<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Thales Carneiro de Alencar</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">NA CALADA DA NOITE; Aspectos oníricos e aspectos subversivos da vida noturna na sociedade colonial mineira.</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2006</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-122</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Este trabalho busca a compreensão do modo como a noite na sociedade colonial de Minas Gerais era pensada e vivida. Tentaremos entender o modo como na capitania de Minas Gerais os&amp;nbsp;indivíduos se apropriavam das “representações” de longuíssimas durações, construindo novas&amp;nbsp;mentalidades baseadas em experiências cotidianas. Tais mentalidades variavam entre dois pólos&amp;nbsp;ao mesmo tempo dicotômico e complementar. Por um lado, o pólo da noite onírica, onde o&amp;nbsp;mundo dos sonhos e do sono poderia promover momentos de aproximação e sedimentação em&amp;nbsp;relações sociais fluidas. Por outro lado, o pólo da noite subversiva, onde a calada da noite poderia&amp;nbsp;dissimular uma série de práticas subversivas, algumas delas de natureza explícita, outras de&amp;nbsp;natureza implícita.&lt;br&gt;&amp;nbsp;</style></abstract></record></records></xml>