<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DENISE MARIA RIBEIRO TEDESCHI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">O EMANAR DAS MINAS: A ATUAÇÃO DA CÂMARA NO PROVIMENTO DA ÁGUA EM MARIANA (1740-1760)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2007</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-144</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">Os chafarizes públicos constituíam uma das formas de adução da água em&amp;nbsp;meados do século XVIII em Minas Gerais. Nosso objetivo central neste trabalho é&amp;nbsp;entender como esta obra pública setecentista, financiada pelo Senado da Câmara, ao&amp;nbsp;oferecer um bem público essencial – a água – à população, esteve presente no&amp;nbsp;cotidiano urbano mineiro. Nesta perspectiva analisamos, particularmente, a cidade de&amp;nbsp;Mariana, centro religioso da Capitania. Elucidamos a atuação do Senado da Câmara&amp;nbsp;de Mariana no provimento da água entre 1740-1760, quando se iniciaram as&amp;nbsp;construções dos primeiros chafarizes. Como parte integrante da estrutura física&amp;nbsp;urbana mineira, os chafarizes transformaram-se em espaços de intenso convívio&amp;nbsp;social. Dessa forma, buscamos compreender as práticas administrativas e culturais&amp;nbsp;que envolveram a presença desta obra pública no espaço urbano de Mariana. Com&amp;nbsp;intuito de compreender como a água era concebida, manipulada e utilizada, no&amp;nbsp;contexto mineiro setecentista, foram analisados os contratos de obras da Câmara de&amp;nbsp;Mariana, os procedimentos políticos administrativos e construtivos, os preceitos de&amp;nbsp;organização e constituição do espaço urbano, os editais, posturas e as recomendações&lt;br&gt;do Conselho Ultramarino.&amp;nbsp;</style></abstract></record></records></xml>