da história passível de ser apreendida&lt;br&gt;nos artigos que Francisco de Sales Torres Homem, político e publicista do Brasil Imperial, publicou na revista Niterói, em 1836. São apresentados dados contextuais pertinentes ao propósito da pesquisa e como Torres Homem se insere, enquanto romântico da ilha de letrados, na conjuntura do processo de constituição da consciência nacional brasileira, que só se consolida no decênio de 1840 a 1850. Nesse sentido, é exposto como a primeira geração romântica do Brasil, da qual Torres Homem fez parte, é representativa da ambiência que se edifica na década de 1830, quando passa a se afigurar a necessidade de um redimensionamento conceitual que correspondesse ao clima político e social da Regênciaque respondesse à coexistência de distintas alternativas de futuro e diferentes interpretações do passado.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Deisiane Pereira Carlos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Gênero, Mulher e Viuvez: As Mulheres nas Minas Gerais (1760-1840)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-31</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho tem como objetivo discutir a organização e a forma como essas mulheres escreveram sua história nas Minas Gerais. Buscamos aqui traçar de forma sintetizada, um quadro geral do que essas mulheres vivenciaram, do núcleo à frente do comando de seus lares, até casos onde identificamos mulheres que gerenciaram os negócios de suas famílias. Visamos quebrar os estigmas referentes à situação feminina dos séculos XVIII e XIX, ondeimagem predominante eram das mulheres relegadas as atividades domésticas e as obrigações familiares. Apoiados por trabalhos pioneiros que se encontram aqui referenciados, discorreremos sobre a condição dessas mulheres perante a sociedade, na tentativa de conceituar a vida delas nesse período, quebrando esses estigmas. Além de uma bibliografia pautada para a escrita do trabalho, contamos com uma documentação, que constitui tema para a minha dissertação de mestrado, o estudo de caso de uma viúva, que irá nos ajudar a compor o nosso texto. A documentação analisada é formada por correspondências pessoais, recibos de compra e venda, testamentos, inventários, entre outros, o que permitiu vislumbrar aspectos das relações comerciais da viúva. Procuramos ainda realizar uma abordagem geral, traçando o perfil das mulheres que viveram nas Minas entre os séculos XVIII e XIX.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Pedro Henrique Montebello Pereira Martins</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">HISTÓRIA E EDUCAÇÃO: A Configuração Histórica do Bairro Santo Antônio e Seus Reflexosna Escola Municipal Wilson Pimenta Ferreira</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-43</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho tem por objetivo explicar as possíveis causas do sucateamento do ensino na Escola Municipal Wilson Pimenta Ferreira. Esta escola, situada em Mariana, interior de Minas Gerais, sofre as consequências de péssimas gestões e desestruturação há anos. Com base na experiência de estágio vivenciada nesta instituição escolar e na pesquisa histórica sobre o processo de ocupação do bairro em que a instituição se encontra (bairro Santo Antônio), tentaremos explicar os diversos fatores que contribuíram para a marginalização da escola e da comunidade em que está inserida.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JOSÉ GUSTAVO ALMEIDA DA SILVA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">INSTRUÇÃO FEMININA E FORMAÇÃO DOCENTE: A ESCOLA NORMAL DO COLÉGIO PROVIDÊNCIA, EM MARIANA &amp;ndash; MG (1906 &amp;ndash; 1930)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho se compõe sobre as abordagens de estudos referentes à história das instituições escolares e formação docente, sobretudo a formação do professor e suas respectivas instituições e agências formadoras, tendo como especificidade a formação atribuída à Escola Normal brasileira, no início da República. Tendo como objeto de estudos a Escola Normal do Colégio Providência, em Mariana – MG, buscamos compreender a importância que essa instituição teve para o projeto educacional atribuído à cidade e qual sua relação com as demais escolas normais do país, a partir de sua atuação nas três primeiras décadas do século XX (1906-1930), momento de apogeu da Escola Normal no Brasil. Orientado teórico-metodologicamente a partir da ampla bibliografia referente ao tema e seguindo os pressupostos de uma pesquisa sócio- histórica referente ao plano educacional brasileiro desse período, consideramosorganização de um projeto para a História da Educação que parte de uma concepção mais extensa (nacional, estadual) e chega-se ao âmbito particular (regional, municipal, institucional). Partindo da literatura sobre o tema e dos poucos documentos aos quais tivemos acesso no interior do Colégio, orientamos os estudos a partir da primeira reforma educacional mineira no século XX (Reforma João Pinheiro), buscamos conferir a identidade presente no curso normal do Colégio Providência e sua instituição, bem como de suas alunas e professoras, dando maior ênfase à formação de professora como formação da mulher para a vivência e atuação na sociedade republicana.