<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Cristina Rosana de Souza</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A Introdução da Homeopatia em Mariana no século XIX</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-62</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">O presente trabalho visa demonstrar a introdução da homeopatia em&amp;nbsp;Mariana no século XIX, através das Irmãs de caridade vicentínas vindas de Paris.&amp;nbsp;Com isto, torna-se necessário explicitar a medicina da época, antes chamada de&amp;nbsp;Arte de Curar 1, as técnicas utilizadas pelas Irmãs, o histórico do dispensário,&amp;nbsp;hospital e colégio criado por elas. Como o tema central estudado segue o recorte&amp;nbsp;da segunda metade do século XIX, é importante relatar sobre a questão da&amp;nbsp;salubridade, as principais doenças e epidemias da segunda metade deste século,&amp;nbsp;época de fundação do Colégio Providência. A metodologia que se utilizou foram&amp;nbsp;as técnicas paleográfícas para a leitura da documentação sobre a salubridade,&amp;nbsp;epidemias e política do século XIX, presentes no Arquivo da Cúria e Arquivo da&amp;nbsp;Câmara de Mariana. Realizou-se a leitura das correspondências das Irmãs&amp;nbsp;vicentinas que retratavam a relação entre a religiosidade e a medicina, como elas&amp;nbsp;introduziram a Homeopatia nesta cidade, a leitura de bibliografia sobre História&amp;nbsp;da Homeopatia, História da medicina e História urbana no Brasil. A conclusão foi&amp;nbsp;que as Irmãs utilizavam em suas práticas médicas substâncias que eram matérias-primas para a produção de remédios homeopáticos e alopáticos e também plantas&amp;nbsp;medicinais da cultura popular, apesar das restrições à estas práticas. Estes usos&amp;nbsp;perduraram através das ordens religiosas, e através da população carente&amp;nbsp;confiante nos cuidados médicos dados por elas, como é o caso da ordem das&amp;nbsp;vícentinas e da população de Mariana.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record></records></xml>