<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Juliana Soares de Resende Santos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A biopolítica das letras: os discursos sobre educação e instrução no Termo de Mariana. (1827 &amp;ndash; 1835).</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-31</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JULIA ANTAS DOS SANTOS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A CONDIÇÃO DO NEGRO NA HISTÓRIA DO BRASIL: UMA ANÁLISE SOBRE OS MANUAIS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA E SUA INTERFACE COM ENSINO DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRODESCEDENTE PÓS PROMULGAÇÃO DA LEI 10.639/03.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo, investigar sobrerepresentação do Negro nos livros didáticos no tocante a constituição da sociedade brasileira, com base na implementação da Lei 10.639/03. De acordo com o objetivo, se pergunta: quais são os elementos norteadores da cultura negra que estão presentes nos manuais didáticos de História no Ensino Fundamental? Pensando no Ensino da História, como o Livro Didático possibilita a compreensão dos sujeitos sobre a realidade históricacultural do Negro no Brasil? A pesquisa será de cunho qualitativoquantitativo, embasada nos referenciais do Materialismo Histórico Dialético, como eixo central da produção e utilizara algumas Coleções Didáticas para o levantamento das fontes primárias. Tem-se como hipótese que a proposição da Lei, no tocante a utilização do conceito Afro-brasileiro, ainda perpetua discursos ideológicos sobre o lugar do Negro na sociedade brasileira, o que reverbera a desigualdade racial e social no Brasil. Espera-se como esta pesquisa contribuir com a análise crítica sobre: a História do Negro no Brasil; seus desdobramentos ideológicos no tocante a formação da população negra; a proposta emancipadora das relações étnico-raciais no país; a concepção ideológica da educação do negro proposta nos livros didáticos de História.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JULIA ANTAS DOS SANTOS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A CONDIÇÃO DO NEGRO NA HISTÓRIA DO BRASIL: UMA ANÁLISE SOBRE OS MANUAIS DIDÁTICOS DE HISTÓRIA E SUA INTERFACE COM ENSINO DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA E AFRODESCEDENTE PÓS PROMULGAÇÃO DA LEI 10.639/03.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-77</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho de conclusão de curso tem como objetivo, investigar sobre a representação do Negro nos livros didáticos no tocante a constituição da sociedade brasileira, com base na implementação da Lei 10.639/03. De acordo com o objetivo, se pergunta: quais são os elementos norteadores da cultura negra que estão presentes nos manuais didáticos de História no Ensino Fundamental? Pensando no Ensino da História, como o Livro Didático possibilita a compreensão dos sujeitos sobre a realidade histórica e cultural do Negro no Brasil? A pesquisa será de cunho qualitativo e quantitativo, embasada nos referenciais do Materialismo Histórico Dialético, como eixo central da produção e utilizara algumas Coleções Didáticas para o levantamento das fontes primárias. Tem-se como hipótese que a proposição da Lei, no tocante a utilização do conceito Afro-brasileiro, ainda perpetua discursos ideológicos sobre o lugar do Negro na sociedade brasileira, o que reverbera a desigualdade racial e social no Brasil. Espera-se como esta pesquisa contribuir com a análise crítica sobre: a História do Negro no Brasil; seus desdobramentos ideológicos no tocante a formação da população negra; a proposta emancipadora das relações étnico-raciais no país; a concepção ideológica da educação do negro proposta nos livros didáticos de História.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CAROLINE COELHO FERNANDES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CRISTIANISMO E IMAGEM NO IMPÉRIO BIZANTINO, SÉCULOS VIII e IX.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O período iconoclasta (726-843) foi uma luta em torno das imagens religiosas no Oriente Medieval que culminou na destruição das mesmas em prol de uma purificação do cristianismo. Essa batalha de mais de um século teve uma pausa com o restabelecimento do culto das imagens em 787, com o retorno da iconoclastia anos mais tarde, em 815, sendorestabelecimento definitivo do culto das imagens, o chamado “Triunfo da Ortodoxia” somente em 843. Neste sentido, o objetivo deste trabalho é tentar compreender por que ocorreu no Império Bizantino essa luta em torno das imagens sendo os bizantinos tão ligados ao culto das mesmas, e, também tentar entender o papel da imagem nos contextos político e religioso, pensando na importância dos ícones não somente para os bizantinos, mas também paracultura cristã. Para isso, usaremos das Atas do Patriarcado de Constantinopla e dos escritos teológicos deixados por aqueles que defendiam e por aqueles que rejeitavam as imagens. Assim, é possível perceber o iconoclasmo bizantino enquanto um fenômeno de cunho não somente religioso, mas também político, que partiu de uma iniciativa imperial. Além disso, podemos também perceber as imagens enquanto um mecanismo de poder que atende aos diversos interesses.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">STEPHANIE MARTINS DE SOUSA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A descrição dos Godos e a justificativa para as guerras de reconquistado imperador Justiniano na Península Itálica (535-554) na obra de Procópio de Cesareia.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-40</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Procópio de Cesareia (490-562) foi um historiador bizantino que escreveu a coleção de livros intitulada História das Guerras. Nessas obras são narradas as guerras de reconquista promovidas pelo imperado Justiniano (527-565) no século VI. Pretendo analisar como Procópio de Cesareia descreve os godos na sua obra Guerra Góticacomo, através dessas caracterizações, ele justifica as campanhas de Justiniano na Península Itálica. Destaco na obra a importância do Cristianismo como principal argumento diferenciador entre os godos e os romanos e como ele utiliza a religião como uma justificativa para os eventos militares ocorridos na Itália entre 535 e 554. Para isso, vou analisar uma possível construção de uma identidade cristã romana frente a uma identidade herege para os godos, que após adotarem o arianismo, em vez do cristianismo ortodoxo, isto é, tal como definido pelos concílios, asseguraram uma identidade separada das demais no império.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Letícia Silva Batista</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DIÁLOGO ALÉM-MAR: O PADRÃO DO CONSUMO DE TECIDOS NOS INVENTÁRIOS POST-MORTEM DE VILA RICA EM RELAÇÃO À PRODUÇÃO E CONSUMO TÊXTIL EUROPEIA (1760 &amp;ndash; 1820)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-55</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A presente monografia pretende compreender o padrão de consumo de tecidos pela sociedade de Vila Rica dentre as décadas de 1760 e 1820 através dos Inventários Post-mortem do Primeiro e Segundo Ofício do Arquivo da Casa do Pilar, localizado em Ouro Preto. Proposta tal que surgiu a partir de uma vasta discussão historiográfica sobre as transformações sociais, econômicas e políticas na Europa setecentista. Dentre elas, a produção têxtil algodoeira inglesa e a renovação do conceito de moda na França atrai nossos olhares para o quanto se comunicavam e, além disso, para o quanto tinham a ver com o crescente mercado além-mar. A partir dessa constatação o intuito foi compreender Vila Rica à luz desse momento singular europeu e, paralelamente, compreender a realidade social e econômica dessa, afim de traçar comparações com o contexto de mudanças e transformações da Europa Moderna e a realidade econômica e social vilarriquenha no findar do século XVIII e início do XIX. Para tal, os inventários foram a fonte quista dessa pesquisa. Neles atentou-se sobre os bens têxteis arrolados a fim de compreender o que e como aquela sociedade consumia esse tipo de produto comparando-se com a produção inglesa e alguns parâmetros da moda francesa.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Vinícius de Souza</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A experiência da história nos artigos de Torres Homem da revista Niterói</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-33</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O trabalho é uma investigação acerca da experiência da história passível de ser apreendida&lt;br&gt;nos artigos que Francisco de Sales Torres Homem, político e publicista do Brasil Imperial, publicou na revista Niterói, em 1836. São apresentados dados contextuais pertinentes ao propósito da pesquisa e como Torres Homem se insere, enquanto romântico da ilha de letrados, na conjuntura do processo de constituição da consciência nacional brasileira, que só se consolida no decênio de 1840 a 1850. Nesse sentido, é exposto como a primeira geração romântica do Brasil, da qual Torres Homem fez parte, é representativa da ambiência que se edifica na década de 1830, quando passa a se afigurar a necessidade de um redimensionamento conceitual que correspondesse ao clima político e social da Regênciaque respondesse à coexistência de distintas alternativas de futuro e diferentes interpretações do passado.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Deisiane Pereira Carlos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Gênero, Mulher e Viuvez: As Mulheres nas Minas Gerais (1760-1840)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-31</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho tem como objetivo discutir a organização e a forma como essas mulheres escreveram sua história nas Minas Gerais. Buscamos aqui traçar de forma sintetizada, um quadro geral do que essas mulheres vivenciaram, do núcleo à frente do comando de seus lares, até casos onde identificamos mulheres que gerenciaram os negócios de suas famílias. Visamos quebrar os estigmas referentes à situação feminina dos séculos XVIII e XIX, ondeimagem predominante eram das mulheres relegadas as atividades domésticas e as obrigações familiares. Apoiados por trabalhos pioneiros que se encontram aqui referenciados, discorreremos sobre a condição dessas mulheres perante a sociedade, na tentativa de conceituar a vida delas nesse período, quebrando esses estigmas. Além de uma bibliografia pautada para a escrita do trabalho, contamos com uma documentação, que constitui tema para a minha dissertação de mestrado, o estudo de caso de uma viúva, que irá nos ajudar a compor o nosso texto. A documentação analisada é formada por correspondências pessoais, recibos de compra e venda, testamentos, inventários, entre outros, o que permitiu vislumbrar aspectos das relações comerciais da viúva. Procuramos ainda realizar uma abordagem geral, traçando o perfil das mulheres que viveram nas Minas entre os séculos XVIII e XIX.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Pedro Henrique Montebello Pereira Martins</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">HISTÓRIA E EDUCAÇÃO: A Configuração Histórica do Bairro Santo Antônio e Seus Reflexosna Escola Municipal Wilson Pimenta Ferreira</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-43</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho tem por objetivo explicar as possíveis causas do sucateamento do ensino na Escola Municipal Wilson Pimenta Ferreira. Esta escola, situada em Mariana, interior de Minas Gerais, sofre as consequências de péssimas gestões e desestruturação há anos. Com base na experiência de estágio vivenciada nesta instituição escolar e na pesquisa histórica sobre o processo de ocupação do bairro em que a instituição se encontra (bairro Santo Antônio), tentaremos explicar os diversos fatores que contribuíram para a marginalização da escola e da comunidade em que está inserida.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JOSÉ GUSTAVO ALMEIDA DA SILVA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">INSTRUÇÃO FEMININA E FORMAÇÃO DOCENTE: A ESCOLA NORMAL DO COLÉGIO PROVIDÊNCIA, EM MARIANA &amp;ndash; MG (1906 &amp;ndash; 1930)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho se compõe sobre as abordagens de estudos referentes à história das instituições escolares e formação docente, sobretudo a formação do professor e suas respectivas instituições e agências formadoras, tendo como especificidade a formação atribuída à Escola Normal brasileira, no início da República. Tendo como objeto de estudos a Escola Normal do Colégio Providência, em Mariana – MG, buscamos compreender a importância que essa instituição teve para o projeto educacional atribuído à cidade e qual sua relação com as demais escolas normais do país, a partir de sua atuação nas três primeiras décadas do século XX (1906-1930), momento de apogeu da Escola Normal no Brasil. Orientado teórico-metodologicamente a partir da ampla bibliografia referente ao tema e seguindo os pressupostos de uma pesquisa sócio- histórica referente ao plano educacional brasileiro desse período, consideramosorganização de um projeto para a História da Educação que parte de uma concepção mais extensa (nacional, estadual) e chega-se ao âmbito particular (regional, municipal, institucional). Partindo da literatura sobre o tema e dos poucos documentos aos quais tivemos acesso no interior do Colégio, orientamos os estudos a partir da primeira reforma educacional mineira no século XX (Reforma João Pinheiro), buscamos conferir a identidade presente no curso normal do Colégio Providência e sua instituição, bem como de suas alunas e professoras, dando maior ênfase à formação de professora como formação da mulher para a vivência e atuação na sociedade republicana.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PEDRO HENRIQUE RODRIGUES MAGRI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A INTERFERÊNCIA NORTE-AMERICANA NA IMPRENSA BRASILEIRA: O CASO DOJORNAL A NOITE</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-49</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho pretende construir novos argumentos que reforçam as teses amplamente difundas por Renè Dreifuss e Carlos Fico sobre a fundamental participação norte-americana na preparação do cenário político brasileiro nos anos que antecederam o golpe militar de 1964. Para tal tarefa, pretendo analisar algumas reportagens e colunas presentes no vespertino carioca A Noite, mostrando através desse jornal, como a imprensa carioca, por meio do IBAD, procurou manipular a opinião pública brasileira ao comprar a posição política de alguns jornais para fazer campanha contrária ao governo de João Goulart, e, dessa forma, atender diretamente aos interesses norte-americanos na América do Sul.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">FLÁVIO BARBARA REIS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&amp;ldquo;LUZ NO FUNDO DA TELA&amp;rdquo;: A LEGITIMAÇÃO DE TERRA ESTRANGEIRA E CENTRAL DO BRASIL COMO CONTRAPOSIÇÃO À INDÚSTRIA CULTURAL ATRAVÉS DA IMPRENSA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-43</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O cinema brasileiro quase viu o seu fim com a falta de incentivos estatais logo nos primeiros anos da década de 1990. Contudo, com a aprovação de leis de incentivo que foram criadas durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi possível um significativo aumento na produção cinematográfica brasileira. Nesse momento, os cinemas brasileiros receberam Terra Estrangeira e Central do Brasil, ambos do diretor Walter Salles Jr., dentre os filmes lançados nesse período. Eles foram bem recebidos pela crítica especializada e, principalmente, pelo público, tornando os filmes grandes sucessos dos anos 90. Neste trabalho, procuro identificar se as críticas escritas nesse período os identificavam como um novo cinema que estava surgindo no Brasil, se contrapondo à indústria cultural – pornografias e pornochanchadas – consolidada nas décadas de 1970 e 1980. Também procuro identificar um viés de crítica social e de construção da identidade nacional em ambos os filmes, discutindo assim a história do cinema brasileiro durante a década de 1990. Para isso, o trabalho utiliza como fontes os referidos filmes e as matérias e críticas dos respectivos longas- metragens que foram veiculadas na Revista Veja, no Jornal do Brasil e na Folha de São Paulo entre os anos de 1994 a 1999.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Andréa Sannazzaro Ribeiro</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&amp;ldquo;O Riso Nacional em Cena&amp;rdquo;. Martins Pena e a Comédia Romântica no oitocentos.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-51</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A obra de Martins Pena vai de 1833 a 1845 dessa forma, o estudo da produção teatral de Martins Pena mostra-se fecundo sob a luz dos acontecimentos de sua época, pois é capaz de proporcionar condições de possibilidade para a investigação da construção de um imaginário social no que concerne aos elementos constituintes da identidade nacional brasileira. Nas peças aqui trabalhadas questões como o tráfico negreiro, as festas populares, a criação dos juizados, revelam um teatro preocupado com os problemas do tempo presente. A comédia surge aqui pelo viés da crítica ao revelar vícios e desmazelas, entre a ordem e práticas da sociedade. Através de uma estética para uma sociedade que precisa ser tocada pela emoção para se civilizar, ideal central das artes no momento em que viveu, Pena buscou um teatro que colocasse a refletir através do riso. Deste modo O comediógrafo revela insatisfação para com a ordem social que contesta, o riso é reflexo do incomodo, e leva o seu público a pensar essa jovem nação ao expor tais elementos neste lugar de grande circularidade social, na capital do Império, o teatro.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PEDRO HENRIQUE DE MELLO RABELO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A MADRASTA GRÃ-BRETANHA: AS RELAÇÕES ANGLO-LUSAS E ANGLO-BRASILEIRAS NA CRISE DO ANTIGO REGIME PORTUGUÊS E NA FORMAÇÃO DO ESTADO NACIONAL BRASILEIRO (1796-1850)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-39</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este ensaio aborda questões que relativizam a ideia de que as relações anglo-lusasanglo-brasileiras foram marcadas por um total desequilíbrio na balança dos interesses político-econômicos a favor da Grã-Bretanha. Evidencia a existência de interesses político- econômicos de portugueses e brasileiros durante o processo de resistência à aceitação das pressões britânicas a favor da abolição do tráfico internacional de escravos. Tenta explicar as&lt;br&gt;diferenças existentes no desenvolvimento das relações anglo-lusas e anglo-brasileiras com caracterização das conjunturas de crise do Antigo Regime português e de formação do Estado Nacional brasileiro, nas quais tais diferenças estavam inseridas.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">WALQUIRIA DE REZENDE TOFANELLI ALVES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">NARRATIVA E MEMÓRIA LIBERAL NO REINADO DE D.MIGUEL I (1828-1834) As Memórias históricas de Joaquim da Silva Maia e o Processo Político de Jerônimo de Vasconcelos na Resistência ao Absolutismo em Portugal</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-46</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O reinado de D. Miguel I (1828-1834) visava restaurar uma sociedade de Antigo Regime dentro do modelo absolutista. Alguns autores destacam que durante seu reinado muitas prisões foram realizadas contra os que se opuseram à política vigente. Tendo em vista a repressão deste governo contra os liberais, estes últimos discordavam da suspensão da Constituição outorgada, em 1826 e reivindicavam o trono português em favor de D. Pedro IV e sua filha D. Maria II. Dessa maneira, foi iniciada na cidade do Porto, em maio de 1828, a Revolução de motivação liberal cuja finalidade era a de reestabelecer o constitucionalismo no país. Nesse movimento de resistência, vários dos regimentos de militares e demais setores da sociedade se envolveram na luta contrapolítica absolutista de D. Miguel I. Joaquim José da Silva Maia escreveu a partir de suas experiências na revolução, as “Memórias históricas, políticas e filosóficas da Revolução do Porto, em 1828” a fim de defender os constitucionais, por meio do registro de sua vivência, se dedicando também em descrever a difícil travessia dos emigrados, depois de contida a Revolução. Foi também por conta deste evento que Jerônimo de Vasconcelos foi preso, processado e acusado de crime político contra o rei por aceitar emprego na Junta “Rebelde” do Porto, onde aparece acusado de liderar as tropas ligeiras na cidade de Coimbra. Nossa investigação se centra não apenas no episódio do Porto, de 1828, mas especialmente na investigação documental apresentada, considerando a narrativa liberal e o processo político, na resistência ao absolutismo de D. Miguel.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">POLYANA CAMARGOS BARBOSA VIEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O ENSINO DE HISTÓRIA NO COMBATE AO PANOPTISMO INSINUADO NO COMPORTAMENTO BULLYING</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-50</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A prática de bullying e cyberbullying entre os alunos é, hoje, um dos maiores problemas vivenciados no espaço escolar. Tal modelo de violência simbólica e/ou física tem como objetivo, submeter certos indivíduos ou grupos a um padrão desejável pelos agressores, fazendo com que as vítimas sofram constantes humilhações tanto verbais quanto físicas. Este estudo tem como objetivo analisar tais acontecimentos e apontar como o bullying e o cyberbullying podem ser prejudiciais à formação dos indivíduos, tomando como base os estudos foucaultianos acerca das relações de poder que regem as sociedades ocidentais modernas, através do conceito de Panoptismo, criado pelo autor de “Vigiar e Punir: o nascimento da prisão” (1975). Nessa perspectiva, propõe que haja uma forma para que tais situações sejam revertidas, principalmente através do ensino de história, com a utilização do testemunho e do ensino intercultural - um modelo educacional que concebe as culturas em constante processo de construção e desconstrução, voltando-se, assim, para a interação e valorização das mais diferentes culturas presentes dentro de uma mesma sociedade.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Nívea Carolina Guimarães</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O movimento miguelista nas páginas do Aurora Fluminense (1828-1834)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-32</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho de monografia tem por finalidade investigar as referências ao movimento miguelista em um dos jornais de maior tiragem na capital do Império do Brasil, o Aurora Fluminense. O período compreendido nesta pesquisa, 1828 -1834, se mostra como momento de efervescência política no qual se destaca o papel da imprensa periódica em sua íntima ligação com a construção de um espaço de discussão pública. Quanto a Portugal, os anos de 1828 a 1834, momento em que D. Miguel assume o trono, se destacam pelos embates entre aqueles adeptos da antiga ordem e os que defendiam a Constituição. As ideias do grupo de apoio a D. Miguel, os miguelistas, repercutem no cenário internacional e, no caso do Brasil, são discutidas à luz do complexo processo de experimentação política, acima referido. Tendo por fonte o Jornal considerado pertencente à linha liberal moderada, busca-se compreendermiguelismo como movimento inserido no quadro amplo das doutrinas contrarrevolucionárias. Essa compreensão permite resgatar determinadas confluências que são importantes tanto para o entendimento do miguelismo, quanto de sua inserção nos debates políticos no Brasil. Esta pesquisa constitui uma oportunidade para se compreender as repercussões do movimento no Brasil, aspecto ainda pouco explorado pela historiografia.