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PEDRO HENRIQUE RODRIGUES MAGRI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A INTERFERÊNCIA NORTE-AMERICANA NA IMPRENSA BRASILEIRA: O CASO DOJORNAL A NOITE</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-49</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho pretende construir novos argumentos que reforçam as teses amplamente difundas por Renè Dreifuss e Carlos Fico sobre a fundamental participação norte-americana na preparação do cenário político brasileiro nos anos que antecederam o golpe militar de 1964. Para tal tarefa, pretendo analisar algumas reportagens e colunas presentes no vespertino carioca A Noite, mostrando através desse jornal, como a imprensa carioca, por meio do IBAD, procurou manipular a opinião pública brasileira ao comprar a posição política de alguns jornais para fazer campanha contrária ao governo de João Goulart, e, dessa forma, atender diretamente aos interesses norte-americanos na América do Sul.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">FLÁVIO BARBARA REIS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&amp;ldquo;LUZ NO FUNDO DA TELA&amp;rdquo;: A LEGITIMAÇÃO DE TERRA ESTRANGEIRA E CENTRAL DO BRASIL COMO CONTRAPOSIÇÃO À INDÚSTRIA CULTURAL ATRAVÉS DA IMPRENSA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-43</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O cinema brasileiro quase viu o seu fim com a falta de incentivos estatais logo nos primeiros anos da década de 1990. Contudo, com a aprovação de leis de incentivo que foram criadas durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi possível um significativo aumento na produção cinematográfica brasileira. Nesse momento, os cinemas brasileiros receberam Terra Estrangeira e Central do Brasil, ambos do diretor Walter Salles Jr., dentre os filmes lançados nesse período. Eles foram bem recebidos pela crítica especializada e, principalmente, pelo público, tornando os filmes grandes sucessos dos anos 90. Neste trabalho, procuro identificar se as críticas escritas nesse período os identificavam como um novo cinema que estava surgindo no Brasil, se contrapondo à indústria cultural – pornografias e pornochanchadas – consolidada nas décadas de 1970 e 1980. Também procuro identificar um viés de crítica social e de construção da identidade nacional em ambos os filmes, discutindo assim a história do cinema brasileiro durante a década de 1990. Para isso, o trabalho utiliza como fontes os referidos filmes e as matérias e críticas dos respectivos longas- metragens que foram veiculadas na Revista Veja, no Jornal do Brasil e na Folha de São Paulo entre os anos de 1994 a 1999.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Andréa Sannazzaro Ribeiro</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&amp;ldquo;O Riso Nacional em Cena&amp;rdquo;. Martins Pena e a Comédia Romântica no oitocentos.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-51</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A obra de Martins Pena vai de 1833 a 1845 dessa forma, o estudo da produção teatral de Martins Pena mostra-se fecundo sob a luz dos acontecimentos de sua época, pois é capaz de proporcionar condições de possibilidade para a investigação da construção de um imaginário social no que concerne aos elementos constituintes da identidade nacional brasileira. Nas peças aqui trabalhadas questões como o tráfico negreiro, as festas populares, a criação dos juizados, revelam um teatro preocupado com os problemas do tempo presente. A comédia surge aqui pelo viés da crítica ao revelar vícios e desmazelas, entre a ordem e práticas da sociedade. Através de uma estética para uma sociedade que precisa ser tocada pela emoção para se civilizar, ideal central das artes no momento em que viveu, Pena buscou um teatro que colocasse a refletir através do riso. Deste modo O comediógrafo revela insatisfação para com a ordem social que contesta, o riso é reflexo do incomodo, e leva o seu público a pensar essa jovem nação ao expor tais elementos neste lugar de grande circularidade social, na capital do Império, o teatro.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PEDRO HENRIQUE DE MELLO RABELO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A MADRASTA GRÃ-BRETANHA: AS RELAÇÕES ANGLO-LUSAS E ANGLO-BRASILEIRAS NA CRISE DO ANTIGO REGIME PORTUGUÊS E NA FORMAÇÃO DO ESTADO NACIONAL BRASILEIRO (1796-1850)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-39</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este ensaio aborda questões que relativizam a ideia de que as relações anglo-lusasanglo-brasileiras foram marcadas por um total desequilíbrio na balança dos interesses político-econômicos a favor da Grã-Bretanha. Evidencia a existência de interesses político- econômicos de portugueses e brasileiros durante o processo de resistência à aceitação das pressões britânicas a favor da abolição do tráfico internacional de escravos. Tenta explicar as&lt;br&gt;diferenças existentes no desenvolvimento das relações anglo-lusas e anglo-brasileiras com caracterização das conjunturas de crise do Antigo Regime português e de formação do Estado Nacional brasileiro, nas quais tais diferenças estavam inseridas.