<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">ELIZABETH VALÉRIA ROUWE DE SOUZA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A ADMINISTRAÇÃO CARCERÁRIA DE MARIANA NO SÉCULO XIX (1830-1890)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-93</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A presente monografia retrata a administração carcerária de Mariana no século XIX (1830-1890). Verificamos, através da documentação da Câmara municipal dessa cidade,&amp;nbsp;que a maioria dos serviços prestados à cadeia neste período eram “terceirizados”,&amp;nbsp;possibilitando uma economia aos cofres provinciais. Dessa forma, o fornecimento de&amp;nbsp;alimento, vestuário, remédio e a limpeza e iluminação, assim como as reformas na prisão&amp;nbsp;estavam nas “mãos de terceiros”. Isso trazia conseqüências críticas para os presos que&amp;nbsp;viviam em um ambiente insalubre, com uma alimentação precária, doentes e cobertos por&amp;nbsp;alguns trapos. Ao que parece, a condição do prisioneiro e o estado lastimável da cadeia&amp;nbsp;eram uma característica marcante no século XIX, não apenas em Mariana, mas em outros locais como São José, São João del-Rei, Lavras e Rio Grande do Sul. O importante era&amp;nbsp;manter a ordem, como estabelecia a Constituição brasileira de 1824 – os meios para esse&amp;nbsp;fim não eram relevantes.&amp;nbsp;</style></abstract></record></records></xml>