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">IURI NUNES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">OS SENTIDOS TEOLÓGICOS E POLÍTICOS DO SÉCULO I PARA A FIGURA HISTÓRICA DE JESUS</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-38</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O principal objetivo desta monografia consiste em compreender a relação existente entre o processo de representação da figura de Jesus e a realidade em que estava inserido, atentando para as possíveis influências entre essas duas dimensões. A partir de uma comparação entreEvangelho de Marcos e o Evangelho de Lucas, é possível evidenciar alguns sentidos teológicos e sociopolíticos presentes nas narrativas, em que se percebem as questões vivenciadas pelas comunidades pré-cristãs. Dessa forma, esta monografia coloca a figura de Jesus em meio às experiências plurais dos primeiros seguidores do movimento de Jesus.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">SAMANTHA BLAZIZZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A SEDUÇÃO IMPRESSA: OS SENTIDOS DA PUBLICIDADE DOS BENS DE CONSUMO DURÁVEIS NO JORNAL ÚLTIMA HORA (1955-1960)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-36</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este estudo tem a finalidade de analisar a publicidade de bens de consumo duráveis (carros, geladeiras, aparelhos de televisão, etc.) através das páginas do periódico Última Hora entre 1955 e 1960. Neste período, inicia-se uma onda de otimismo no Brasil em relação à sua modernização e a seu progresso acelerado, frutos do capitalismo em expansão, que no Brasil foi chamado de capitalismo tardio/retardatário. O chamado desenvolvimentismo, levado a cabo nos anos do governo Kubitschek, além de ampliar a penetração do capital estrangeiro, atuou no sentido de instalar indústrias de bens de capital e de bens de consumo duráveis no país. Uma série de produtos, que a população brasileira pouco ou nada conhecia, foi lançada no mercado; daí a necessidade de apresentá-los e envolvê-los numa aura sedutora através da imprensa. Nesse sentido, esta análise procurará entender quais métodos foram empregados pela publicidade para o convencimento dos consumidores, seja tocando em valores já presentes na sociedade, seja despertando novos desejos e ambições.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">VALÉRIA DAL CIM FERNANDES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">SOCIEDADE EM REDE E OS MOVIMENTOS SOCIAIS: O CASO DO MOVIMENTO PASSE LIVRE. (2005-2012)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-42</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente estudo teve como objetivo produzir e traduzir alguns sentidos do mundo contemporâneo. Mirando a cultura que emergiu nos últimos trinta anos, fortemente marcada pelo desenvolvimento da internet, investigamos as práticas políticas que despontaram na cena pública deste momento histórico. Nessa perspectiva, atentamos para os personagens que diagnosticaram e elaboraram propostas para a realidade social de seu tempo. Em especial, nos interessou a vivência dos militantes de um movimento brasileiro nascido neste meio, o Movimento Passe Livre (MPL). O texto reconstruiu a forma e conteúdo deste movimento social em sua relação com determinantes históricos, evidenciando a quebra de paradigmas no que tange as usuais formas de “fazer política”. De modo geral, o nosso esforço foi apresentar subsídios para o debate sobre o papel das novas tecnologias de informação e comunicação em relação à dinâmica interna dos movimentos sociais.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">AMANDA QUEIROZ MAGALHÃES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">TORTURA: UMA VISÃO ATRAVÉS DO SEMANÁRIO MOVIMENTO (1978-1979)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-56</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia analisa, a partir da imprensa periódica de caráter alternativo da qual o jornal Movimento faz parte, as maneiras pelas quais esse jornal atuou na oposição ao regime militar,&lt;br&gt;principalmente no aspecto referente à divulgação de reportagens que tratavam da torturaprocedimento que se tornou uma “política de estado” no período da ditadura militar no Brasil. Assim, vislumbrando o jornal Movimento como um espaço de debate, reflexão e denúncia onde, torturadores eram expostos e a prática da tortura era questionada, a proposta é investigar a partir das edições do periódico publicadas nos anos de 1978 e 1979, como o posicionamento e a estratégia jornalística de Movimento refletiram no processo de transição política do país.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LORRAINE MARILYN LEONEL</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Usos do passado e divulgação histórica: história e jornalismo na produçãode Aventuras na História (2010-2013).</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-39</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho tem por objetivo pensar a “curiosidade” pelos temas históricos e quais as relações com os dias atuais e com a dimensão do imaginário social acerca de alguns assuntos a partir da análise das publicações da revista Aventuras na História. O recorte a ser utilizado compreende o período de 2010 a 2013 e nesse sentido a intenção é mostrar como a história ainda exerce fascínio. A análise se pautou na forma da escrita, na produção, na linha editorial, na utilização das imagens e, sobretudo, nos profissionais que colaboram para a revista. Trata-se de pensar o debate a cerca da produção da história por historiadores e por jornalistas.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">HELENA AZEVEDO PAULO DE ALMEIDA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">BRAVOS BOTOCUDO: INDÍGENAS BRAVIOS DO VALE DO RIO DOCE E BELMONTE</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-81</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho tem por objetivo estudar as políticas adotadas pelos colonizadores&lt;br&gt;em relação às populações indígenas das Minas Gerais setecentistas, bem como as estratégias de resistência e adaptação que elas forjaram. As estruturas sociais indígenas se modificaram intensamente no decorrer do século XVIII, sofrendo, porém, alterações cruciais em decorrência da política pombalina, implementada a partir da década de 1750. Com o intuito de traçar as linhas gerais da política indigenista nas Minas setecentistas, foi avaliada a documentação do Arquivo Histórico Ultramarino. Através da transcrição de tais fontes, a&lt;br&gt;respeito das populações indígenas de Minas Gerais, foi possível recuperar aspectos decisivos do contato entre diferentes sociedades nativas e o universo colonial. É nosso propósito analisar as ações que influenciaram em uma possível construção de identidade antropofágica, sobre o indígena Botocudo, bravio que aparece constantemente na documentação, anteriormente mencionada, como os mais bravos dentre os indígenas brasileiros. A utilização do chamado “olhar antropológico” se fez necessária, tendo em vista a utilização da documentação analisada, confeccionada de forma etnocêntrica. Ainda, relatos específicos de viagens se fizeram necessário com a intenção de aproximar o homem dito civilizado do selvagem encontrado em território brasileiro. Consideramos aqui uma perspectiva antropológica, necessária ao aprofundamento de temas relativos ao gentio brasílico. A antropofagia, ainda tratada como tabu em nossa contemporaneidade, exemplifica um assunto delicado e altamente discutível entre esses indígenas. Nossa intenção não foi desvincular a identidade antropofágica sobre os Botocudo, mas problematizar sua estipulação no período da Carta Régia de 13 de maio de 1808.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUCAS SAMUEL QUADROS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CONSERVAR E REPARAR A SAÚDE: AS LEITURAS E O OFÍCIO DE UM MÉDICO ILUSTRADO NAS MINAS COLONIAL</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-68</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho tem como proposição discutir as principais questões e reflexos da medicina luso-brasileira na América Portuguesa após as Reformas da Universidade de Coimbra em 1772. Para tanto, tomará como fio condutor de compreensão do complexo contexto medicinal do Brasil colonial nos fins do século XVIII, o estudo de caso da trajetória profissional e social do médico doutor Luís José de Godói Torres, formado pela sobredita universidade. Intenta-se analisar, através do estudo biográfico do Dr. Godói, o esforço do Estado lusitano em instruir e instituir uma medicina nos moldes da Ilustração nos domínios ultramarinos, explorando como realmente as práticas e leituras medicinais se davam na vastidão geográfica e nas diversidades culturais e naturais da América Portuguesa e das Minas no período.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Gabriel Conselheiro Antunes Campos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Discurso Político na correspondência diplomática entre Felisberto Caldeira Brant Pontes e Dom Pedro I: 1821-1823</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-24</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CLAYTON JOSÉ FERREIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ESTÍMULO E ORIENTAÇÃO: HISTORIOGRAFIA E CIÊNCIA NO ENSAIO O BRAZIL NAHISTÓRIA (1930) DE MANOEL BOMFIM</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-71</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho visa analisar o livro O Brazil na História (1930) de Manoel Bomfim (1868-1932) para compreender sua abordagem sobre aspectos do conhecimento científico no período e sua crítica e projeto historiográfico. No intuído de compreender melhor estes aspectos da ciência em seu texto procuramos apontar como estas experiências científicas foram apresentadas e compartilhadas em ensaios de outros autores contemporâneos a ele. Deste modo escolhemos os ensaios de Silvio Romero (1851-1914), Oliveira Viana (1883-1951), Luís Pereira Barreto (1840-1923), Euclides da Cunha (1866-1909), Joquim Nabuco (1849-1910) Alberto Torres (1865-1917). Sendo assim, no que tange a discussão sobre a ciência da primeira república, nosso recorte se estendeu de 1978 a 1930, respectivamente anos de publicação dos ensaios de Alberto TorresManoel Bomfim. Sobre a escrita da história nos focamos estritamente em O Brasil na História. Articulamos seu pensamento historiográfico e científico por compreender que estas seriam as bases de seu principal argumento. Este seria a necessidade de tomar consciência de que apenas a transformação do Estado poderia gerar progresso social. Para isso era necessário matizarconhecimento da prestigiosa ciência etnográfica que determinava que sociedades mestiças possuíam capacidades limitadas. Através de uma análise histórica o autor procura demonstrar como tais limites foram ultrapassados no passado. A partir desta análise e de um balanço historiográfico feito por Bomfim pudemos sistematizar seu projeto metodológico e teórico de escrita da história. Ao fim de nossa pesquisa pode-se compreender melhor como dois aspectos da sua contemporaneidade, a história e outros conhecimentos científicos, se atrelavam como possibilidades de orientação na experiência de tempo da primeira república.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MAURO FRANCO NETO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Intelectuais e mediações: a Revista Brasileira (1857-1881) e o problema dasapropriações na cultura intelectual do Brasil oitocentista</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-61</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A proposta dessa monografia é investigar como boa parte da intelectualidade brasileira na&lt;br&gt;segunda metade do século XIX lidou com o problema das mediações cultural e intelectual,&lt;br&gt;bem como sobre a maneira pela qual o fenômeno das apropriações atuou na configuração de uma cultura intelectual que não se privou da palavra alheia para definir sua própria imagem e também do país. Para tanto, foi tomada a Revista Brasileira, periódico que se constituiu na segunda metade do século XIX (1857-1861, 1879-1881), em um dos principais espaços de circulação de textos, tanto nacionais quanto internacionais, sobre literatura e crítica literária, economia, história, ciências naturais, artes, entre outros temas. A monografia deve ser tomada como um convite ao pensar sobre a história intelectual brasileira oitocentista, que valorize a complexidade do mencionado jogo das apropriações, e que busca colocar limites à tradicional “história das ideias” quanto à sua efetividade para explicar a cultura intelectual brasileira.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ANA ALVARENGA DE SOUZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A Irmandade Mercês dos Perdões e a formação de identidades em sodalíciosnegros: Minas Gerais, 1763 a 1810.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-45</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os conflitos étnicos entre os escravos representam um papel importante nas explicações acerca dos conflitos e tensões no sistema escravista no Brasil colonial. De acordo com interpretações recentes também seriam responsáveis pela manutenção do sistema ao serem fomentados pelos senhores, utilizados como mecanismos de dominação. A proposta desta monografia é analisar o único conflito étnico entre escravos, registrado na documentação encontrada até aqui pelos historiadores que se ocuparam do tema, no interior de irmandades em Vila Rica nos setecentos.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ANA ALVARENGA DE SOUZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A Irmandade Mercês dos Perdões e a formação de identidades em sodalícios negros: Minas Gerais, 1763 a 1810.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-43</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Os conflitos étnicos entre os escravos representam um papel importante nas explicações acerca dos conflitos e tensões no sistema escravista no Brasil colonial. De acordo com interpretações recentes também seriam responsáveis pela manutenção do sistema ao serem fomentados pelos senhores, utilizados como mecanismos de dominação. A proposta desta monografia é analisar o único conflito étnico entre escravos, registrado na documentação encontrada até aqui pelos historiadores que se ocuparam do tema, no interior de irmandades&lt;br&gt;em Vila Rica nos setecentos.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Lucas Sales Furtado</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&amp;ldquo;QUE HISTÓRIA NORTE-AMERICANA CONHECEMOS? UMA ANÁLISEDOS MANUAIS DE HISTÓRIA DOS ESTADOS UNIDOS EDITADOS NOBRASIL (1960-1990)&amp;rdquo;</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-91</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O trabalho objetiva-se compreender como os trabalhos dos historiadores norte-americanos, que escrevem sobre os Estados Unidos, são introduzidos dentro das universidades brasileiras e compreender também quais são os critérios de edição e tradução destas obras para o Brasil. Metodologicamente, a pesquisa está estruturada na análise de seis manuais de História dos Estados Unidos. A escolha dessas fontes deu-se pela constante utilização em programas de ensino universitário de grandes instituições de nosso país. Realizamos levantamentos na Universidade de São Paulo, na Universidade Estadual de Campinas, na Universidade Federal de Minas Gerais e na Universidade Federal de Ouro Preto. A partir desta análise pretendemos entender de que forma tais manuais foram traduzidoscomo eles foram reinterpretados em um contexto bem diferente do qual originalmente foram escritos. Ao mesmo tempo pretende-se fazer um esboço de como está estruturadahistoriografia norte-americana no mercado universitário brasileiro e, com isso, pensar o que tem sido lido nas últimas décadas na formação de professores e historiadores no que concerne à História norte-americana.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LARISSA FREIRE PEREIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O juízo civil ouro-pretano e a feitiçaria:Analise de caso de Pai Caetano (1791)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-79</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A base dessa pesquisa é o documento chamado Devassa-Ex Ofício de Justiça, que relatacrime de feitiçaria de Pai Caetano, pertencente ao Arquivo Histórico da Casa do Pilar: Anexo do Museu da Inconfidência, Ouro Preto/MG. O objetivo deste trabalho é analisar, através de uma crítica documental, como ocorreu o julgamento pela alçada civil, para um processo de foro misto, que também poderia ser julgado no Tribunal Eclesiástico, o único processo de feitiçaria na justiça civil ouropretana. O preto Caetano da Costa, da nação angola, teve uma devassa aberta em seu nome em 1791, pois esse fazia feitiçarias mágicas e enganosas contra Religião Católica.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">FELIPE DANIEL DO LAGO GODOI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O MUSEU NACIONAL DO RIO DE JANEIRO: ESPAÇO DE CIÊNCIA NO BRASIL OITOCENTISTA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-54</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho analisa a produção científica do Museu Nacional do Rio de Janeiro durante a década de 1870 a partir do periódico Archivos do Museu Nacional, publicado por esta instituição em 1876. Nosso intuito foi fazer um mapeamento dos artigos publicados nesta revista tentando identificar quais as influências e as correntes científicas seguidas pelos homens de ciência que trabalhavam no Museu, e de que forma eles se apropriavam deste conhecimento aplicando-os à realidade nacional.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Rodrigo Henrique Ferreira da Silva</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Um apóstolo na América: São Tomé e a crônica de Diego Durán</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-64</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O livro Historia de las Indias y islas de la Tierra Firme, escrito pelo frade dominicano Diego Durán, no século XVI, foi redescoberto por José Fernando Ramírez, no século XIX, no clássico episódio denominado “o resgate da crônica”, o que suscitou diversas interpretações pela historiografia para com o autor e o livro, de acordo com as questões do seu contexto histórico. Desde então, foram produzidas diversas opiniões sobre o religioso e sua obra, entre&lt;br&gt;a escrita dos dois tratados na segunda metade do século XVI e as análises recentes do século XX. Uma das questões centrais da crônica do frade é o problema da origem do mito de São Tomé na América, onde em cada região do continente, a figura do apóstolo de Cristo foi&lt;br&gt;apropriada e ressignificada através da associação às divindades indígenas locais. No caso de&lt;br&gt;Durán, a ênfase é dada à região da Nova Espanha.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">GERBER Eduardo jr</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Memórias de meu pai: Anita Leócadia Prestes entre história e memória</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2012</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pensar o tempo se confabula em lidar com instâncias um tanto quanto complexadas, principalmente quando tentamos nos colocar qual posição relativa que ocupamos ante o tempo e a história. Sendo assim, pretende-se investigar as possíveis relações entre a produção historiográfica e o conceito de democracia contidos no par lembra/esquecer. Utilizará assim a tese “a Coluna Prestes” de Anita Leocádia Prestes, como notório evento para se pensar a entrada aos anos 80 e fundamentalmente sua saída. Para tanto, recorre-se aos conceitos de memória e identidade, compreendidos como fundamentais à análise das representações do passado e da escrita da história.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MAMEDE QUEIROZ DIAS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A AUCTORITAS NA OBRA DOS ANAIS, DE CORNÉLIO TÁCITO.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-43</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia de bacharelado tem como objetivo investigar o conceito de auctoritas na obra Anais, do historiador romano Cornélio Tácito. O nosso foco é o estudo da relação desse conceito com a legitimidade historiográfica na Antiguidade, considerando o momento político vivido por Tácito: o Principado Romano.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">NATÁLIA ANDRADE CARVALHO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">EM BUSCA DO &amp;ldquo;CREDO VERMELHO&amp;rdquo;: OPERAÇÃO LIMPEZA E &amp;ldquo;SUBVERSÃO&amp;rdquo; NA ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO LOGO APÓS O GOLPE DE 1964.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-75</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta pesquisa monográfica tem como objetivo explicitar como algumas noções de Segurança Nacional perpetradas durante o regime militar (1964-1985) repercutiram não só na sociedade alterando a sua constituição, mas também nas Instituições de Ensino Superior. Pretende-se demonstrar como a questão do “anticomunismo”, do “inimigo interno”, e da “operação limpeza” serviu como argumento capaz de legitimar a criação de uma “Comissão de Inquérito”, responsável por investigar os chamados “subversivos” na Escola de Minas de Ouro Preto. Malgrado sua própria existência, esta agia de modo contrário aos princípios da democracia e da liberdade, intimando e interrogando os considerados “subversivos”. Almeja-se ainda evidenciar que as acusações infligidas sobre estes foram embasadas sobretudo no “imaginário anticomunista”. A pesquisa foi possível devido ao acesso a documentação produzida pela própria “Comissão de Inquérito”, durante o período incruento de suas investigações.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUIZ CARLOS TEIXEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">INTENTIO OPERIS: ESCRITA E ORALIDADE EM CARTAS DE MULHERES DE MINAS GERAIS, 1870-1890</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-112</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia disserta sobre a prática da escrita de cartas pessoais entre mulheres de Minas Gerais na segunda metade do século XIX. Pretende-se analisar os aspectos composicionais do registro escrito e suas operações textuais elementares, através de metodologias paleográficas, diplomáticas e pragmático-linguísticas. Intenta-se com isso alcançar a horizontalidade do gênero textual, identificar marcas de elaboração, aspectos composicionais, dêiticos sociais, ilocutórios, espaço/temporais, circunstanciais e discursivos, com o intuito de apreendercolocar em discussão como as mulheres escreviam suas cartas no final daquele século.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUIZ CARLOS TEIXEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">INTENTIO OPERIS: ESCRITA E ORALIDADE EM CARTAS DE MULHERES DE MINAS GERAIS, 1870-1890</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-112</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia disserta sobre a prática da escrita de cartas pessoais entre mulheres de Minas Gerais na segunda metade do século XIX. Pretende-se analisar os aspectos composicionais do registro escrito e suas operações textuais elementares, através de metodologias paleográficas, diplomáticas e pragmático-linguísticas. Intenta-se com isso alcançar a horizontalidade do gênero textual, identificar marcas de elaboração, aspectos composicionais, dêiticos sociais, ilocutórios, espaço/temporais, circunstanciais e discursivos, com o intuito de apreendercolocar em discussão como as mulheres escreviam suas cartas no final daquele século.