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">WALQUIRIA DE REZENDE TOFANELLI ALVES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">NARRATIVA E MEMÓRIA LIBERAL NO REINADO DE D.MIGUEL I (1828-1834) As Memórias históricas de Joaquim da Silva Maia e o Processo Político de Jerônimo de Vasconcelos na Resistência ao Absolutismo em Portugal</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-46</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O reinado de D. Miguel I (1828-1834) visava restaurar uma sociedade de Antigo Regime dentro do modelo absolutista. Alguns autores destacam que durante seu reinado muitas prisões foram realizadas contra os que se opuseram à política vigente. Tendo em vista a repressão deste governo contra os liberais, estes últimos discordavam da suspensão da Constituição outorgada, em 1826 e reivindicavam o trono português em favor de D. Pedro IV e sua filha D. Maria II. Dessa maneira, foi iniciada na cidade do Porto, em maio de 1828, a Revolução de motivação liberal cuja finalidade era a de reestabelecer o constitucionalismo no país. Nesse movimento de resistência, vários dos regimentos de militares e demais setores da sociedade se envolveram na luta contrapolítica absolutista de D. Miguel I. Joaquim José da Silva Maia escreveu a partir de suas experiências na revolução, as “Memórias históricas, políticas e filosóficas da Revolução do Porto, em 1828” a fim de defender os constitucionais, por meio do registro de sua vivência, se dedicando também em descrever a difícil travessia dos emigrados, depois de contida a Revolução. Foi também por conta deste evento que Jerônimo de Vasconcelos foi preso, processado e acusado de crime político contra o rei por aceitar emprego na Junta “Rebelde” do Porto, onde aparece acusado de liderar as tropas ligeiras na cidade de Coimbra. Nossa investigação se centra não apenas no episódio do Porto, de 1828, mas especialmente na investigação documental apresentada, considerando a narrativa liberal e o processo político, na resistência ao absolutismo de D. Miguel.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">POLYANA CAMARGOS BARBOSA VIEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O ENSINO DE HISTÓRIA NO COMBATE AO PANOPTISMO INSINUADO NO COMPORTAMENTO BULLYING</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-50</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A prática de bullying e cyberbullying entre os alunos é, hoje, um dos maiores problemas vivenciados no espaço escolar. Tal modelo de violência simbólica e/ou física tem como objetivo, submeter certos indivíduos ou grupos a um padrão desejável pelos agressores, fazendo com que as vítimas sofram constantes humilhações tanto verbais quanto físicas. Este estudo tem como objetivo analisar tais acontecimentos e apontar como o bullying e o cyberbullying podem ser prejudiciais à formação dos indivíduos, tomando como base os estudos foucaultianos acerca das relações de poder que regem as sociedades ocidentais modernas, através do conceito de Panoptismo, criado pelo autor de “Vigiar e Punir: o nascimento da prisão” (1975). Nessa perspectiva, propõe que haja uma forma para que tais situações sejam revertidas, principalmente através do ensino de história, com a utilização do testemunho e do ensino intercultural - um modelo educacional que concebe as culturas em constante processo de construção e desconstrução, voltando-se, assim, para a interação e valorização das mais diferentes culturas presentes dentro de uma mesma sociedade.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Nívea Carolina Guimarães</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O movimento miguelista nas páginas do Aurora Fluminense (1828-1834)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-32</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho de monografia tem por finalidade investigar as referências ao movimento miguelista em um dos jornais de maior tiragem na capital do Império do Brasil, o Aurora Fluminense. O período compreendido nesta pesquisa, 1828 -1834, se mostra como momento de efervescência política no qual se destaca o papel da imprensa periódica em sua íntima ligação com a construção de um espaço de discussão pública. Quanto a Portugal, os anos de 1828 a 1834, momento em que D. Miguel assume o trono, se destacam pelos embates entre aqueles adeptos da antiga ordem e os que defendiam a Constituição. As ideias do grupo de apoio a D. Miguel, os miguelistas, repercutem no cenário internacional e, no caso do Brasil, são discutidas à luz do complexo processo de experimentação política, acima referido. Tendo por fonte o Jornal considerado pertencente à linha liberal moderada, busca-se compreendermiguelismo como movimento inserido no quadro amplo das doutrinas contrarrevolucionárias. Essa compreensão permite resgatar determinadas confluências que são importantes tanto para o entendimento do miguelismo, quanto de sua inserção nos debates políticos no Brasil. Esta pesquisa constitui uma oportunidade para se compreender as repercussões do movimento no Brasil, aspecto ainda pouco explorado pela historiografia.