<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">DIOGO FONSECA BORSOI</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Por dentro de mapas e planos: práticas cotidianas e dinâmica urbana em Mariana-MG (1740-1800)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2008</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-92</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Esta monografia de Bacharelado em História Urbana do Brasil analisa as relações entre citadinos e a Câmara Municipal da Vila/Cidade de Mariana, no período de 1740 a 1800. A maior parte da literatura referente à morfologia urbana no Brasil fixou-se nas relações entre a Cabeça do Império e sua colónia americana, não contemplando sistematicamente outros órgãos de poder que foram diretamente participantes do processo de urbanização luso-brasileira. De acordo com essas obras, a Câmara Municipal de Mariana, por posturas, acórdãos e editais, foi o agente interventor do núcleo urbano da cidade, com práticas (CERTEAU, 1985 e 1994) advindas da tentativa de solucionar problemas cotidianos na Vila/Cidade. Porém muitas vezes essas soluções iam de encontro aos espaços habitados do núcleo, obrigando a Câmara Municipal a negociar com os citadinos a fim de manter ou realizar um espaço idealizado. Além disso, as resoluções camarárias registradas nos livros de posturas, acórdãos e editais apontam a tentativa de normalização de hábitos dos moradores que eram danosos ao espaço construído do núcleo, exigindo, mais uma vez, negociação com os citadinos, a fim de evitar ou minimizar os danos causados à Vila/ Cidade de Mariana.
&lt;/p&gt;
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