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ELOÁ REIS TEIXEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MULHERES: SER, ESTAR E PERMANECER NAS MINAS GERAIS EM UM BRASILDE IMPÉRIOS</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-36</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pensar Minas Gerais é pensar um espaço construído e particularizado, que tem um povo com identidade cultural, sentimentos de pertencimento neste território que se consolida a partir de sua construção geopolítica delimitada e definida, concretizada no século XIX, produzida por processos sociais no decorrer dos anos. Estes processos sociais que se firmaram nas Minas Gerais proporcionaram um universo de particularidades no qualsobrevivência das mulheres transcorre sob um quadro de tensões políticas e de pressão da cultura dominante. Elas foram alvo direto de repressão – como no caso de negras de tabuleiro, prostitutas, forras, escravas e concubinas – ou tornaram-se agentes sociais que serviam ao modelo oficial: mulheres burguesas e elitizadas, esposas, mães e devotas. Nesse cenário, viveram mulheres que enfrentaram situações diversas em que se misturavam miséria, pobreza, violência, preconceitos e dificuldades. Estas mulheres foram marcadas pelos valores patriarcais e avaliadas pelos princípios da religião cristã, ficando à mercê do estigma da fragilidade e da incompetência, sendo subordinadas aos pais e maridos, tornando-se propriedade dos mesmos. Este texto pretende analisar esta lógica de funcionamento da sociedade que fundamentava-se em calar a mulher e abortar seu papel como agente histórico através do poder patriarcal definido pelo autoritarismo e transmissor da herança culturalmaterial, que juntamente com os dogmas da religião cristã ditaram as regras do ``bom comportamento`` a toda uma sociedade marcada pela hierarquização de poderes, vontadesdesejos desprovendo as mulheres de seus sonhos e de acreditarem ser capazes.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">BRUNO MATEUS PEREIRA DE ANDRADE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O SERTÃO DO JEQUITINHONHA: Demografia e família nas matas São Miguel do Jequitinhonha (1889-1911)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta pesquisa busca, primeiramente, de forma geral, compreender a volúvel organização administrativa do Médio Jequitinhonha, em Minas Gerais, ao longo do século XIX até os anos iniciais do XX. Paralelamente, visa atentar-se para as fontes primárias ainda existentes sobre a região, localização, condição de acesso e conservação. A partir daí, através de adaptações dos métodos tradicionalmente utilizados na História demográfica brasileira, o trabalho busca analisar as fontes cartoriais de registros de casamento e óbitos, instaurados após o início do período republicano, em busca de examinar as características populacionais e estratégias familiares dos que se estabeleceram nas proximidades da região, em especial, na área que compreenderia ao município de São Miguel de Jequitinhonha, criado por lei em 1911. Visando obter maiores informações acerca das condições sociais e econômicas que oferecesse sustentação a análise do objeto deste estudo, também foram consultados, além da documentação cartorial, jornais impressos, dados de recenseamentos gerais, relatos oitocentistas de viajantes europeus e bibliografia existente.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">THIARA BERNARDO DUTRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">OFICÍOS DA LIBERDADE: A CONQUISTA DA ALFORRIA ATRAVÉS DOS OFICÍOS MECÂNICOS, VILA RICA (1770-1810)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O objetivo dessa pesquisa é de estabelecer o escravo como sujeito histórico ativo dotado de estratégias para a conquista de sua liberdade. Partindo do ponto de que o escravo possuía estratégias para negociar com seu senhor, e este por sua vez reconhecia a importância do cativo. A aprendizagem de um ofício mecânico, nesse sentido, seria uma das estratégias de negociação. O recorte espacial e temporal, respectivamente, Vila Rica entre 1770 a 1810. Serão também evocados aqui os ofícios mecânicos e sua dinâmica no trabalho, a partir de uma revisão da historiografia que trata sobre a questão das alforrias em Minas Gerais, no século XVIII e XIX, e dos ofícios mecânicos em Minas Gerais.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CAMILLA CRISTINA SILVA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Orientações políticas de uma esquerda moderada: o PCB e o &amp;ldquo;centralismodemocrático&amp;rdquo; (1958-1979)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho buscou desencadear discussões acerca da orientação política adotada pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) nas décadas de 60/70. A análise priorizou os debates e crises que culminaram em seu programa político constituído em 1958 e tencionou estabelecer as diferenças na prática partidária. A pesquisa se solidificou a partir do exame crítico da documentação oficial do partido, elaborada por seu Comitê Central. Desta forma, podemos revelar a real orientação teórica dos pecebistas, amparados no “centralismo democrático” e nas práticas de autoritarismo. Tal autoritarismo fora evidenciadoconstrução das linhas políticas partidárias, vista como um movimento pelo alto, ordenado pelos dirigentes nacional. Foram ressaltadas, também, tanto as influências internacionais, quanto a conjuntura nacional como desencadeadoras de processos de modificação e crisesinterior do partido. O ano de 1958 apareceu como precursor de uma nova orientação política que fora edificada devido a mutações nas concepções do comunismo mundial. A linha política adotada a partir daí irá traçar os rumos do partido num dos períodos mais marcanteshistória brasileira contemporânea: a Ditadura Militar. As críticas às posturas seguidas a partir da Declaração de Março de 1958 acusarão o Partido Comunista Brasileiro de inação frentegolpe civil-militar de 1964. Mostraremos que pelo contrário, não fora inação que levarafracasso do partido (e não só dele, de toda a esquerda brasileira) fora a não correspondência da dinâmica interna partidária e suas posturas com a dinâmica da própria sociedade brasileira.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARCELLE D.C. BRAGA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Refúgio do difícil e do terrível: A construção da questão escravista no romance oitocentista Uncle Tom&amp;rsquo;s Cabinde Harriet Beecher Stowe</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-75</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A obra literária Uncle Tom’s Cabin (A Cabana do Pai Tomás), escrita por Harriet Beecher&amp;nbsp;Stowe,&amp;nbsp;é&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;das&amp;nbsp;publicações&amp;nbsp;mais vendidas&amp;nbsp;nos&amp;nbsp;&amp;nbsp;Estados Unidos, desde 1851, lançado como folhetim, e mais tarde em 1852, como um livro. Neste estudo, avaliamos aaproximação do problema da escravidão apresentado no livro. Neste sentido, avaliamos as representações das relações entre negros e brancos. Nós nos concentramos em sua visão sobre os relatos dos negros na história do livro. Finalmente, pretendeu- se compreender o estilo, esquemas de narrativa, e do momento histórico discutido no texto.&lt;br&gt;Nós&amp;nbsp;compreendemos&amp;nbsp;que a&amp;nbsp;representação dos&amp;nbsp;negros, escravos no&amp;nbsp;contexto da história,foi feita por meio do diálogo direto com a representação dos brancos. Naquelas linhas,&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;concepção de&amp;nbsp;&amp;nbsp;bem e mal foi fundamental para&amp;nbsp;definir personagens. Os resultados da pesquisa apontam para posições e reivindicações da autora em relação à escravidão. Assim, podemos concluir que H. B. Stowe se apresentou no livro como favorável à abolição imediata da escravatura, justificadas por seus princípios religiosos e humanitários, e até mesmo em sua interpretação da Declaração da Independência dos EUA.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RODRIGO MACHADO DA SILVA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A EXPERIÊNCIA DO PASSADO: A escrita da História como discurso da civilização</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-110</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Esta monografia tem como proposta central a análise dos aspectos políticoshistoriográficos de Diogo Luiz de Almeida Pereira de Vasconcellos (1843-1927). Entre a crise do Império e a consolidação da República, no Brasil, Vasconcellos foi um grande defensor das tradições conservadoras mineiras e da Monarquia. Essa marca do tradicionalismo pode ser percebida tanto em sua prática política quanto na historiográfica. Nesse contexto, esta monografia traz uma explanação parcial acerca de alguns pontos relacionados à discussões políticas envolvendo Diogo de Vasconcellos, e as possíveis influências que isso traz praescrita da história desse intelectual. Há também um breve balanço acerca da produção da história em Minas Gerais do século XVIII até a confecção das Histórias Antiga e Média de Minas Gerais, de Vasconcellos. Por fim há uma breve análise de alguns pontos selecionados da obra desse autor.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">GIOVANI BARBOSA PRADO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A FARDA E A EDUCAÇÃO: UMA ANÁLISE SOBRE A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PERÍODO MILITAR</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-83</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Nesta pesquisa tem-se como intuito discutir o Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL), o programa mais representativo do governo militar na área da educaçãojovens e adultos. Criado pela Lei No 5379 de 15 de dezembro de 1967, o referido programa tinha como uma das prioridades a tarefa de promover educação continuada e a alfabetização funcional de adultos analfabetos. O trabalho é fruto de uma pesquisa feita a partirbibliografia, de documentos e de relatos de ex-professores e ex-coordenadores do MOBRAL na cidade de Mariana/MG coletados por meio da metodologia da História Oral, comobjetivo de compreender os impactos do mesmo na prática docente desses professores. Para isso, foram estudadas as políticas do governo militar referentes à educação de jovens e adultos na cidade, durante o período de seu funcionamento. Com a pesquisa observou-se queproposta do MOBRAL era de caráter conscientizador e com a intenção de fortalecer o apoio eleitoral ao governo militar. Em Mariana, os professores e coordenadores ligadosMovimento Brasileiro de Educação (MOBRAL) estavam arraigados, na maioria das vezes,um ensino tradicional em que o docente ocupava o centro das atenções e ministrava o queProjeto escolhia como sendo adequado e ideologicamente aceitável. As perseguições aos profissionais contrários ao regime militar ministrados pelos órgãos de repressão, principalmente nas esferas superiores do ensino no país, eliminaram grande parte dos ideais contrários ao grupo dominante ou os impediram de criar novas &amp;nbsp;fórmulas” pedagógicas antagônicas à ideologia vigente. Com isso, os educadores e alfabetizadores presentesmunicípio pouco conheciam ou, até mesmo, se interessavam por outros métodos divergentes. Os docentes, então, selecionavam currículos favoráveis ao regime pelo estado indicados, sem muito questionar os conteúdos presentes nos materiais didáticos distribuídos.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">HUDSON LUCAS MARQUES MARTINS</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">JOÃO NEPOMUCENO CORREA CASTRO, PINTOR NAS MINAS SETECENTISTAS</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-285</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Esse trabalho busca contribuir para o estudo da arte colonial mineira, para tanto, concentramos nossa pesquisa em volta do nome do pintor João Nepomuceno Correa Castro. Esse importante artista ainda não havia sido alvo de nenhuma pesquisa acadêmica, apesar da sua importância reconhecida por toda a bibliografia consultada. Autor dos painéis da nave e da capela mor do santuário Bom Jesus de Matozinhos em Congonhas, João Nepomuceno Correa Castro é um dos mais importantes pintores do século XVIII em atuação na capitania de Minas Gerais, período esse anterior ao vivido por Manoel da Costa Ataíde. Nosso trabalho volta às fontes primárias, colecionado recibos dos trabalhos executados e documentos pessoais do artista. Assim esperamos contribuir para o estudo da vida e das obras desse importante artista colonial, seja revisando a documentação já consultada, descobrindo novos documentos ou catalogando as suas obras. A arte sacra é um importante patrimônio que deve ser estudado e conservado, ela pertence a todos nós e temos o dever de preservá-la para a posteridade.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PRISCILLA SAMANTHA BARBOSA VERONA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A LINGUAGEM DE JOÃO GUIMARÃES ROSA E O ASPECTO MIMÉTICO DE SUA FICÇÃO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-32</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Natalia Casagrande Salvador</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Litígio arquitetural As igrejas de São Francisco de Assis e de Nossa Senhorado Carmo de Mariana</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-53</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Nossa proposta para essa monografia é de analisar as fachadas das igrejas de São Francisco de Assis e de Nossa Senhora do Carmo, ambas de Mariana, Minas Gerais, construídas na segunda metade do século XVIII, uma perpendicularmente a outra, na atual&lt;br&gt;Praça Minas Gerais. Nossa análise direciona-se no intuito de traçar um panorama sobre o processo de construção das igrejas, onde somos incitados a questionar porque que esses dois templos, edificadas na mesma época, pelas mais proeminentes Ordens da sociedade, apresentariam gostos arquitetônicos tão diferentes em toda sua composição. É em cima dessas questões que pretendemos desenvolver nossa análise, percebendo concomitantemente a acentuada rivalidade entre as duas irmandades como possível incentivadora dessa dessemelhança. Neste sentido, levantamos a hipótese de que a configuração arquitetônica das duas igrejas em questão demonstra que a rivalidade entre as irmandades não se restringia ao campo sócio-político, mas se delineava também no campo arquitetônico e simbólico.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DANIELLE DE FÁTIMA EUGÊNIO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ARREMATANTES DE OBRAS PÚBLICAS: OFICIALATO MECÂNICO NACIDADE DE MARIANA (1745 &amp;ndash; 1800)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-55</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O objetivo desse estudo consiste em abordar o tema do oficialato mecânico na Cidade de Mariana durante o século XVIII, visando a compreensão de mecanismos de inserção e ascensão social utilizados por oficiais que compuseram uma camada privilegiada. Para tanto, escolhemos os oficiais que se destacaram pelo maior número de arrematações realizadas junto ao Senado da Câmara. Buscamos descrever, através de registros materiais encontrados em inventáriostestamentos, características tais como sua condição econômica, a realização de outras atividades paralelas ao exercício do ofício, a participação em agremiações leigas e o uso da mão-de-obra escrava.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUARA GALVÃO DE FRANÇA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&amp;ldquo;PASSAGEIRO CLANDESTINO&amp;rdquo;: A PRESENÇA DO PASSADO COMO FORMA DECONHECIMENTO HISTÓRICO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-63</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho pretende explorar a presença do passado como forma de conhecimento histórico. Visando o debate atual nas humanidades acerca da presença do passado o trabalho contará com as obras de Hans Ulrich Gumbrecht, Umberto Eco, Gianni Vattimo, Frank Ankersmit, Ewa Domanska, Michael Bentley e Rik Peters. O trabalho será formado por uma discussão sobre a predominância da hermenêutica e interpretação como única forma de experiência do mundo, uma possibilidade de desnaturalização da visão hermenêutica, e apontamentos para uma possível historiografia de presença. A intenção de superar o paradigma sujeito/objeto como única forma de se pensar nossa relação com as coisas do mundo não significa uma cruzada pelo fim da metafísica, tal superação apontaria para uma conciliação entre significado/interpretação e presença/material. Sendo assim, este trabalho se divide empartes, contando com uma introdução, a necessidade de impor limites à metafísica, uma resenha sobre os novos argumentos presentes no debate sobre a presença, um olhar mais aprofundado na obra de H. U. Gumbrecht no que diz respeito à presença do passado,finalmente considerações gerais sobre a possibilidade, e a necessidade, de uma historiografia de presença.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUARA GALVÃO DE FRANÇA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">&amp;ldquo;PASSAGEIRO CLANDESTINO&amp;rdquo;: A PRESENÇA DO PASSADO COMO FORMA DECONHECIMENTO HISTÓRICO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-63</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho pretende explorar a presença do passado como forma de conhecimento histórico. Visando o debate atual nas humanidades acerca da presença do passado o trabalho contará com as obras de Hans Ulrich Gumbrecht, Umberto Eco, Gianni Vattimo, Frank Ankersmit, Ewa Domanska, Michael Bentley e Rik Peters. O trabalho será formado por uma discussão sobre a predominância da hermenêutica e interpretação como única forma de experiência do mundo, uma possibilidade de desnaturalização da visão hermenêutica, e apontamentos para uma possível historiografia de presença. A intenção de superar o paradigma sujeito/objeto como única forma de se pensar nossa relação com as coisas do mundo não significa uma cruzada pelo fim da metafísica, tal superação apontaria para uma conciliação entre significado/interpretação e presença/material. Sendo assim, este trabalho se divide empartes, contando com uma introdução, a necessidade de impor limites à metafísica, uma resenha sobre os novos argumentos presentes no debate sobre a presença, um olhar mais aprofundado na obra de H. U. Gumbrecht no que diz respeito à presença do passado,finalmente considerações gerais sobre a possibilidade, e a necessidade, de uma historiografia de presença.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PRISCILLA SAMANTHA BARBOSA VERONA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A LINGUAGEM DE JOÃO GUIMARÃES ROSA E O ASPECTO MIMÉTICO DE SUA FICÇÃO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-32</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta pesquisa tem como tema a linguagem poética de João Guimarães Rosa e o aspecto mimético de sua ficção. Em especial será focalizada a obra literária Grande Sertão: Veredas, que será analisada tanto em sua multiplicidade de significados como em sua singularidade semântica. O autor, em sua construção literária, faz emergir uma espécie de&lt;br&gt;realidade da linguagem que é explicitada pela própria língua; essa medida poética é o que irá articular os aspectos da vivência humana com a ficção estudada. A linguagem roseana será analisada à luz do conceito de mimese, entendido como o estado que a língua assume para que o fenômeno vivido seja representado nas feições da literatura. O discurso poético sutil de Guimarães Rosa reaviva as estruturas fundantes do imaginário do leitor, tendo o poder de inseri-lo no íntimo do instante vivido por seus personagens. O fenômeno da experiência humana é representado através de sua poética.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume20 / 2010 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">20</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-353</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Carolina Ramos de Souza</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MOTIVOS TOLSTOINIANOS NA OBRA DE MAX WEBER (1877-1919)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Em linhas gerais, propõe-se apresentar os paralelos existentes entre os trabalhos de Max Weber e as obras de Leon Tolstói, tanto as de caráter literário como também seus ensaios morais. Nossa intenção é identificar os “momentos” tolstoinianos nos textos de Max Weber, partindo do pressuposto de que Weber não teria sido tão cuidadoso ao apresentar certa ascendência “oculta” de Tolstói em seus inúmeros trabalhos tardios. Partimos do pressuposto de que análise crítica e interpretação, utilizados isoladamente, não podem ser consideradas metodologia na prática do historiador, seu ofício vai além do olhar imediato sobre os textos narrativos. Neste caso, o esforço hermenêutico mostra-se o método mais apropriado para a proposta de abordagem deste trabalho. Procurou-se demonstrar que a presença de Tolstói nãoevidente apenas nos momentos em que Weber o cita de forma direta em seus ensaios, mas especialmente, nas vezes em que se apropria da premissa na qual se fundamentou o pensamento tolstoiano.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MANUELA AREIAS COSTA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">NOTAS SOCIAIS: AS PRÁTICAS DA BANDA DA SOCIEDADE MUSICAL SÃO CAETANO (1890-1930)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-93</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta pesquisa propõe uma investigação das práticas musicais detectadas num conjunto documental sobre a banda da Sociedade Musical São Caetano, entre o período de 18901930. Esses documentos foram produzidos ou acumulados por membros da família Ramos que faziam parte de tal banda e residiam no distrito de São Caetano (atual Monsenhor Horta), oriundo do município de Marina, em Minas Gerais. Daremos ênfase nesse trabalho à análise sobre as práticas culturais e representações dessa banda. Uma multiplicidade de traçosindícios nos leva a perceber o quanto a música em São Caetano manteve relações comuniverso social. Para tanto, consideramos que as bandas de música estão inseridas num mundo de pluralidade cultural, e de configurações sociais repleta de conflitos e diálogos.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RAFAEL FANNI DIAS RESENDE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">OS HORIZONTES DA INDEPENDÊNCIA: OPERAÇÕES DISCURSIVAS NO REVÉRBERO CONSTITUCIONAL FLUMINENSE (1821-1822)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-81</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A proposta desta monografia é investigar as transformações da experiência do tempo no mundo luso-americano durante o processo de independência do Brasil, bem como sua interface com as inovações linguísticas presentes na época. Diante do problema do esgotamento da possibilidade de reforma do sistema imperial luso-brasileiro, o projeto de emancipação política do Brasil emerge de formas diferenciadas entre os grupos políticos existentes. Neste sentido é que damos especial ênfase às interpretações do passado colonial português na América e as narrativas legitimadoras da autonomia política do reino do Brasil proferidas no periódico Revérbero Constitucional Fluminense. Estudando a performance discursiva de seus textos procuramos demonstrar que seus redatores operaram um discursofavor da emancipação política do Brasil a partir de um mesmo conjunto básico da linguagem política operada pelos constitucionalistas de Portugal. Não obstante, uma linguagem política renovada pela incorporação de novos termos, expressões e formas argumentativas motivadas pelo desenrolar dos acontecimentos do período de 1821-1822. Chamamos-a de linguagem da regeneração e a consideramos o ponto chave tanto para o conhecimento do contexto em que estava situada, quanto para a identificação das inovações discursivas surgidas nela.