<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Suianni Cordeiro Macedo</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Effigie Eximius: Apresentação e teatralidade no retrato de Dom Frei Manoel da Cruz</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2005</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-111</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">A grande distinção do bispo dentro da sociedade colonial revela-se&amp;nbsp;pela festa realizada por motivo de sua chegada e perpetua-se no retrato&amp;nbsp;executado para representá-lo. O retrato de Dom Frei Manoel da Cruz revela-se&amp;nbsp;um elemento importante e em vários aspectos singular para encontrar os&amp;nbsp;anseios e expectativas da sociedade mineira setecentista. Além disso, enquanto&amp;nbsp;parte significativa da história colonial brasileira, indicia o desenvolvimento da&amp;nbsp;arte do retrato e seu envolvimento com o Barroco europeu.&amp;nbsp;O intuito deste trabalho é, alem de perceber o papel e os significados&amp;nbsp;que o retrato assume, buscar as funções atribuídas às imagens de autoridades na&amp;nbsp;sociedade colonial. O retrato torna-se capaz de multiplicar e ampliar o personagem. A autoridade “presentifica-se” em múltiplos espaços e seu poder&amp;nbsp;consolida-se e convence o espectador.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record></records></xml>