<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Rodrigo Leonardo de Sousa Oíiveira</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">VIOLÊNCIA NOS SERTÕES MINEIROS: A QUADRILHA DA MANTIQUEIRA E A QUESTÃO DOS HOMENS POBRES LIVRES</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2002</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-89</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Este trabalho objetiva, fundamentalmente, a partir do estudo do “bando da&lt;br&gt;Mantiqueira”, dissertar sobre a questão extremamente complexa dos homens pobres&lt;br&gt;livres residentes na capitania mineira, fundamentalmente os ciganos. Pretende-se,&lt;br&gt;por meio de bases documentais e bibliográficas, relacionar a pobreza verificada nas&lt;br&gt;Minas colonial com a crescente criminalidade verificada nessa região.&lt;br&gt;A medida que essa pesquisa foi sendo desenvolvida, percebeu-se que o&lt;br&gt;bando da Mantiqueira foi, sem dúvida, a maior quadrilha de vulto existente na&lt;br&gt;capitania mineira e que era composto por homens pobres livres, como mestiços&lt;br&gt;carijós e ciganos. Por meio da análise da ação desses salteadores e demais&lt;br&gt;estudos complementares, como a análise comparativa com os modos de ação de&lt;br&gt;quilombolas mineiros, pode-se compreender como eram os modos de vidados&lt;br&gt;homens pobres livres nas Minas setecentista.&lt;br&gt;Esses indivíduos, vítimas do processo de exclusão econômica decorrente,&lt;br&gt;dentre outros fatores, do regimento das Datas minerais, viviam precariamente,&lt;br&gt;moravam e se alimentavam mal, não possuindo boas expectativas de vida. Daí,&lt;br&gt;muitos deles se entregarem à criminalidade como um meio de sobrevivência.&lt;br&gt;Portanto, pretende-se partir da premissa, já elaborada por outros autores,&lt;br&gt;como Laura de Mello e Souza, de que a pobreza e a miséria nas Minas foi&lt;br&gt;propiciada pelo injusto processo económico estabelecido entre Portugal e sua&lt;br&gt;colônia, com destaque para a capitania mineira.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record></records></xml>