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RAFAEL FANNI DIAS RESENDE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">OS HORIZONTES DA INDEPENDÊNCIA: OPERAÇÕES DISCURSIVAS NO REVÉRBERO CONSTITUCIONAL FLUMINENSE (1821-1822)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-81</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A proposta desta monografia é investigar as transformações da experiência do tempo no mundo luso-americano durante o processo de independência do Brasil, bem como sua interface com as inovações linguísticas presentes na época. Diante do problema do esgotamento da possibilidade de reforma do sistema imperial luso-brasileiro, o projeto de emancipação política do Brasil emerge de formas diferenciadas entre os grupos políticos existentes. Neste sentido é que damos especial ênfase às interpretações do passado colonialportuguês na América e as narrativas legitimadoras da autonomia política do reino do Brasil proferidas no periódico Revérbero Constitucional Fluminense. Estudando a performance discursiva de seus textos procuramos demonstrar que seus redatores operaram um discursofavor da emancipação política do Brasil a partir de um mesmo conjunto básico da linguagem política operada pelos constitucionalistas de Portugal. Não obstante, uma linguagem política renovada pela incorporação de novos termos, expressões e formas argumentativas motivadas pelo desenrolar dos acontecimentos do período de 1821-1822. Chamamos-a de linguagem da regeneração e a consideramos o ponto chave tanto para o conhecimento do contexto em que estava situada, quanto para a identificação das inovações discursivas surgidas nela.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">FABIANA RODRIGUES DE SOUZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">PRÁTICAS E ATORES NO ESPAÇO URBANO: UMA ANÁLISE PAUTADA PELODIÁLOGO ENTRE HISTÓRIA E ANTROPOLOGIA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-55</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia apresenta e discute as relações entre antropologia e história no estudoespaço urbano. A partir da análise comparativa de ambos os campos, procurou-se detectar pontos de tensão e de convergência, mantendo-se em vista as especificidades de cada disciplina. A apresentação e a discussão dos tópicos pertinentes foram concebidas como uma contribuição para o entendimento do processo pelo qual um possível consenso científicoconstruído e solidificado dentro do campo das ciências sociais. Esse diálogo, em particular,faz importante porque analisa a cidade como um espaço de sociabilidade, no qual os sujeitos são recuperados em suas práticas cotidianas, abrindo um novo campo de estudo historiográfico.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ANA CAROLINA NEVES MIRANDA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A SALA DA MEMÓRIA: A RECONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA DA ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO EMMOMENTO DE REDEFINIÇÃO INSTITUCIONAL (1965-1971)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-63</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia se propõe a investigar a constituição do Núcleo de Memória da EscolaMinas de Ouro Preto (EMOP), instituído em um momento de profunda redefinição institucional da Escola. Mais propriamente, o objeto deste trabalho são as articulações de uma memória coletiva em determinado contexto institucional. Portanto, procedemosreconstituição histórica do mesmo, atentando para o ato mnemônico em uma instituição, circundada por um grupo forte e hegemônico, tendo por recorte temporal o período 1965-1971.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Emanuel J. Santos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A AZULEJARIA DA CAPELA-MOR DA CAPELA DA ORDEM TERCEIRA DE NOSSA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-76</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume19 / 2009 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">19</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-517</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;
	&lt;br&gt;&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Mariana Zanchetta Otaviano</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Construindo o conhecimento a partir do patrimônio: usos e abusos de sua metodologia.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estudar e relacionar as metodologias em educação para o patrimônio, e diferenciar&lt;br&gt;conceitos é o enfoque dessa pesquisa.&lt;br&gt;Em um primeiro momento, iremos focalizar a exploração e o conhecimento do valor patrimonial conferido à cidade de Ouro Preto-MG e as parcerias entre museuescola bem como o trabalho com o objeto cultural.&lt;br&gt;A distinção de conceitos também é fornecida quando diferenciamos “educação patrimonial” e “educação para o patrimônio” pontuando suas diversidades e riquezas metodológicas.&lt;br&gt;Escolhida como estudo de caso, a atividade “Ludomuseu”, integrante da Área Pedagógica do Museu da Inconfidência, funciona como ferramenta de apoio parametodologia utilizada nesta monografia em sua prática e desenvolvimento.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Iara Oliveira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Os designativos de cor após a constituição de 1824. Mariana (1824-1850)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O objetivo principal deste estudo consiste em analisar os contextos em que os designativos cabra, pardo, mulato e negro, que referiam a indivíduos de cor ou mestiços, aparecem no repertório dos processos criminais após a Constituição de 1824, quando foi revogada a “mancha de sangue” contra os afrodescendentes, considerando como cidadãos brasileiros todos os homens livres independente da cor. Neste sentido, tendo como fonte principal os processos crimes em Mariana entre os anos de 1824-1850, visamos discutir se tais designações foram utilizadas de forma discriminatória. O ano de 1850, quando foi proibido o tráfico negreiro, foi apontado pela historiografia como marco para a associação de conotações raciais aos termos usados para a referência aos homens de cor, e surgiram discussões sobre o conceito de raça, discussões estas que não fazem parte de nosso tema.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">IARA DE OLIVEIRA MAIA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">OS DESIGNATIVOS DE COR APÓS A CONSTITUIÇÃO DE 1824: MARIANA (1824-1850)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2009</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-51</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O objetivo principal deste estudo consiste em analisar os contextos em que os designativos cabra, pardo, mulato e negro, que referiam a indivíduos de cor ou mestiços, aparecem no repertório dos processos criminais após a Constituição de 1824, quando foi revogada a “mancha de sangue” contra os afrodescendentes, considerando como cidadãos brasileiros todos os homens livres independente da cor. Neste sentido, tendo como fonte principal os processos crimes em Mariana entre os anos de 1824-1850, visamos discutir se tais designações foram utilizadas de forma discriminatória. O ano de 1850, quando foi proibidotráfico negreiro, foi apontado pela historiografia como marco para a associação de conotações raciais aos termos usados para a referência aos homens de cor, e surgiram discussões sobreconceito de raça, discussões estas que não fazem parte de nosso tema.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">TADEU PAMPLONA PAGNOSSA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DE ROMA A MARIANA: COMUNISMO E POLÍTICA NO &amp;ldquo;O ARQUIDIOCESANO&amp;rdquo; (1959-1964)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-99</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Esta Monografia de Bacharelado em História, utilizando análise documental do jornal “O Arquidiocesano – Órgão Oficial da Arquidiocese de Mariana” tem como objetivo principal identificar qual é a posição política adotada por esta Instituição Católica e expressa no semanário, acerca dos principais acontecimentos políticos mundiais e brasileiros ocorridos na primeira metade da década de 1960, principalmente em relação ao comunismo. Para isto faremos uma contextualização histórica sobre as raízes conservadoras da Arquidiocese de Mariana; como também analisaremos quais foram as principais estratégias adotadas por esta para fazer frente ao “inimigo vermelho”.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Juliana Rimoli de Oliveira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A EDUCAÇÃO PARA AS MULHERES DURANTE A TRANSIÇÃO DO SÉCULO XIX PARA O XX COMO RESULTADO DO ABURGUESAMENTO DA SOCIEDADE.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-60</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Maykon Rodrigues dos Santos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ENTRE SECOS E MOLHADOS: A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES MINA NO PEQUENO COMÉRCIO E A CONSTRUÇÃO DE INDENTIDADES. VILA RICA, 1773-1794</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-118</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Lamon Fernandes de Siqueira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%"> HIPÓLITO JOSÉ DA COSTA E A MAÇONARIA NO MUNDO LUSO-BRASILEIRO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-56</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Bruno Diniz Silva</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A HISTÓRIA ESCRITA COMO META-NARRATIVA NACIONAL: REFLEXÕES SOBRE A MEMÓRIA HISTÓRICA E DOCUMENTADA DA PROVINCIA DO MARANHÃO DE 1839 A 1840</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-91</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Júlia Ribeiro Junqueira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A INDEPENDÊNCIA COMO MITO FUNDADOR NAS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO: A FORMAÇÃO DE UMA HISTÓRIA-MEMÓRIA NO JORNAL DO COMERCIO EM 1922</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-70</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARINA DE OLIVEIRA FURLAN</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A NECESSIDADE DO PECADO: PELÁGIA DE PROSTITUTA A SANTA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-61</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Gabriele Fregonesi Prado</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">PESQUISAS ARQUEOLÓGICAS NA ZONA DA MATA MINEIRA. Arqueologia como formação de uma identidade </style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-60</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DIOGO FONSECA BORSOI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Por dentro de mapas e planos: práticas cotidianas e dinâmica urbana em Mariana-MG (1740-1800)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-92</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Esta monografia de Bacharelado em História Urbana do Brasil analisa as relações entre citadinos e a Câmara Municipal da Vila/Cidade de Mariana, no período de 1740 a 1800. A maior parte da literatura referente à morfologia urbana no Brasil fixou-se nas relações entre a Cabeça do Império e sua colónia americana, não contemplando sistematicamente outros órgãos de poder que foram diretamente participantes do processo de urbanização luso-brasileira. De acordo com essas obras, a Câmara Municipal de Mariana, por posturas, acórdãos e editais, foi o agente interventor do núcleo urbano da cidade, com práticas (CERTEAU, 1985 e 1994) advindas da tentativa de solucionar problemas cotidianos na Vila/Cidade. Porém muitas vezes essas soluções iam de encontro aos espaços habitados do núcleo, obrigando a Câmara Municipal a negociar com os citadinos a fim de manter ou realizar um espaço idealizado. Além disso, as resoluções camarárias registradas nos livros de posturas, acórdãos e editais apontam a tentativa de normalização de hábitos dos moradores que eram danosos ao espaço construído do núcleo, exigindo, mais uma vez, negociação com os citadinos, a fim de evitar ou minimizar os danos causados à Vila/ Cidade de Mariana.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Lucas Reis da Silva</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">RELAÇÕES ENTRE O MOVIMENTO DOS TRABALHADORES RURAIS SEM TERRA E O GOVERNO LULA (2003-2006)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-131</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Flávia Florentino Varella</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DECADÊNCIA, HISTORIOGRAFIA E IMAGEM IMPERIAL NAS OBRAS DE TÁCITO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-59</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Juliana Rímoli Oliveira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A educação para as mulheres durante a transição do século XIX para o XX como resultado do aburguesamento da sociedade.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-60</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Data do século XIX a primeira lei de ensino no Brasil que estendia o direito à educação pública aos cidadãos brasileiros. Educação que serviria, em suma, para formar cidadãos para a República nascente, cidadãos com moralidade e ética. Para as mulheres esse foi o primeiro passo de uma luta que até hoje não terminou. O avanço da educação feminina assim se complementa com o ideário de uma nova nação que tem suas raízes firmadas nas mudanças&lt;br&gt;ocorridas na sociedade graças a chegada da modernização. Desta forma o que se busca provar neste trabalho é o quanto o ideário republicano considerava o letramento e a instrução como quesitos importantes para a modernização de nosso país, e de que forma isso influenciou e foi influenciado pelo processo de aburguesamento da sociedade.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume18 / 2008 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">18</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-305</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Marina de Oliveira Furlan</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A necessidade do pecado: Pelágia de prostituta a santa.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-60</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Monografia de Bacharelado que tem por objeto de estudos a VidaPelágia, prostituta que viveu em Antioquia no século IV e foi considerada santa pelos cristãos do Oriente. Trata-se da análise de uma fonte típica do cristianismo oriental, apresentando entretanto, particularidades que a torna diferenciada: a prostituta, que se apresenta como um monge eunuco após sua conversão. Seu estudo possibilita um melhor entendimento de uma importante manifestação da religiosidade cristã dos primeiros séculos, o ascetismo,partir de um estudo hagiográfico.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">GABRIELA FREGONESI PRADO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Pesquisas arqueológicas na Zona da Mata Mineira. A arqueologia como formação de uma identidade.</style></title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-61</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Monografia de Bacharelado em História que analisa a arqueologia como ciência que se destaca nacional e regionalmente como um importante instrumento de estudo crítico de uma sociedade ao pesquisar e interpretar sua cultura material. O presente estudo refere-se à arqueologia brasileira ao focar a arqueologia da Zona da Mata mineira e utiliza como base de pesquisa os resultados obtidos até o momento pelo Projeto de Mapeamento Arqueológico e Cultural da Zona da Mata Mineira, iniciado no ano 2000 na Universidade Federal de Juiz de Fora. Através deste estudo apresentamos a possibilidade de uma arqueologia como ferramenta de construção de uma identidade nacional e ou local, no caso da Zona da Mata Mineira.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Paulo Coelho Mesquita Santos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Um estudo dos debates sobre a legislação e o desenvolvimento da mineração do Manganês, Ferro e Areia Monazita no Brasil: 1889-1930.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-94</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Esta monografia objetiva abordar os debates acerca do desenvolvimento da atividade mineral no&amp;nbsp;Brasil no período entre 1889 e 1930 destacando o Manganês, o Minério de Ferro e a Areia Monazita. Buscaremos analisar os argumentos de dois grupos com perspectivas distintas acerca do&lt;br&gt;desenvolvimento deste setor, um deles identificado com medidas liberais e outro com propostas de&amp;nbsp;viés nacionalista.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">HELOÍSA CRISTIANE FERREIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CENTRO DE MEMÓRIA MUSICAL &amp;ldquo;UNIÃO XV DE NOVEMBRO&amp;rdquo;</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-80</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A monografia de Bacharelado em História da cultura do Brasil tem&amp;nbsp;como objeto de estudo a banda da Sociedade Musical “União XV de&amp;nbsp;Novembro”, existente há 105 anos na cidade de Mariana. Ao final da pesquisa,&amp;nbsp;pretende-se fornecer subsídios para a conceituação e a justificativa da&amp;nbsp;existência de um lugar da memória da música da banda em Mariana.&lt;br&gt;O texto fornecerá diretrizes para a criação de um museu que terá o&amp;nbsp;objetivo de preservar e difundir a tradição musical. O espaço e a ação proposta&amp;nbsp;para o museu trarão maior visibilidade a um importante lugar de prática da música, a banda “União XV de Novembro”. A exposição estimulará a própria&amp;nbsp;permanência da banda que vem atravessando diferentes gerações e constitui&amp;nbsp;um elemento vivo de manifestação da tradição cultural marianense.&lt;br&gt;O historiador tem um papel fundamental para a construção e&amp;nbsp;execução desse projeto, pois ele pode instrumentalizar o reconhecimento e a&amp;nbsp;difusão de valores culturais da sociedade. O historiador também tem a função&amp;nbsp;de resgatar e preservar a memória, facilitando o reconhecimento do patrimônio&amp;nbsp;cultural que uma dada população conserva. E ainda o papel de promover o&amp;nbsp;museu como uma fonte inesgotável de pesquisa.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUÍS ANTÔNIO DA COSTA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DOM ANTÔNIO FERREIRA VIÇOSO E A EDUCAÇÃO NO SEMINÁRIO DE NOSSA SENHORA DA BOA MORTE: O EMPARO AOS ÓRFÃOS E ÀS CRIANÇAS E JOVENS POBRES NO CONTEXTO EDUCACIONAL DE MINAS GERAIS.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-78</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho apresenta através de um levantamento biográfico o bispo de&amp;nbsp;Mariana, Dom Antônio Ferreira Viçoso, e sua constante preocupação com a educação.&amp;nbsp;Esse homem que se tornaria uma das mais importantes figuras do cenário mineiro&amp;nbsp;oitocentista foi, durante sua trajetória no Brasil, padre, missionário, educador da&amp;nbsp;juventude, protetor dos pobres, dos órfãos, dos escravos e da Igreja, através da sua&amp;nbsp;trajetória foram analisados os aspectos que serviram como base para sua característica&amp;nbsp;marcante no papel de bispo: sua grande preocupação com a educação da juventude.&amp;nbsp;Com base em uma metodologia amparada na História das Idéias Psicológicas, foram&amp;nbsp;analisadas fontes primárias – como suas correspondências e manuscritos – além de literaturas ligadas diretamente ao Bispo. Nesse trabalho pode-se ver que era prioridade&amp;nbsp;para Dom Viçoso a educação da sua sociedade e também a manutenção do Seminário de&amp;nbsp;Mariana. A essa questão se volta a dita pesquisa: o amparo empregado por Dom Viçoso&amp;nbsp;às crianças e jovens desvalidos das Minas Gerais do Século XIX. Todo o ideário do&amp;nbsp;Bispo para com a questão da disciplina de seus padres e da sociedade mineira que&amp;nbsp;refletiram mais tarde na reforma dos costumes de toda sociedade e principalmente do&amp;nbsp;clero mineiro.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">EVERTON FERNANDO PIMENTA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">INES PIACESI, 1895-1981: UM ENSAIO BIOGRÁFICO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-110</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Este trabalho tem como objetivo a realização de uma biografia de Ines Piacesi&amp;nbsp;sob a perspectiva da biografia histórica. O relato de sua vida não se dará de maneiralhe conferir estabilidade o que, portanto, nos leva a não ignorar as situações de&amp;nbsp;instabilidade, de incertezas das quais foi dotada a existência de nossa personagem.&amp;nbsp;Destarte, através do conceito de ambivalência será abordada a trajetória de Ines&amp;nbsp;Piacesi, italiana radicada em Barbacena-MG, que teve intensa atividade, sobretudo no&amp;nbsp;setor educacional e na imprensa, durante as décadas de 1920 e 1950, configurando-se,&amp;nbsp;nesse período, como uma importante figura feminina na sociedade da referida cidade.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DENISE MARIA RIBEIRO TEDESCHI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O EMANAR DAS MINAS: A ATUAÇÃO DA CÂMARA NO PROVIMENTO DA ÁGUA EM MARIANA (1740-1760)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-144</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Os chafarizes públicos constituíam uma das formas de adução da água em&amp;nbsp;meados do século XVIII em Minas Gerais. Nosso objetivo central neste trabalho é&amp;nbsp;entender como esta obra pública setecentista, financiada pelo Senado da Câmara, ao&amp;nbsp;oferecer um bem público essencial – a água – à população, esteve presente no&amp;nbsp;cotidiano urbano mineiro. Nesta perspectiva analisamos, particularmente, a cidade de&amp;nbsp;Mariana, centro religioso da Capitania. Elucidamos a atuação do Senado da Câmara&amp;nbsp;de Mariana no provimento da água entre 1740-1760, quando se iniciaram as&amp;nbsp;construções dos primeiros chafarizes. Como parte integrante da estrutura física&amp;nbsp;urbana mineira, os chafarizes transformaram-se em espaços de intenso convívio&amp;nbsp;social. Dessa forma, buscamos compreender as práticas administrativas e culturais&amp;nbsp;que envolveram a presença desta obra pública no espaço urbano de Mariana. Com&amp;nbsp;intuito de compreender como a água era concebida, manipulada e utilizada, no&amp;nbsp;contexto mineiro setecentista, foram analisados os contratos de obras da Câmara de&amp;nbsp;Mariana, os procedimentos políticos administrativos e construtivos, os preceitos de&amp;nbsp;organização e constituição do espaço urbano, os editais, posturas e as recomendações&lt;br&gt;do Conselho Ultramarino.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Marcia Conceição da Massena Arévalo</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Patrimônio Imaterial: Os debates, os critérios, e o histórico de uma política cultural</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">136</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;
	A política de preservação do chamado patrimônio Imaterial é debatida no Brasil e no mundo desde a década de 1970, mas constituída no âmbito legal a partir do decreto 3551/2000. A mesma utiliza o conceito &quot;Patrimônio Cultural Brasileiro&quot; numa dimensão ampla, fruto do contexto em que surge: a abertura política e democrática do país.
