<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARIA FERNANDA NORONHA SERPA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O PASSADO E O FUTURO NO PRESENTE Um estudo de caso em uma comunidade do Santo Daime</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1995</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-101</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Ao fim de cada ano é fatal que as pessoas olhem para o &quot;tempo&quot;&lt;br&gt;observando e avaliando o ano que passou, como também planejando e&lt;br&gt;&quot;imaginando&quot; o próximo ano com suas transformações. Assim também&lt;br&gt;acontece ao fim de cada século, porém, com um pouco mais de expectativas e&lt;br&gt;esperanças de mudanças.&lt;br&gt;O final do século em que vivemos vem reforçar essas a t i t u d e s ,&lt;br&gt;s o b r e t u d o , p a r a a l g u n s g r u p o s sociaisque,conforme se pode&lt;br&gt;observar na sociedade, parecem se unir em torno da promessa de um&lt;br&gt;tempo escatológico-apocalíptico, que consiste na crença no final dos tempos após&lt;br&gt;mil anos da segunda vinda de Cristo,que seria o dia do juízo final, conforme&lt;br&gt;pregam algumas religiões.&lt;br&gt;Existe e fato, uma concepção de tempo que norteia a vida de alguns&lt;br&gt;indivíduos, preparando-os para o final do milênio? Responder a esse&lt;br&gt;questionamento, buscando a compreensão mais profunda dessa possível&lt;br&gt;concepção de tempo, comparada às formuladas ao longo da história, é o&lt;br&gt;objetivo maior deste estudo.&lt;br&gt;Para empreendê-lo realizamos um trabalho de campo na&lt;br&gt;comunidade do Matutu, localizada em Aiuruoca,&lt;br&gt;MG, doutrinária do Santo Daime. Para a análise das informações&lt;br&gt;colhidas nesse contexto/o trabalho compreende um marco teórico que se&lt;br&gt;constitui de uma breve abordagem das concepções de tempo formuladas ao&lt;br&gt;longo da história e análise das mesmas conforme, principalmente, as&lt;br&gt;classificações propostas por Le Goff (1984a,b) e Ricoeur(1978) que&lt;br&gt;sugere categorizar o tempo nas perspectivas objetivista e subjetivista.&lt;br&gt;5&lt;br&gt;A análise realizada vem confirmar nossa hipótese da existência de uma&lt;br&gt;concepção de tempo escatológico, mítico que ora se apresenta sob a&lt;br&gt;perspectiva objetivista e ora subjetivista. De um modo geral/a análise dos&lt;br&gt;dados e o estudo comparativo entre a concepção identificada com as demais,&lt;br&gt;realizadas ao longo da história, nos levou a pressupor a presença de um&lt;br&gt;Passado e Futuro no Presente.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume5 / 1995 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1995</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">5</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-205</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record></records></xml>