<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RENATA ROMUALDO DIÓRIO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A AMBÍGUA LIBERDADE: RIQUEZA E POBREZA ENTRE OS LIBERTOS DE MARIANA, 1750 -1800</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2003</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-52</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Monografia de Bacharelado em História Social que analisa as trajetórias&amp;nbsp;sociais dos libertos de Mariana, no espaço urbano, entre os anos de 1751 a&amp;nbsp;1800. A presente monografia também pretende analisar a dinâmica social dos&amp;nbsp;forros, além de verificar a ambiguidade que a conquista da “liberdade”&amp;nbsp;implicava. Dessa forma, procuramos detectar o contingente de libertos que&amp;nbsp;faleceu em Mariana, na segunda metade do século XVIII, através das informações contidas nos Registros de Óbitos do Arquivo Eclesiástico da&amp;nbsp;Arquidiocese de Mariana. Essas informações foram classificadas em dois&amp;nbsp;grupos; “forros pobres” e “senhores forros”. Além da sistematização dessas&amp;nbsp;informações, percebemos, através desses registros, informações menos&amp;nbsp;frequentes, mas que retratam as características ambíguas da vida dos forros, no&amp;nbsp;momento da morte. Entre essas informações, as mais comuns são aquelas&amp;nbsp;referentes aos casamentos entre forros, à indicação de sua forma de moradia&amp;nbsp;(ser “agregado”, por exemplo) e ao falecimento de alguns deles na cadeia da cidade. Verificamos também a existência de testamentos, no qual se registrava a&lt;br&gt;forma de distribuição de bens e os rituais católicos envolvendo os&amp;nbsp;sepultamentos.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record></records></xml>