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
	&lt;br&gt;O que desenvolvemos nesta monografia é o estudo da trajetória desta política: os&amp;nbsp;debates que surgem em torno do uso de um novo termo para definir o acervo de&amp;nbsp;bens culturais nacionais, Imaterial, a política cultural federal que é inaugurada em&amp;nbsp;torno dele e os agentes desta política. O contexto político, a trajetória histórica, os&amp;nbsp;conceitos e categorias utilizados, as personalidades chaves, os discursos atuantes,&amp;nbsp;os cenários adotados, foram os elementos aqui estudados para a construção mínima&amp;nbsp;da trajetória da atual política cultural hoje vigente em nossa sociedade.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DIEGO OMAR DA SILVEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">RELIGIÃO, GÊNERO E CIDADANIA:15 ANOS DE HISTÓRIA DA PASTORAL DA CRIANÇAEM MARIANA, MG (1988-2003)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-69</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p&gt;
	Monografia de bacharelado em História que apresenta um estudo sobre os 15 anos (1988- 2003) da Pastoral da Criança em Mariana, MG. Este movimento dos leigos articulados na base foi um dos precursores do trabalho social da Igreja Católica no município sob uma nova orientação, não mais marcada por um viés fortemente assistencialista, mas por uma&amp;nbsp;postura de crítica, conscientização e ação frente à precariedade social que caracteriza &amp;nbsp; cotidiano de uma parcela considerável da população local. A Pastoral da Criança foi implantada na Arquidiocese já no primeiro ano do episcopado de dom Luciano Mendes de Almeida (1988-2006), período que, ao que tudo indica, corresponde (local e nacionalmente)&lt;br&gt;a um momento histórico favorável à afirmação dos “direitos dos cidadãos”, proclamados na constituição de 1988 e, em especial dos menores carentes, como sugere o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990). Nossa análise busca identificar as articulações que se foram tecendo no trabalho desses leigos marianenses – mulheres, mães e pobres, em sua&lt;br&gt;maioria – entre religião, gênero e cidadania.&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;
	&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Walter Francisco Figueiredo Lowande</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">TRADICIONAL CASA MODERNA: GILBERTO FREYRE, LUCIO COSTA E O SPHAN NA DECADA DE 1930</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-117</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Walter Francisco Figueiredo Lowande</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">TRADICIONAL CASA MODERNA: GILBERTO FREYRE, LUCIO COSTA E O SPHAN NA DECADA DE 1930</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-117</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ADILSON MARQUES DUTRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Acervo Documental em Ouro Preto: O Acesso à Informação Arquivística como Elemento Constitutivo da Cidadania</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-109</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Este trabalho de Monografia tem por objetivo compreender a relação&amp;nbsp;existente entre um arquivo público municipal e o exercício da cidadania. Através da&amp;nbsp;metodologia de estudo de caso, investigamos como o acesso à informação em um&amp;nbsp;arquivo municipal pode contribuir para o exercício da cidadania. Nossa pesquisa&amp;nbsp;trata da importância da preservação de acervos arquivísticos municipais, para&amp;nbsp;promover o desenvolvimento humano e a prática efetiva da cidadania. Tivemos acesso aos textos relacionados com nosso tema, de autores da área da Arquivística e&amp;nbsp;da Ciência da Informação, e aos dados apurados em pesquisa realizada no Arquivo&amp;nbsp;Público Municipal de Ouro Preto. Concluímos que o Arquivo tem contribuído pouco para o exercício da cidadania, talvez porque a comunidade não perceba o valor dos&amp;nbsp;arquivos como testemunho das instituições públicas e privadas.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Simone Cristina de Faria</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Arrecadando um direito de Vossa Majestade: os Cobradores dos Quintos Reais em Mariana Setecentista.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-157</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Esta monografia de Bacharelado em História Social do Brasil tem como objetivo investigar os indivíduos que exerciam o cargo de cobradores dos quintos reais no Termo de Mariana Setecentista. No entanto, considerei&lt;br&gt;importante, inicialmente, desenvolver algumas reflexões teórico-metodológicas, sobre a lógica de produção do conhecimento histórico, bem&amp;nbsp;como sobre a historiografia atual que envolve o objeto de estudo proposto. Logo após, busquei apontar os principais aspectos sócio-culturais e políticos das Minas Gerais no século XVIII, dando especial atenção para a questão da fiscalidade na região mencionada. Por fim, pretendi analisar a estrutura e&amp;nbsp;funcionamento do cargo de cobrador dos quintos reais, bem como o perfil e&amp;nbsp;inserção social desses indivíduos, suas funções, estratégias de ascensão social,&amp;nbsp;e recursos disponíveis para efetivar seus interesses. Pretendi, dessa forma,&amp;nbsp;visualizar melhor o panorama das hierarquias sociais na região das minas&lt;br&gt;setencentistas, no auge minerador, tentando fundamentalmente compreender&amp;nbsp;melhor a sociedade colonial na qual esses indivíduos estavam inseridos.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Simone Cristina de Faria</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Arrecadando um direito de Vossa Majestade: os Cobradores dosQuintos Reais em Mariana Setecentista.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-141</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Tatiana da Costa Sena</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O CONSUMO DE LOUÇAS ESTRANGEIRAS E A PRODUÇÃO ARTESANAL DE LOUÇA VIDRADA EM VILA RICA (1808-1822)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-98</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Tatiana da Costa Sena</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O consumo de louças estrangeiras e produção artesanal de louça vidrada emVila Rica (1808-1822)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-100</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta monografia de Bacharelado em História tem como principal objetivo investigar a trajetória da fábrica de Cerâmica Saramenha, existente nas Minas oitocentistas. A fábrica de Cerâmica destinada a produzir artigos domésticos e de higiene para uso cotidiano, ficou conhecida na historiografia como fábrica de Cerâmica Saramenha por ter sido instalada na região de mesmo nome. Pretendemos verificar também, através de inventários post-mortem, o consumo de louças estrangeiras, relacionando–as com a louça vidrada produzida em Saramenha. Para a referida analise utilizamos documentos escritos e vestígios arqueológicos coletados em unidades domésticas da região. O que nos encaminhou para uma investigação da sociedade sob o olhar da cultura material. Assim empregamos referenciais teóricos tanto da Arqueologia Histórica quanto da Historiografia.&lt;/p&gt;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ISABEL CRISTINA LEITE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">COLINA - OPOSIÇÃO ARMADA E MEMÓRIAS DO REGIMEMILITAR EM BELO HORIZONTE (1967-1969)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-136</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A presente monografia de Bacharelado em História Política do Brasil analisaluta armada como uma proposta política no combate à ditadura militar (1964-1985). Num estudo de caso, apresento o grupo COLINA - Comandos de Libertação Nacional e suas propostas revolucionárias. Para o grupo, oriundo da POLOP (Política Operária), limitar-se às discussões teóricas não era suficiente, o que era&amp;nbsp;necessário naquele momento seria mais ousadia para chamar a atenção da sociedade para o engodo que representava o regime militar. Apesar de sua breve atuaçao, o COLINA foi uma das organizações pioneiras em assumir seus assaltos como atitudes políticas e soube dosar militarismo com discussões teóricas não conseguindo, assim, total desvencilhamento da tradição da POLOP. A história oralusada como metodologia de apoio para que, através dos depoimentos, possamos conhecer de perto os “protagonistas anônimos” desta história.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RICARDO BATISTA DE OLIVEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ÍNDIOS E ROCEIROS: DESTRIBALIZAÇÃO INDÍGENA E A CONQUISTA DA MATA MINEIRA (1770-1830)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-96</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Nosso objetivo é investigar o processo de destribalização e redução dos indígenas que habitavam a Mata mineira e, deste modo, verificar a&amp;nbsp;importância desse processo para com a conquista e formação da sociedade&amp;nbsp;nessa área, dando atenção especial à região do Arraial de São João Batista do&amp;nbsp;Presídio, entre 1770 e 1830. Estudaremos dessa maneira, as várias estruturas&amp;nbsp;destribalizantes envolvidas nesse processo, as formas de resistência indígena&amp;nbsp;e a posterior integração do índio na sociedade colonial.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Alisson Frances Pereira Frade</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A LUTA DOS ESCRAVOS PELA LIBERDADE NA CIDADE DE MARIANA E SUA REGIÃO - 1850 A 1889</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-61</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DEISE SIMÕES RODRIGUES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MEMÓRIA DA ARTE:MESTRE JUCA E A REINVENÇÃO DA CANTARIA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-70</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho trata da aplicação da metodologia de história oral&amp;nbsp;no registro do processo da reinvenção da cantaria em Ouro Preto. Através dos&amp;nbsp;relatos temáticos e de história de vida do mestre Juca pretende-se discutir,&amp;nbsp;principalmente, a função do espaço urbano como o depositário da memória da&amp;nbsp;técnica (Maurice Halbwachs), o que pode ter permitido ao artesão reinventarofício a partir de sua intensa experiência com os &amp;nbsp;monumentos urbanos&amp;nbsp;preservados.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ROMILDA OLIVEIRA ALVES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MULHERES SOLTEIRAS CHEFES DE DOMICÍLIO: MARIANA C.1807-Cl 822</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-113</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Esta monografia visa expor algumas informações referentes aos&amp;nbsp;resultados alcançados pela pesquisa “Mulheres solteiras chefes de domicílio&amp;nbsp;em Mariana: c.1807- c.1822”. A idéia foi estabelecer elos e comparações com&amp;nbsp;os estudos desenvolvidos por Donald Ramos sobre “A mulher e a família em&amp;nbsp;Vila Rica do Ouro Preto: 1754 - 1838”, no qual o autor quantificou e analisou&amp;nbsp;os domicílios chefiados por mulheres na área urbana e rural. Neste sentido,&amp;nbsp;dirigimos nosso foco de atenção ao fenômeno da ilegitimidade, como também&lt;br&gt;às similaridades e diferenças da estrutura e organização dos domicílios&amp;nbsp;pertencentes às regiões de “expansão agrícola” - Termo de Mariana - e área&amp;nbsp;urbana de Mariana. Enquadrando-se no âmbito da demografia histórica, esta&amp;nbsp;pesquisa se insere nos atuais estudos das relações de gênero que, aliadas à&amp;nbsp;história da mulher associam-se ao campo da história social da família.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Thales Carneiro de Alencar</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">NA CALADA DA NOITE; Aspectos oníricos e aspectos subversivos da vida noturna na sociedade colonial mineira.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-122</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Este trabalho busca a compreensão do modo como a noite na sociedade colonial de Minas Gerais era pensada e vivida. Tentaremos entender o modo como na capitania de Minas Gerais os&amp;nbsp;indivíduos se apropriavam das “representações” de longuíssimas durações, construindo novas&amp;nbsp;mentalidades baseadas em experiências cotidianas. Tais mentalidades variavam entre dois pólos&amp;nbsp;ao mesmo tempo dicotômico e complementar. Por um lado, o pólo da noite onírica, onde o&amp;nbsp;mundo dos sonhos e do sono poderia promover momentos de aproximação e sedimentação em&amp;nbsp;relações sociais fluidas. Por outro lado, o pólo da noite subversiva, onde a calada da noite poderia&amp;nbsp;dissimular uma série de práticas subversivas, algumas delas de natureza explícita, outras de&amp;nbsp;natureza implícita.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">NOTA SOBRE UMA TRADIÇÃO SUBTERRÂNEA: A HISTORIOGRAFIA SOBRE MINAS GERAIS NO SÉCULO XIX-1854-1913</style></title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-104</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARCELO RAIMUNDO ASSUNÇÃO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">EXCLUSÃO SOCIAL ONTEM E HOJE. Conjuntura ou estratégia de poder.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-45</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Exclusão social é um termo que, a partir dos anos 90 do século XX, passou a ser constantemente citado para pontuar desigualdades sociais no âmbito&amp;nbsp;internacional, regional, municipal. Hoje, índices de exclusão a partir de&amp;nbsp;indicadores estabelecidos são cada vez mais comuns e servem para comparar&amp;nbsp;populações. O poder público, também tem nesta ferramenta, uma fonte de&amp;nbsp;informação para o estabelecimento de políticas apropriadas de gestão. Os índices&amp;nbsp;de exclusão calculados no Brasil, independente do foco - regional, municipal ou&amp;nbsp;setores' de um município - têm mostrado ilhas de desenvolvimento cercado por&lt;br&gt;área de exclusão. Neste trabalho, foi determinado o índice de Desenvolvimento&amp;nbsp;Renda e Educação do município sede de Mariana, usando com base o Mapa da&amp;nbsp;Exclusão Social em Mariana de Junho 2003. O resultado não foi diferente do&amp;nbsp;padrão do Brasil. Uma análise histórica com foco no período de formação das&lt;br&gt;Minas (1696 a 1789), região onde Mariana está inserida, mostra que exclusão&amp;nbsp;social estava presente, e se mantêm, resultado de ações, omissões e permissões de&amp;nbsp;uma ordem econômica centralizadora de renda.</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">FELIPE RODRIGUES DE OLIVEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">FLUXOS MERCANTIS E ESPAÇO ECONÔMICO NAS &amp;quot;MINAS GERAIS&amp;quot;</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-50</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume16 / 2006 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">16</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-256</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">VALÉRIA CRISTINA RODRIGUES DE SOUZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A &amp;quot;REVOLUÇÃO&amp;quot; DE 1842</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-80</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente texto visa discorrer sobre o tema do movimento de 1842 em&amp;nbsp;Minas Gerais, proporcionando um maior entendimento das idéias que&amp;nbsp;integravam o jogo político de meados do século XIX. Busca também perceber a&amp;nbsp;mudança no conceito de revolução naquele contexto, crucial para entender a&amp;nbsp;mobilização discursiva dos legalistas paia dar fim ao movimento.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Guilherme Cabral Nóbrega</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">SENHORES NEGROS: UM BREVE ESTUDO SOBRE LIBERTOS DONOS DE ESCRAVOS EM MARIANA DE 1750 A 1760</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-62</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho aborda primeiramente o desenvolvimento do debate historiográfico a respeito da escravidão, para contextualização do mesmo, mostrando que atualmente não se pretende estudar a escravidão como um sistema ou um todo, mas sim em suas particularidades e curiosidades. Logo em seguida, traça-se um panorama geral da evolução do escravismo na África, para se mostrar que esse fenômeno já estava presente na&lt;br&gt;mentalidade do negro africano, e que, ao chegar ao Brasil, de certa forma&amp;nbsp;não estavam vivenciando uma situação tão nova. Finalmente, abordaremos o escravismo mineiro focalizando a relação entre libertos que se tornaram senhores e sua relação com seus escravos, analisando principalmente a relação entre parentesco, religiosidade e&lt;br&gt;quantidade de manumissões.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">THIAGO RABELO SALES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">As Relações entre o Império do Brasil e a República do Paraguai no Contexto do Pós-Guerra (1870-1875)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-62</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História das Relações Internacionais que analisa&amp;nbsp;as ações do Ministério de Negócios Exteriores do Império brasileiro antes,&amp;nbsp;durante e depois da Guerra da Tríplice Aliança. Além disso, falaremos sobre as&amp;nbsp;diversas opiniões acerca dos motivos que levaram brasileiros, argentinosuruguaios a empunharem as armas numa luta contra o governo paraguaio.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Rafael Cyrino Mansur</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Conceitualizaçao de Mercado para pesquisa de Survey</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-159</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A Monografia em História Quantitativa Moderna Contemporânea tem por&amp;nbsp;objetivo construir uma ferramenta de pesquisa na área comum às disciplinas das&amp;nbsp;ciências sociais. A ferramenta de pesquisa seria um questionário estruturado e&amp;nbsp;padronizado, em condições de ser aplicado em uma pesquisa tipo survey&amp;nbsp;(quantitativa, promovida junto a uma amostra probabilística de uma dada&amp;nbsp;população). Para efeito de controle, a população da qual seriam feitos os testes seria&amp;nbsp;a do município de Mariana.&lt;br&gt;O questionário, então, foi baseado a partir da corrente de pensamento&amp;nbsp;denominado liberalismo. Utilizando os autores liberais como John Locke, David&amp;nbsp;Ricardo, David Hume, Adam Smith, demonstramos como os autores observam o&amp;nbsp;conceito de mercado e como estes conceitos poderiam ser expostos num&amp;nbsp;questionário de uma pesquisa tipo survey.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Caio Pinheiro Teixeira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Ditadura Uma visão Global</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-62</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LEANDRO BRAGA DE ANDRADE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ESCRAVISMO E CAMPESINATO NA ECONOMIA DE MINAS GERAIS NA PRIMEIRA METADE DO SÉCULO XIX</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-92</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">André Luiz Mantovani</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">FAÇA-SE A LUZ: modernidade e demandas sociais na eletrificação da iluminação pública em Ouro Preto, 1880-1920</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-75</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História que analisa algumas relações estabelecidas entre tecnologia e sociedade, tendo como objeto a eletrificação da iluminação pública&amp;nbsp;em Ouro Preto entre os anos de 1880 e 1920. Buscaremos demonstrar como a mudança&amp;nbsp;da fonte energética da iluminação pública foi utilizada por parte da elite mineira e ouropretana enquanto uma das estratégias para a manutenção do título de capital de Minas Gerais esta cidade; e como a população reinterpretou os interesses dessa elite.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Arnaldo José Zangelmi</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Histórias e Memórias: passado vivido e lembranças no Instituto de Ciências Humanas e Sociais(1979-1994).</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-36</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LEONARDO ANGRISANO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">HOLLYWOOD - RAÍZES DA INFLUÊNCIA CULTURAL NAS OCIEDADE BRASILEIRA E BELO-HORIZONTINA DE 1930 À 1960</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-88</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História social e cultural do Brasil, que analisa&amp;nbsp;um pouco da história de Hollywood e sua influência cultural na sociedade&amp;nbsp;brasileira e em especial, na sociedade belo-horizontina nas décadas de 30, 40 e&amp;nbsp;50. Serão analisados aspectos importantes da primeira metade do século XX,&amp;nbsp;como o surgimento dos meios de comunicação de massa, urbanização, Segunda-Guerra Mundial. Tudo isso juntamente com o crescimento das produções de&amp;nbsp;Hollywood e a formação de seus expectadores aqui no Brasil.