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">IURI NUNES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">OS SENTIDOS TEOLÓGICOS E POLÍTICOS DO SÉCULO I PARA A FIGURA HISTÓRICA DE JESUS</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-38</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O principal objetivo desta monografia consiste em compreender a relação existente entre o processo de representação da figura de Jesus e a realidade em que estava inserido, atentando para as possíveis influências entre essas duas dimensões. A partir de uma comparação entreEvangelho de Marcos e o Evangelho de Lucas, é possível evidenciar alguns sentidos teológicos e sociopolíticos presentes nas narrativas, em que se percebem as questões vivenciadas pelas comunidades pré-cristãs. Dessa forma, esta monografia coloca a figura de Jesus em meio às experiências plurais dos primeiros seguidores do movimento de Jesus.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">SAMANTHA BLAZIZZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A SEDUÇÃO IMPRESSA: OS SENTIDOS DA PUBLICIDADE DOS BENS DE CONSUMO DURÁVEIS NO JORNAL ÚLTIMA HORA (1955-1960)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-36</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este estudo tem a finalidade de analisar a publicidade de bens de consumo duráveis (carros, geladeiras, aparelhos de televisão, etc.) através das páginas do periódico Última Hora entre 1955 e 1960. Neste período, inicia-se uma onda de otimismo no Brasil em relação à sua modernização e a seu progresso acelerado, frutos do capitalismo em expansão, que no Brasil foi chamado de capitalismo tardio/retardatário. O chamado desenvolvimentismo, levado a cabo nos anos do governo Kubitschek, além de ampliar a penetração do capital estrangeiro, atuou no sentido de instalar indústrias de bens de capital e de bens de consumo duráveis no país. Uma série de produtos, que a população brasileira pouco ou nada conhecia, foi lançada no mercado; daí a necessidade de apresentá-los e envolvê-los numa aura sedutora através da imprensa. Nesse sentido, esta análise procurará entender quais métodos foram empregados pela publicidade para o convencimento dos consumidores, seja tocando em valores já presentes na sociedade, seja despertando novos desejos e ambições.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">VALÉRIA DAL CIM FERNANDES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">SOCIEDADE EM REDE E OS MOVIMENTOS SOCIAIS: O CASO DO MOVIMENTO PASSE LIVRE. (2005-2012)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-42</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente estudo teve como objetivo produzir e traduzir alguns sentidos do mundo contemporâneo. Mirando a cultura que emergiu nos últimos trinta anos, fortemente marcada pelo desenvolvimento da internet, investigamos as práticas políticas que despontaram na cena pública deste momento histórico. Nessa perspectiva, atentamos para os personagens que diagnosticaram e elaboraram propostas para a realidade social de seu tempo. Em especial, nos interessou a vivência dos militantes de um movimento brasileiro nascido neste meio, o Movimento Passe Livre (MPL). O texto reconstruiu a forma e conteúdo deste movimento social em sua relação com determinantes históricos, evidenciando a quebra de paradigmas no que tange as usuais formas de “fazer política”. De modo geral, o nosso esforço foi apresentar subsídios para o debate sobre o papel das novas tecnologias de informação e comunicação em relação à dinâmica interna dos movimentos sociais.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">AMANDA QUEIROZ MAGALHÃES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">TORTURA: UMA VISÃO ATRAVÉS DO SEMANÁRIO MOVIMENTO (1978-1979)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-56</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia analisa, a partir da imprensa periódica de caráter alternativo da qual o jornal Movimento faz parte, as maneiras pelas quais esse jornal atuou na oposição ao regime militar,&lt;br&gt;principalmente no aspecto referente à divulgação de reportagens que tratavam da torturaprocedimento que se tornou uma “política de estado” no período da ditadura militar no Brasil. Assim, vislumbrando o jornal Movimento como um espaço de debate, reflexão e denúncia onde, torturadores eram expostos e a prática da tortura era questionada, a proposta é investigar a partir das edições do periódico publicadas nos anos de 1978 e 1979, como o posicionamento e a estratégia jornalística de Movimento refletiram no processo de transição política do país.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LORRAINE MARILYN LEONEL</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Usos do passado e divulgação histórica: história e jornalismo na produçãode Aventuras na História (2010-2013).</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-39</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho tem por objetivo pensar a “curiosidade” pelos temas históricos e quais as relações com os dias atuais e com a dimensão do imaginário social acerca de alguns assuntos a partir da análise das publicações da revista Aventuras na História. O recorte a ser utilizado compreende o período de 2010 a 2013 e nesse sentido a intenção é mostrar como a história ainda exerce fascínio. A análise se pautou na forma da escrita, na produção, na linha editorial, na utilização das imagens e, sobretudo, nos profissionais que colaboram para a revista. Trata-se de pensar o debate a cerca da produção da história por historiadores e por jornalistas.&lt;/p&gt;</style></abstract></record></records></xml>