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARIANA SOUSA BRACARENSE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">REPRESENTAÇÕES DA IMIGRAÇÃO LIBANESA EM BELO HORIZONTE</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-77</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História Social que analisa a inserção do imigrante libanês em Belo Horizonte a partir de depoimentos&amp;nbsp;orais. Partindo das características organizacionais da sociedade libanesa e da&amp;nbsp;necessidade de interação do libanês com o brasileiro, trata do processo de&amp;nbsp;reelaboração da identidade e das representações desse grupo em contato com a&amp;nbsp;sociedade receptora.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Paula Maciel Souza</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Todo brasileiro é um mestiço: a questão da formação da identidade nacional e intelectual na História da Literatura Brasileira de Sílvio Romero 1888.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-53</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História Social da Cultura, que procura analisar a&amp;nbsp;questão da formação da identidade nacional e intelectual brasileira através da&amp;nbsp;crítica literária do final do século XIX, principalmente a crítica contida na História&amp;nbsp;da Literatura Brasileira de Sílvio Romero (1888), autor de reconhecida Influência&amp;nbsp;no debate acerca dessa questão na passagem do século XIX para o XX, assim&amp;nbsp;como na produção intelectual, inclusive historiográfica, posterior. O objetivo deste&amp;nbsp;trabalho é a análise da obra a partir de três eixos temáticos básicos, que&amp;nbsp;correspondem ao tratamento pelo autor das questões do moderno, do&amp;nbsp;regionalismo e da formação étnico-cultural da sociedade brasileira, que nos&amp;nbsp;termos da época, corresponde a questão das “raças”.&amp;nbsp;Em meio a esta analise, surge a questão da formação intelectual no Brasil, uma&amp;nbsp;vez que no período estudado podemos observar o encaminhamento do processo&amp;nbsp;de profissionalização do escritor brasileiro.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Suianni Cordeiro Macedo</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Effigie Eximius: Apresentação e teatralidade no retrato de Dom Frei Manoel da Cruz</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-111</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A grande distinção do bispo dentro da sociedade colonial revela-se&amp;nbsp;pela festa realizada por motivo de sua chegada e perpetua-se no retrato&amp;nbsp;executado para representá-lo. O retrato de Dom Frei Manoel da Cruz revela-se&amp;nbsp;um elemento importante e em vários aspectos singular para encontrar os&amp;nbsp;anseios e expectativas da sociedade mineira setecentista. Além disso, enquanto&amp;nbsp;parte significativa da história colonial brasileira, indicia o desenvolvimento da&amp;nbsp;arte do retrato e seu envolvimento com o Barroco europeu.&amp;nbsp;O intuito deste trabalho é, alem de perceber o papel e os significados&amp;nbsp;que o retrato assume, buscar as funções atribuídas às imagens de autoridades na&amp;nbsp;sociedade colonial. O retrato torna-se capaz de multiplicar e ampliar o personagem. A autoridade “presentifica-se” em múltiplos espaços e seu poder&amp;nbsp;consolida-se e convence o espectador.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Michelle Cardoso Brandão</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Estado e quadro fiscal na Era Moderna: Portugal e Brasil</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-60</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho tem como objetivo apresentar o quadro burocrático do &amp;nbsp;Estado&amp;nbsp;português em sua plenitude, ou seja, alcançando o além mar: à colônia brasileira. Sendo&amp;nbsp;abordado, em detalhe, o caso específico de Minas Gerais.&amp;nbsp;Será, ainda, analisado o funcionamento da Câmara Municipal de Mariana em seu&amp;nbsp;período de funcionamento (1711 a 1808), bem como seus dados de receita e despesa entre&amp;nbsp;os anos de 1711 a 1800.&lt;br&gt;Neste contexto, será também abordada a dinâmica interna colonial, bem como suas&amp;nbsp;redes de negociação e a ‘autonomia’ adquirida pela sociedade colonial em relação à&amp;nbsp;metrópole.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>23</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume15 / 2005 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">15</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-206</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JOSÉ RICARDO ALVES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CAMARGOS: FESTAS, CULTURA E RELIGIOSIDADE</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-39</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História Cultural que analisa a comunidade do&amp;nbsp;distrito de Camargos e suas práticas religiosas, sociais e culturais, do início do século&amp;nbsp;XX até os dias atuais, destacando as suas principais festas religiosas, com o objetivo&amp;nbsp;de compreender a influência que tais festas exerciam ou ainda exercem na vida e na&amp;nbsp;cultura da comunidade.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Luiz Gustavo Santos Cota</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Emancipacionismo e Abolicionismo: clérigos e advogados no final do sistema escravista de Mariana, Minas Gerais, 1871-1888.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-98</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho tem como objeto realizar um estudo sobre o&amp;nbsp;emancipacionismo e o abolicionismo na cidade de Mariana, nas últimas décadas da&amp;nbsp;escravidão (1871-1888). O objetivo da pesquisa foi o de perceber, através da ação do&amp;nbsp;clero e de advogados, se a campanha antiescravista existiu na referida cidade e se ela&amp;nbsp;teve uma conotação mais ofensiva, influenciando fugas e revoltas escravas (marca da&amp;nbsp;campanha abolicionista), ou se as estratégias adotadas foram mais moderadas&amp;nbsp;(característica do emancipacionismo), ou seja, uma campanha pela extinção lenta e&amp;nbsp;gradual do trabalho escravo.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ALEXANDRE GOMES DA SILVA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A MODERNA REPRESENTAÇÃO DE THOMAS HOBBES (1588-1679)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-153</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História Política que analisa o conceito de Representação&amp;nbsp;Política, que é um dos termos mais complexos no estudo da Política. Por &amp;nbsp;essa característica,&amp;nbsp;desde que o termo “representação” também passou a fazer parte do vocabulário político até&amp;nbsp;os nossos dias, pode-se dizer que houve uma multiplicação de perspectivas para o seu&amp;nbsp;entendimento. Para percorrer esses caminhos, deve-se partir do início daquela passagem: o .pensamento político de Thomas Hobbes (1588-1679). Sendo o primeiro, nesse tipo de&amp;nbsp;abordagem, Hobbes construiu seu conceito junto à sua teoria do Estado. Mas antes,&amp;nbsp;demonstrou uma natureza humana que necessitava de paz e segurança; ou seja, precisava&amp;nbsp;então de um Estado Civil. Por sua vez, o indivíduo necessitava uma representação de si&amp;nbsp;mesmo. Como o tempo, o conceito de representação política recebeu novas formas e&amp;nbsp;sentidos de manifestação. Mas, observando-o com cuidado, em todas essas novas versões,&amp;nbsp;será possível ver que elas, de certa forma, já haviam sido teorizadas por Hobbes. Algumas&amp;nbsp;versões de representação política podem ser chamadas de “representações políticas&amp;nbsp;maiores” (absoluta independência do representante), e. as demais, “representações políticas&amp;nbsp;menores” (mandato imperativo e delegação).&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ALEXANDRA MARIA PEREIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">UM ESTUDO HISTORIOGRÁFICO: CARLO GINZBURG E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO HISTÓRICO EM O QUEIJO E OS VERMES</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-48</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História que analisa a construção do&amp;nbsp;conhecimento histórico a partir da proposta metodológica do historiador italiano Carlo&amp;nbsp;Ginzburg em seu livro O queijo e os vermes. Uma discussão importante feita pelo&amp;nbsp;historiador italiano nesta obra se refere ao caráter objetivo da História, e aí se encontra&amp;nbsp;sua principal contribuição aos estudos da Metodologia: o paradigma indiciário. Durante&amp;nbsp;o desenvolvimento dessa monografia, buscou-se analisar a forma como Ginzburg&amp;nbsp;reconstituiu a identidade do objeto histórico, em O queijo e os vermes, de acordo com a&amp;nbsp;sua opção pela leitura das formas culturais, o conceito de circularidade, em conjunto&amp;nbsp;com as redes de relações presentes na temporalidade.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Alex Fernandes Bohrer</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">IMAGINÁRIO DA PAIXÃO DE CRISTO Cultura Artística e Religiosa nos Séculos XVIII e XIX no Alto Rio das Velhas</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-66</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Em Minas colonial o ‘homem barroco’ deixou seus ‘ossos’ por toda&amp;nbsp;parte. Desde os centros urbanos de maior burburinho cultural e intelectual até os&amp;nbsp;pequeninos povoados dominados por pitorescas capelas coloniais, todos são&amp;nbsp;testemunhas de um mundo barroco nascido na distante Europa e miscigenado&amp;nbsp;em solo americano. A proximidade regional que temos desses vestígios&amp;nbsp;esconde algo mais que um presente da geografia. Há entre nós e eles (os&amp;nbsp;‘homens barrocos’) certa afinidade histórica. Na mente do homem moderno que&amp;nbsp;habita as mesmas Minas - que nos legaram obras dignas da melhor arte&amp;nbsp;humana - habitam vestígios do período colonial, gestados pelo barroco&amp;nbsp;‘adaptado’ dos mineiros, formando (e ‘re-formando’) um estado mental típico.&amp;nbsp;As manifestações religiosas ligadas à Paixão de Cristo são parte deste&amp;nbsp;legado. O estudo do Imaginário da Paixão na ‘Minas Barroca’ - tendo a região&amp;nbsp;do Alto Rio das Velhas, nas proximidades da velha capital colonial, como&amp;nbsp;recorte espacial (Cachoeira do Campo, São Bartolomeu e Casa Branca,&amp;nbsp;especificamente) - é o alvo desta monografia. A Paixão presente nos espaços&amp;nbsp;religiosos (igrejas e capelas), nos espaços públicos (cruzes e cruzeiros de&amp;nbsp;martírio), nas mentalidades (as celebrações da Semana Santa e a Adoração da&amp;nbsp;Cruz, por exemplo) será, então, nosso objeto.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume14 / 2004 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">14</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-184</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Frederico Antônio Ramos</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A transição do trabalho escravo para o livre em Mariana: (1850-1888).</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2004</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-42</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">TAISE CAROLINA LINHARES SOARES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">COMUNIDADES ECLESIAIS DE BASE Considerações sobre o caso de Mariana</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-84</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho pretende discutir como se deu o processo de formação e a&amp;nbsp;atuação das Comunidades Eclesiais de Base na cidade de Mariana - Minas Gerais,&amp;nbsp;considerada atualmente um dos principais Arcebispados do país. Escolhemos, para&amp;nbsp;isso, a análise do discurso oficial da Arquidiocese de Mariana, através de seu&amp;nbsp;periódico O Arquidiocesano, no período de 1968 a 1978, em relação ao tema.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CLÁUDIA DE PAULA PINTO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CONCEITO DE ALEGORIA NAS ESTÉTICAS BARROCA, ROMÂNTICA E MODERNISTA: UM ESTUDO A PARTIR DE WALTER BEN JAMIN</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-32</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Maurício da Silva</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CONSTRUINDO HISTÓRIA A PARTIR DA LINGUAGEM EDUCACIONAL NA PÓS MODERNIDADE</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-89</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Renata Cristina Roque Souza</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Elaboração de propostas de conservação de acervos públicos eprivados na região de Ouro Preto e Mariana</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-61</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DANIEL HENRIQUE DINIZ BARBOSA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A EMOP, SEUS EX-ALUNOS E SUAS MORADIAS ESTUDANTIS: Elementos para a construção de uma tradição (1930-1950)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-142</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho se propõe a discutir como surgem algumas das tradições&amp;nbsp;da Escola de Minas de Ouro Preto. Procura identificar como se constitui o passado&amp;nbsp;das moradias estudantis; a reverência aos ex-alunos da Escola por parte dos&amp;nbsp;estudantes atuais; como se constrói a personagem central da instituição, Claude&amp;nbsp;Henri Gorceix; como surge uma série de práticas comuns aos estudantes da Escola&amp;nbsp;-dentre as quais destacamos a aplicação de trotes nos alunos novatos - e; como se&amp;nbsp;lembram os estudantes mais antigos do referido estabelecimento de suas vidas&amp;nbsp;enquanto alunos do mesmo. Para isso, investiga os primórdios da Escola e aponta&amp;nbsp;alguns de seus principais problemas durante os quase 130 anos de sua existência,&amp;nbsp;priorizando, para tanto, a fonte oral e direcionando o foco da investigação para o&amp;nbsp;período compreendido entre 1930 e 1940.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">FRANCIS WELLINGTON DE BARROS ANDRADE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">IGREJA CATÓLICA E COMUNISMOA DINÂMICA ANTICOMUMSTA EM &amp;quot;O ARQUIDIOCESANO&amp;quot; (06/1961 a 06/1964)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-68</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Através da conjugação das análises qualitativa e quantitativa, este trabalho tem como objetivo principal, não apenas apresentar como também, analisar o comportamento da linha editorial do periódico católico &quot;O Arquidiocesano” da cidade de Mariana frente à questão do comunismo. A análise visa mostrar como o periódico sofria influências na escolha de assuntos de cunho pejorativo relacionados ao comunismo de acordo com o cenário sócio-político, apresentando um alinhamento com o imaginário anticomunista nacional da época.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ALINE FONSECA CARVALHO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A IMPRENSA ESCRITA E O DIA DE TIRADENTES DE 1950 A 2002</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/ UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-130</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Este é um estudo da comemoração, do dia 21 de abril, realizada em Ouro Preto de 1950 a 2002, a partir das leituras das notícias veiculadas, nos jornais O Estado de Minas (estadual) e O Liberal (da região de Ouro Preto). Analisando o discurso jornalístico e as publicações dos discursos proferidos por personalidades convidadas para serem oradores, foram identificados esforços para implantar no inconsciente coletivo ideologias legitimadoras de ações políticas que se apresentam, principalmente, nas mudanças de governo e o reforço dado ao mito de Tiradentes.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Cristina Rosana de Souza</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A Introdução da Homeopatia em Mariana no século XIX</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-62</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho visa demonstrar a introdução da homeopatia em&amp;nbsp;Mariana no século XIX, através das Irmãs de caridade vicentínas vindas de Paris.&amp;nbsp;Com isto, torna-se necessário explicitar a medicina da época, antes chamada de&amp;nbsp;Arte de Curar 1, as técnicas utilizadas pelas Irmãs, o histórico do dispensário,&amp;nbsp;hospital e colégio criado por elas. Como o tema central estudado segue o recorte&amp;nbsp;da segunda metade do século XIX, é importante relatar sobre a questão da&amp;nbsp;salubridade, as principais doenças e epidemias da segunda metade deste século,&amp;nbsp;época de fundação do Colégio Providência. A metodologia que se utilizou foram&amp;nbsp;as técnicas paleográfícas para a leitura da documentação sobre a salubridade,&amp;nbsp;epidemias e política do século XIX, presentes no Arquivo da Cúria e Arquivo da&amp;nbsp;Câmara de Mariana. Realizou-se a leitura das correspondências das Irmãs&amp;nbsp;vicentinas que retratavam a relação entre a religiosidade e a medicina, como elas&amp;nbsp;introduziram a Homeopatia nesta cidade, a leitura de bibliografia sobre História&amp;nbsp;da Homeopatia, História da medicina e História urbana no Brasil. A conclusão foi&amp;nbsp;que as Irmãs utilizavam em suas práticas médicas substâncias que eram matérias-primas para a produção de remédios homeopáticos e alopáticos e também plantas&amp;nbsp;medicinais da cultura popular, apesar das restrições à estas práticas. Estes usos&amp;nbsp;perduraram através das ordens religiosas, e através da população carente&amp;nbsp;confiante nos cuidados médicos dados por elas, como é o caso da ordem das&amp;nbsp;vícentinas e da população de Mariana.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CAMILA GARCIA FERNANDES MACHADO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MULHERES EM PROCESSO: AUTONOMIA FEMININA E SISTEMA JUDICIAL. MARIANA, SÉCULO XVIII.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/ UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-65</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Esta monografia de bacharelado tem por objetivo contestar o estereótipo relativo às mulheres setecentista, comum a inúmeros autores, que as designam como social e economicamente inativas. Procuramos demonstrar que, apesar de inseridas em uma sociedade de mentalidade patriarcal, algumas mulheres conseguiram alcançar, por meio do sistema judicial, um espaço de autonomia, criando possibilidades e oportunidades de restrição do poder patriarcal.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CAROLINA NOVAES CAIXETA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O ESTADO SEGUNDO A VISÃO DE THOMAS HOBBES</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-53</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Douglas Biagio Puglia</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O Militarismo Como Projeto de Estado</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/ UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Monografia de bacharelado sobre História Política do Brasil que analisa a constituição do Estado Militar logo após o golpe de 1964, procurando delimitar as ações governamentais e mudanças no modo de fazer política que aconteceram com a chegada dos militares ao poder. O presente trabalho busca analisar como seria a constituição desta forma de governar, pensando os militares como um grupo social específico, com suas peculiaridades e tradições próprias e que tais tradições e costumes influiriam na forma de governar e nas medidas políticas.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DANIELE MÔNICA LIMA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A PRODUÇÃO SOCIAL DA DESIGUALDADE: HIERARQUIZAÇÃO SOCIAL E ESTRATÉGIAS DE CLASSE NA FORMAÇÃO DA SOCIEDADE MINEIRA (MARIANA, 1701-1750)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-46</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Este trabalho tem como tema mais abrangente a análise das hierarquias sociais da capitania de Minas Gerais no período de 1701-1750, mais precisamente a&amp;nbsp;freguesia de Mariana e seu termo. Escolhida por entendermos que esta&amp;nbsp;representa uma trajetória que de certa forma sintetiza as possibilidades de&amp;nbsp;evolução mineira, procuramos analisar as formas de produção da desigualdade,&amp;nbsp;como ela surgia, se reiterava ou mesmo se aprofundava no momento de&amp;nbsp;formação dessa sociedade. Tentamos destacar a composição das elites locais,&lt;br&gt;seus padrões de investimento, além de quais estratégias usadas para o sucesso&amp;nbsp;ou não dessa classe.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">EMANUELLE DUARTE JUNGER</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">REGISTROS DE ALFORRIAS NA VILA DE NOSSA SENHORA DO CARMO (1716-1722)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/ UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-60</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Monografia de Bacharelado em História Social que analisa o comportamento das principais variáveis intervenientes no processo de alforria - sexo, origem, condicionalidade, etc - na Vila de Nossa Senhora do Carmo no período de 1716-1722.
&lt;/p&gt;
</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ELIZABETH VALÉRIA ROUWE DE SOUZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A ADMINISTRAÇÃO CARCERÁRIA DE MARIANA NO SÉCULO XIX (1830-1890)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-93</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A presente monografia retrata a administração carcerária de Mariana no século XIX (1830-1890). Verificamos, através da documentação da Câmara municipal dessa cidade,&amp;nbsp;que a maioria dos serviços prestados à cadeia neste período eram “terceirizados”,&amp;nbsp;possibilitando uma economia aos cofres provinciais. Dessa forma, o fornecimento de&amp;nbsp;alimento, vestuário, remédio e a limpeza e iluminação, assim como as reformas na prisão&amp;nbsp;estavam nas “mãos de terceiros”. Isso trazia conseqüências críticas para os presos que&amp;nbsp;viviam em um ambiente insalubre, com uma alimentação precária, doentes e cobertos por&amp;nbsp;alguns trapos. Ao que parece, a condição do prisioneiro e o estado lastimável da cadeia&amp;nbsp;eram uma característica marcante no século XIX, não apenas em Mariana, mas em outros locais como São José, São João del-Rei, Lavras e Rio Grande do Sul. O importante era&amp;nbsp;manter a ordem, como estabelecia a Constituição brasileira de 1824 – os meios para esse&amp;nbsp;fim não eram relevantes.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RENATA ROMUALDO DIÓRIO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A AMBÍGUA LIBERDADE: RIQUEZA E POBREZA ENTRE OS LIBERTOS DE MARIANA, 1750 -1800</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-52</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História Social que analisa as trajetórias&amp;nbsp;sociais dos libertos de Mariana, no espaço urbano, entre os anos de 1751 a&amp;nbsp;1800. A presente monografia também pretende analisar a dinâmica social dos&amp;nbsp;forros, além de verificar a ambiguidade que a conquista da “liberdade”&amp;nbsp;implicava. Dessa forma, procuramos detectar o contingente de libertos que&amp;nbsp;faleceu em Mariana, na segunda metade do século XVIII, através das informações contidas nos Registros de Óbitos do Arquivo Eclesiástico da&amp;nbsp;Arquidiocese de Mariana. Essas informações foram classificadas em dois&amp;nbsp;grupos; “forros pobres” e “senhores forros”. Além da sistematização dessas&amp;nbsp;informações, percebemos, através desses registros, informações menos&amp;nbsp;frequentes, mas que retratam as características ambíguas da vida dos forros, no&amp;nbsp;momento da morte. Entre essas informações, as mais comuns são aquelas&amp;nbsp;referentes aos casamentos entre forros, à indicação de sua forma de moradia&amp;nbsp;(ser “agregado”, por exemplo) e ao falecimento de alguns deles na cadeia da cidade. Verificamos também a existência de testamentos, no qual se registrava a&lt;br&gt;forma de distribuição de bens e os rituais católicos envolvendo os&amp;nbsp;sepultamentos.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ADERLAINE PATRÍCIA DE SOUZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ARTES, OFÍCIOS E ESCRAVIDÃO VILA RICA E MARIANA NO SÉCULO XVIII</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-57</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História Social que analisa as relações escravistas&lt;br&gt;inerentes ao ambiente urbano mineiro no século XVIII através da inserção e do papel da&lt;br&gt;mão-de-obra escrava nas artes e ofícios mecânicos. Diante de um quadro&lt;br&gt;econômico diversificado em Minas Gerais, as artes e ofícios configuram como uma&lt;br&gt;possível alternativa à alocação de escravos no mercado de trabalho face ao déficit no&lt;br&gt;setor minerador. Por obter um valor mais elevado no mercado, a especialização do&lt;br&gt;escravo era uma boa opção de investimento para seus senhores, ao mesmo tempo em&lt;br&gt;que abria melhores oportunidades ao cativo para a conquista de sua liberdade.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARIA AUGUSTA BARBOSA GENTILINI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">FOTOGRAFIA COMO ARTE: ESPAÇO CEDIDO OU CONQUISTADO?</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-79</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de bacharelado em História Social Urbana do Brasil que analisa a importância da fotografia como elemento formador de&amp;nbsp;conceitos informação e conhecimento, bem como, importante ferramenta na&amp;nbsp;retratação da realidade e interpretação dos acontecimentos. &amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume13 / 2003 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">13</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-98</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CAROLINA NOVAES CAIXETA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O ESTADO SEGUNDO A VISÃO DE THOMAS HOBBES</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-53</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Esta Monografia de Bacharelado em História propõe discutir a possível&amp;nbsp;necessidade que o homem moderno e contemporâneo tem de se integrar a alguma&amp;nbsp;organização política e social, sob a perspectiva teórica de Thomas Hobbes.&amp;nbsp;O tema que propomos discutir se norteará pela obra de Hobbes, Leviatã. Na&amp;nbsp;visão de Hobbes, o estado surge como uma instituição que assegura uma dada&amp;nbsp;restrição à liberdade que cada indivíduo impõe a si mesmo, dentro de uma&amp;nbsp;coletividade, como maneira de cessar o estado de guerra de todos contra todos. O&amp;nbsp;elemento desencadeador dessa restrição é a insegurança, que surge a partir do&amp;nbsp;momento em que cada indivíduo não se encontra seguro com o próximo. As razões&amp;nbsp;desse comportamento serão analisadas.&lt;br&gt;Pretende-se demonstrar que, apesar da sociedade moderna e contemporânea&amp;nbsp;ser baseada em forte individualismo, a necessidade de tranquilidade e segurança&amp;nbsp;públicas estimulam a busca de uma restrição coletiva ao pleno exercício da&amp;nbsp;liberdade. No limite, os indivíduos poderão inclusive aceitar qualquer forma de&amp;nbsp;governo e qualquer governante desde que a segurança de seus bens esteja garantida&amp;nbsp;e eles não precisem aborrecer-se com os negócios comuns, como diria o Hobbes.&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CRISTIANO AUGUSTO POSSAS DE OLIVEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A CADEIA E O SISTEMA ESCRAVISTA MARIANA - 1725 - 1735</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/ UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-202</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUIZ ALBERTO SALES VIEIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ENTRE A VIDA E A MORTE INTERESSES POPULARES, IMAGINÁRIO CRISTÃO DA MORTE E MEDICINA SOCIAL EM MINAS NO SÉCULO XIX</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/ UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-42</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CÍNTIA FERREIRA ARAÚJO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O DESTINO DOS EXPOSTOS: TRAJETÓRIA SOCIAL DE CRIANÇAS ABANDONADAS EM MARIANA, 1800-1839</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-50</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado, em História Social, apoiada na metodologia&lt;br&gt;demográfica que analisa o destino de crianças abandonadas (expostas ou&lt;br&gt;enjeitadas), em Mariana entre 1800 a 1839. Procuramos analisar, principalmente,&lt;br&gt;o destino das crianças após completarem o sétimo aniversário, quando, segundo a&lt;br&gt;legislação, findava o auxílio pago pela Câmara Municipal as criadeiras. E, as&lt;br&gt;crianças, a partir de então, deveriam ser responsáveis pelo próprio sustento.&lt;br&gt;O estudo desse tema procura analisar o exposto e o domicílio que o&lt;br&gt;acolheu, indicando se ele voltava ao circuito do abandono ou se passava a&lt;br&gt;pertencer à família criadeira, na forma de agregado. Essa análise nos permitiu,&lt;br&gt;dessa maneira, investigar as formas de exploração do trabalho infantil no Brasil&lt;br&gt;do século XIX.&lt;br&gt;Com os dados levantados, constatamos que o abandono consistia em uma&lt;br&gt;forma de ruptura familiar e que, a morte, era o destino mais provável da maioria&lt;br&gt;das crianças enjeitadas. O pequeno grupo que conseguia resistir à alta taxa de&lt;br&gt;mortalidade, e sobreviver aos sete anos, acabava por se integrar às famílias&lt;br&gt;criadeiras, ou em outras famílias, na forma de agregado, constituindo parte&lt;br&gt;importante da força de trabalho dos domicílios. O abandono de crianças&lt;br&gt;funcionou como um dos mecanismos sociais que levava à multiplicação de&lt;br&gt;agregados nas sociedades coloniais.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MELISSA VIVACQUA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O MARXISMO E A GLOBALIZAÇÃO DO AMBIENTALISMO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-82</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARY CRISTINA BARROS E SILVA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">POBREZA, EXCLUSÃO E ABANDONO: ANÁLISE DO INTERNAMENTOS FEMININOS NO CENTRO HOSPITALAR PSIQUIÁTRICO DE BARBACENA 1934-1979</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Rodrigo Leonardo de Sousa Oíiveira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">VIOLÊNCIA NOS SERTÕES MINEIROS: A QUADRILHA DA MANTIQUEIRA E A QUESTÃO DOS HOMENS POBRES LIVRES</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-89</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Este trabalho objetiva, fundamentalmente, a partir do estudo do “bando da&lt;br&gt;Mantiqueira”, dissertar sobre a questão extremamente complexa dos homens pobres&lt;br&gt;livres residentes na capitania mineira, fundamentalmente os ciganos. Pretende-se,&lt;br&gt;por meio de bases documentais e bibliográficas, relacionar a pobreza verificada nas&lt;br&gt;Minas colonial com a crescente criminalidade verificada nessa região.&lt;br&gt;A medida que essa pesquisa foi sendo desenvolvida, percebeu-se que o&lt;br&gt;bando da Mantiqueira foi, sem dúvida, a maior quadrilha de vulto existente na&lt;br&gt;capitania mineira e que era composto por homens pobres livres, como mestiços&lt;br&gt;carijós e ciganos. Por meio da análise da ação desses salteadores e demais&lt;br&gt;estudos complementares, como a análise comparativa com os modos de ação de&lt;br&gt;quilombolas mineiros, pode-se compreender como eram os modos de vidados&lt;br&gt;homens pobres livres nas Minas setecentista.&lt;br&gt;Esses indivíduos, vítimas do processo de exclusão econômica decorrente,&lt;br&gt;dentre outros fatores, do regimento das Datas minerais, viviam precariamente,&lt;br&gt;moravam e se alimentavam mal, não possuindo boas expectativas de vida. Daí,&lt;br&gt;muitos deles se entregarem à criminalidade como um meio de sobrevivência.&lt;br&gt;Portanto, pretende-se partir da premissa, já elaborada por outros autores,&lt;br&gt;como Laura de Mello e Souza, de que a pobreza e a miséria nas Minas foi&lt;br&gt;propiciada pelo injusto processo económico estabelecido entre Portugal e sua&lt;br&gt;colônia, com destaque para a capitania mineira.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume12 / 2002 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">12</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-192</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CLÁUDIA APARECIDA ÂNGELO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ANTÔNIO PEREIRA E FURQUIM NO CONTEXTO DA MINERAÇÃONO INÍCIO DO SÉCULO XIX</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2001</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-41</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DOUGLAS SILVA RABBI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DURAÇÕES : O TEMPO, DE ARISTÓTELES A DELEUZE.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2001</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-106</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Pretendemos com este trabalho mostrar diferentes conceitos de tempo, de&lt;br&gt;Aristóteles a Deleuze. Dividimos o trabalho em quatro partes principais: o tempo na&lt;br&gt;filosofia clássica, o tempo intrínseco à consciência, o tempo na história e o tempo na&lt;br&gt;modernidade, de modo a tentar, ao fim do estudo, conduzir o leitor a um conceito de&lt;br&gt;tempo. O trabalho foi realizado para que tivéssemos um aparato teórico para nos&lt;br&gt;aprofundarmos no tempo em Jean-Paul Sartre ou em Lúcio Alberto Pinheiro dos Santos.&lt;br&gt;O primeiro trata-se de um pensador existencialista francês, e o segundo trata-se de um&lt;br&gt;filósofo brasileiro que inventou um estudo chamado A Ritmanálise, que foi utilizado por&lt;br&gt;Bachelard - pensador francês - como uma de suas fontes principais, mas no Brasil,&lt;br&gt;acabou caindo no ostracismo. As referências bibliográficas do final do estudo servem&lt;br&gt;como banco de dados para aqueles que quiserem se aprofundar na temática do tempo,&lt;br&gt;em se tratando de textos traduzidos para o português, teses e dissertações e demais&lt;br&gt;trabalhos acadêmicos.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume11 / 2001 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2001</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">11</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-85</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Com este número, LPH - Revista de História, do Laboratório de Pesquisas Históricas, do Departamento de História, da Universidade Federal de Ouro Preto, alcança a invejável marca de 11 números editados e publicados em onze anos de publicação da Revista. Assim, LPH - Revista de História se consolida como uma das mais antigas publicações acadêmicas da historiografia brasileira. Continuamos no novo milênio como terminamos o antigo: mantendo o esforço de publicações acadêmicas na História. Neste número, apresentamos uma importante entrevista do Prof. Fernando Novais, na qual ele aborda, polemicamente, temas da historiografia colonial brasileira Os artigos neste número continuam bem variados, indo desde investigações no campo da História Antiga, passando por uma análise de história regional, até um diálogo entre História e ciências médicas, campo que vem sendo cada vez mais investigado no Brasil. Finalmente, agradecemos publicamente ao NEASPOC-UFOP e à GIGA Consultoria Ltda pelo apoio financeiro para a publicação deste número. Essas instituições, atuantes na área de pesquisa e ensino têm apoiado, tradicionalmente, o esforço de publicação de LPH Revista de História.&lt;br&gt;Boas leituras!&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">José Amaral Fernandes Filho</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ARCOS, BENÇÃOS E ARCABUZES: A IMPLANTAÇÃO DO PROJETO COLONIAL PORTUGUES NA CAPITANIA ESPÍRITO SANTO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2000</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-50</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Helena Magela Alberto</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DIOGO DE VASCONCELOS E A HISTÓRIA DE MINAS GERAIS: UMA CONSTRUÇÃO DO CONCEITO DE NAÇÃO NA PRIMEIRA REPÚBLICA </style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2000</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-78</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ANGELITA APARECIDA AZEVEDO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">REPENSANDO A FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE HISTÓRIA NA UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2000</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-53</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho é uma análise da formação do professor de História na&lt;br&gt;Universidade Federal de Ouro Preto, buscando construir um diagnóstico sobre tal&lt;br&gt;realidade, contribuindo para o repensar do papel da universidade na formação deste&lt;br&gt;profissional.&lt;br&gt;Para a coleta de dados, utilizaram análise documental e entrevistas diretivas&lt;br&gt;com um grupo de professores do referido curso , com alguns ex-alunos formados nos&lt;br&gt;dois últimos anos e alunos em etapa de conclusão do curso, que já estão atuando&lt;br&gt;como docentes, no município de Mariana e região.&lt;br&gt;Os dados coletados permitiram concluir que os alunos entrevistados se&lt;br&gt;mostraram em sua maioria insatisfeitos com a formação académica que tiveram,&lt;br&gt;podendo ser elencados problemas de ordem curricular, dicotomia entre teoria e&lt;br&gt;prática, pouca preocupação do corpo docente com a licenciatura, falta de&lt;br&gt;entrosamento entre os professores, grande número de professores substitutos&lt;br&gt;comprometendo a qualidade das aulas. Quanto ao corpo docente do curso, pôde-se&lt;br&gt;perceber uma heterogeneidade de posicionamentos quanto ao papel da universidade&lt;br&gt;na formação do professor, o que se reílete em um trabalho muito mais de iniciativas&lt;br&gt;pessoais do que coletivo.&lt;br&gt;Conclui-se, a partir disso, que há necessidade de repensar a situação atual do&lt;br&gt;curso de História, o que passa pela construção um projeto coletivo que vise a&lt;br&gt;melhoria da mesma.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume10 / 1997 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2000</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">10</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-119</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este número representa dez anos ininterruptos de esforço editorial do Laboratório de Pesquisas Históricas do Departamento de História da Universidade Federal de Ouro Preto. Através desses anos, LPH – Revista de História consolidou a sua presença como uma das mais antigas e vitoriosas publicações em História no meio acadêmico nacional. Por suas páginas, muitos, dos mais significativos historiadores nacionais, puderam relatar suas experiências na difícil carreira de ser historiador no Brasil. Fiel à sua tradição, LPH – Revista de História tem, neste número, duas entrevistas. Uma, com o historiador João Fragoso, que nos relata o desenvolvimento da História Econômica no Brasil, seu estado atual e suas perspectivas. A outra entrevista é com o historiador Caio César Boschi, que nos apresenta um quadro analítico sobre as relações entre as historiografias portuguesa e brasileira. Finalmente, há uma palestra de Bárbara Freitag, proferida em Ouro Preto, em 1999, analisando a questão da educação no âmbito de uma crescente integração mundial. Os artigos neste número são variados, denotando uma das principais características da Revista. Temos, assim, o artigo de Álvaro Araújo Antunes sobre a leitura e o domínio da mesma em Minas, no setecentos; o artigo de Marilda Santana da Silva, sobre a repressão à mulher pelo Tribunal Episcopal; o artigo de Marcos Antônio Lopes, sobre o pensamento político de Voltaire. Temos, ainda, uma comunicação de José Fernando Souto Jr., na qual analisa a questão da racionalidade na obra de Weber, principalmente em A Ética protestante e o espírito do Capitalismo.&lt;br&gt;Boas leituras!&lt;/p&gt;</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Cláudio Lúcio de Carvalho Diniz</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">As Cores da Arte: As Atividades Sociais do Artíficeem Mariana Setecentista</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-58</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente ensaio pretende apiesentar algumas considerações e problematizações&lt;br&gt;de textos e documentos que dizem respeito às relações sociais e de trabalho do artífice&lt;br&gt;em Mariana durante o século XVIII. A intensidade da vida citadina no período revela&lt;br&gt;uma grande quantidade de atividades produtivas que não a extração do ouro, e, por&lt;br&gt;conseguinte, uma maior variedade da mão-de-obra. Nosso trabalho busca configurar o&lt;br&gt;território social dos profissionais ligados ao fazer artístico. Seu principal objetivo é&lt;br&gt;observar as possibilidades de trabalho e, quando possível, de ascensão social do artífice&lt;br&gt;negro ou mulato. Não há que se esperar, no entanto, que este trabalho não apresente&lt;br&gt;considerações acerca do universo social do artífice branco. As fontes documentais&lt;br&gt;apresentam um número, ainda maior que o de negros e mulatos, de homens brancos não&lt;br&gt;citados nos manuais de artistas ilustres. Certamente, a eles estavam reservadas maiores&lt;br&gt;oportunidades de trabalho e ascensão social, no entanto, para os artífices negros e&lt;br&gt;mulatos, essas oportunidades não estiveram ausentes.&lt;br&gt;Unitermos: artes; artífices; corporações de ofício, câmaras municipais,&lt;br&gt;irmandades religiosas.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PAULO ROBERTO CARVALHO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">CAPITALISMO E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-88</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A afirmação quase unânime dos mais diversos setores do conhecimento&lt;br&gt;científico de que o mundo — e por conseguinte, a humanidade — passa por&lt;br&gt;profundas mudanças tem provocado o aparecimento de uma série de proposições&lt;br&gt;buscando elucidar o sentido e o significado de tais transformações.&lt;br&gt;A necessidade de compreensão das mudanças em curso tem sido indicada&lt;br&gt;como de máxima importância tanto para o mundo do conhecimento científico,&lt;br&gt;quanto para os movimentos sociais. Nesse sentido, por exemplo, há os que afirmam&lt;br&gt;que estaríamos vivendo uma mutação do próprio objeto da sociologia, disciplina&lt;br&gt;que mais tem se debruçado sobre a questão do impacto das novas tecnologias&lt;br&gt;sobre os trabalhadores; enquanto para outros, estaria em jogo até mesmo o&lt;br&gt;&quot;arcabouço civilizatório&quot; no qual vivemos o que imporia formas alternativas de&lt;br&gt;açao, de qualquer forma tudo isto traria consequências óbvias para o campo da&lt;br&gt;História. O leque de análises formuladas tem ido de um extremo ao outro. Desde as&lt;br&gt;que afirmam a superficialidade das transformações, até aquelas que indicam o&lt;br&gt;surgimento de um novo padrão de organização societária.&lt;br&gt;A nosso ver, uma maior compreensão do quadro em curso não pode ser&lt;br&gt;realizada em sua totalidade, sem as vinculações necessárias do momento atual, com&lt;br&gt;aqueles que o precederam no tempo. Mais do que uma mera justaposição temporal,&lt;br&gt;o que se propõe aqui é, compreender o presente a partir de suas novidades e&lt;br&gt;rupturas com o passado, sem deixar de perceber, contudo, os eixos de&lt;br&gt;continuidade em termos dos processos sócio-históricos.&lt;br&gt;Portanto, em busca do significado e consequências da presente mudança,&lt;br&gt;partiremos da análise da organização do trabalho na sociedade capitalista.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ERIKA O LIVEIRA M EYER</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">COMÉDIA LATINA: A &amp;quot; MÍDIA&amp;quot; ANTIGA .</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Esse trabalho mescla história, literatura e filosofia, assim, trás a análise histórica&lt;br&gt;de um teatro, leia-se literatura, escrito por Plauto no século H aC., usando como centro&lt;br&gt;um termo filosófico, isto é, a moral. Então, estudaremos como o teatro Cômico Latino,&lt;br&gt;era uma espécie de &quot;mídia&quot;, que incutia valores morais a uma sociedade que à época&lt;br&gt;estava se perdendo ao luxo (Iuxus), deixando valores morais antepassados (mos&lt;br&gt;maiorum) no esquecimento.&lt;br&gt;Esse estudo mostra essa moral e como ela era passada aos espectadores através de&lt;br&gt;personagens reconhecidos e vivenciados pelas pessoas da época (que constituíam os&lt;br&gt;ouvintes desse teatro).&lt;br&gt;ABSTRACT:&lt;br&gt;That work mixes history, literature and philosophy, like this, back the&lt;br&gt;historical analysis of a theater, be read literature, written by Plauto in the century II aC,&lt;br&gt;using as center a philosophical term, that is, the morai. Then, we will study as the Latin&lt;br&gt;Comic theater, it was a type of &quot; media &quot;, that come moral values to a society that was&lt;br&gt;getting lost to the luxury to the time (luxus), leaving previous moral values (mos maiorum)&lt;br&gt;in the forgetfulness.&lt;br&gt;That study anlayzes tliat moral one and as she was gone to the spectators through&lt;br&gt;recognized characters and lived by the people of the time (that constituted the listeners of&lt;br&gt;that theater).&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARCOS AURÉLIO DE PAULA PEREIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ESCRAVIDÃO E CATOLICISMO EM MINAS GERAIS COLONIAL FORMAS DE SOCIABILIDADE E CONTROLE</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-101</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RENATO DA SILVA MELO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A HISTORIOGRAFIA USPIANA E OS ANNALES</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-86</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">EUSÂNGELA FREITAS DE CASTRO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MASCULINO FEMININO EM ROBERTO GOMES A constituição do mundo doméstico no Rio de Janeiro no inicio do século XX através da dramaturgia</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-74</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História que analisa a possível pertinência&lt;br&gt;enfre o trabalho dramático de Roberto Gomes e o cotidiano da classe média no Rio de&lt;br&gt;Janeiro durante o século XX, buscando uma relação de semelhança entre os personagens&lt;br&gt;do autor com a realidade carioca.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Sérgio Cristóvão Selingardi</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Declínio das irmandades leigas em Minas Gerais na primeira metade do século XIX</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-59</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume9 / 1999 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1999</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">9</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-191</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">LUCIANE MUNHOZ DE OMENA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">AS ESTRATÉGIAS DE AFIRMAÇÃO SOCIAL DAS MULHERES NOSÉCULO II d. C. NO ROMANCE O ASNO DE OURO, DE APULEIO.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1998</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-81</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Esta Monografia de Bacharelado em História do Género na Antiguidade&lt;br&gt;Clássica se propõe analisar as estratégias de afirmação social das mulheres no&lt;br&gt;século II d. C. no romance O asno de ouro, de Apuleio. A escolha do tema&lt;br&gt;proposto se efetivou após a apresentação de várias estudos historiográficos que&lt;br&gt;atribuíam à mulher o papel de um mero objeto decorativo da casa, sem qualquer&lt;br&gt;significação social. Apuleio, contudo, revela-nos uma preocupação excessiva com&lt;br&gt;o declínio da instituição matrimonial em função da emancipação feminina. Para&lt;br&gt;tanto, escolhi as personagens Panfília, Birrena, Psique, a &quot;esposa do jornaleiro&quot;,&lt;br&gt;Fótis e Méroe, que representam o universo feminino no Mundo Romano.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume8 / 1998 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1998</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">8</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-213</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Nos últimos anos, apesar da crise que atinge a universidade, a produção científica brasileira tem sido ampliada e diversificada. Na área de História surgiram novas abordagens conceituais, novas polêmicas foram travadas, cresceu o numero de obras publicadas e de teses defendidas. Essa renovação foi acompanhada pela multiplicação dos periódicos da disciplina, facilitando o acesso aos resultados das pesquisas já realizadas ou em andamento. A Revista do Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) pretende atuar nesse sentido, contribuindo para a integração entre ensino e pesquisa científica, através da divulgação de trabalhos de professores e alunos universitários. Ela também procura ser um veiculo de integração entre as Ciências Sociais, privilegiando a análise interdisciplinar dos fenômenos históricos. Com isso, pretendemos criar mais um canal para a constante atualização dos profissionais da área.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Termo de Mariana História e Documentação. Volume 1</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Editora da UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1998</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-220</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MAURÍCIO MAIOLO LOPES</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DISTRIBUIÇÃO DE RENDA EM MINAS GERAIS NA DÉCADA DE SESSENTA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1997</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-61</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">JEAN LUIZ NEVES ABREU</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MORTE BARROCA E CRISTIANIZAÇÃO As estratégias da Igreja Tridentina em Minas Gerais no século XVIII. </style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1997</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-58</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume7 / 1997 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1997</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">7</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-269</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Nos últimos anos, apesar da crise que atinge a universidade, a produção científica brasileira tem sido ampliada e diversificada. Na área de História surgiram novas abordagens conceituais, novas polêmicas foram travadas, cresceu o numero de obras publicadas e de teses defendidas. Essa renovação foi acompanhada pela multiplicação dos periódicos da disciplina, facilitando o acesso aos resultados das pesquisas já realizadas ou em andamento. A Revista do Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) pretende atuar nesse sentido, contribuindo para a integração entre ensino e pesquisa científica, através da divulgação de trabalhos de professores e alunos universitários. Ela também procura ser um veiculo de integração entre as Ciências Sociais, privilegiando a análise interdisciplinar dos fenômenos históricos. Com isso, pretendemos criar mais um canal para a constante atualização dos profissionais da área.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Maria José Cerceu Ibrahim Leandro</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">IRMANDADES DE MISERICÓRDIA E SUAS FUNÇÕES NO SÉCULO XVIII E XIX</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1996</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-63</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume6 / 1996 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1996</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">6</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-256</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">LPH - Revista de História e publicada anualmente sob a responsabilidade do LPH- DEHIS / UFOP. Correspondência, pedidos de aquisição e contribuições devem ser encaminhados para Rua do Seminário, s/n 35420 - Mariana, MG. Tel.: (031) 557.1322 - Ramal 20. LPH - Revista de História apresenta, neste número, seu novo Conselho Editorial. Seus membros, contudo, não opinaram sobre os trabalhos que integram estes Anais.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARIA FERNANDA NORONHA SERPA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O PASSADO E O FUTURO NO PRESENTE Um estudo de caso em uma comunidade do Santo Daime</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1995</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-101</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Ao fim de cada ano é fatal que as pessoas olhem para o &quot;tempo&quot;&lt;br&gt;observando e avaliando o ano que passou, como também planejando e&lt;br&gt;&quot;imaginando&quot; o próximo ano com suas transformações. Assim também&lt;br&gt;acontece ao fim de cada século, porém, com um pouco mais de expectativas e&lt;br&gt;esperanças de mudanças.&lt;br&gt;O final do século em que vivemos vem reforçar essas a t i t u d e s ,&lt;br&gt;s o b r e t u d o , p a r a a l g u n s g r u p o s sociaisque,conforme se pode&lt;br&gt;observar na sociedade, parecem se unir em torno da promessa de um&lt;br&gt;tempo escatológico-apocalíptico, que consiste na crença no final dos tempos após&lt;br&gt;mil anos da segunda vinda de Cristo,que seria o dia do juízo final, conforme&lt;br&gt;pregam algumas religiões.&lt;br&gt;Existe e fato, uma concepção de tempo que norteia a vida de alguns&lt;br&gt;indivíduos, preparando-os para o final do milênio? Responder a esse&lt;br&gt;questionamento, buscando a compreensão mais profunda dessa possível&lt;br&gt;concepção de tempo, comparada às formuladas ao longo da história, é o&lt;br&gt;objetivo maior deste estudo.&lt;br&gt;Para empreendê-lo realizamos um trabalho de campo na&lt;br&gt;comunidade do Matutu, localizada em Aiuruoca,&lt;br&gt;MG, doutrinária do Santo Daime. Para a análise das informações&lt;br&gt;colhidas nesse contexto/o trabalho compreende um marco teórico que se&lt;br&gt;constitui de uma breve abordagem das concepções de tempo formuladas ao&lt;br&gt;longo da história e análise das mesmas conforme, principalmente, as&lt;br&gt;classificações propostas por Le Goff (1984a,b) e Ricoeur(1978) que&lt;br&gt;sugere categorizar o tempo nas perspectivas objetivista e subjetivista.&lt;br&gt;5&lt;br&gt;A análise realizada vem confirmar nossa hipótese da existência de uma&lt;br&gt;concepção de tempo escatológico, mítico que ora se apresenta sob a&lt;br&gt;perspectiva objetivista e ora subjetivista. De um modo geral/a análise dos&lt;br&gt;dados e o estudo comparativo entre a concepção identificada com as demais,&lt;br&gt;realizadas ao longo da história, nos levou a pressupor a presença de um&lt;br&gt;Passado e Futuro no Presente.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume5 / 1995 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1995</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">5</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-205</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume4 / 1993-1994 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1993</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">4</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-229</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">LPH - Revista de História e publicada anualmente sob a responsabilidade do LPH- DEHIS / UFOP. Correspondência, pedidos de aquisição e contribuições devem ser encaminhados para Rua do Seminário, s/n 35420 - Mariana, MG. Tel.: (031) 557.1322 - Ramal 20. LPH - Revista de História apresenta, neste número, seu novo Conselho Editorial. Seus membros, contudo, não opinaram sobre os trabalhos que integram estes Anais.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume3 / N&amp;ordm;1 / 1992 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1992</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">3</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-318</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume2 / N&amp;ordm;1 / 1991 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1991</style></year></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">2</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-231</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A LPH: Revista de História foi criada no Departamento de História da UFOP, em 1990, como desdobramento natural das atividades desenvolvidas no Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) e tinha como meta divulgar e suscitar o debate acadêmico em torno das “novas” abordagens conceituais e das novas formas do fazer historiográfico. Considerando o momento de renovação teórica e metodológica de então, buscou-se criar meios que facilitassem o acesso e divulgação dos resultados das novas pesquisas. Assim nasceram diversos periódicos, vinculados aos departamentos acadêmicos das universidades brasileiras, os quais cumpriram e ainda cumprem um papel fundamental. Dezenove anos após sua criação, a&amp;nbsp;&lt;em&gt;LPH&amp;nbsp;&lt;/em&gt;manteve firme seu propósito na difusão do conhecimento histórico, sendo suas publicações estendidas até o ano 2000, chegando a edição final de número 20.&lt;/p&gt;</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>19</ref-type><contributors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA. Volume1 / N&amp;ordm;1 / 1990 &amp;bull; Departamento de História UFOP</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">LPH REVISTA DE HISTÓRIA</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1990</style></year><pub-dates><date><style  face="normal" font="default" size="100%">1990</style></date></pub-dates></dates><volume><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></volume><pages><style face="normal" font="default" size="100%">01-110</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nos últimos anos, apesar da crise que atinge a universidade, a produção científica brasileira tem sido ampliada e diversificada. Na área de História surgiram novas abordagens conceituais, novas polêmicas foram travadas, cresceu o numero de obras publicadas e de teses defendidas. Essa renovação foi acompanhada pela multiplicação dos periódicos da disciplina, facilitando o acesso aos resultados das pesquisas já realizadas ou em andamento. A Revista do Laboratório de Pesquisa Histórica (LPH) pretende atuar nesse sentido, contribuindo para a integração entre ensino e pesquisa científica, através da divulgação de trabalhos de professores e alunos universitários. Ela também procura ser um veiculo de integração entre as Ciências Sociais, privilegiando a análise interdisciplinar dos fenômenos históricos. Com isso, pretendemos criar mais um canal para a constante atualização dos profissionais da área.&lt;/p&gt;</style></abstract><issue><style face="normal" font="default" size="100%">1</style></issue></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Maria de Lourdes Rodrigues Freitas</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">DOMINAÇÃO PESSOAL: ESTUDO DE ALFORRIAS DE ESCRAVOS NO SÉCULO XVIII - MARIANA</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1988</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-31</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Cristiano G. B. Simon</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">BELO HORIZONTE:AÇAO IDEOLÓGICA E APROPRIAÇÃO DO ESPAÇO SOCIAL URBANO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">1985</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-65</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language></record></records></xml>