<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>13</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PAULO CEZAR MIRANDA NACIF</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">MAIS QUE O SANGUE: O APADRINHAMENTO DE FILHOS NATURAIS NA FREGUESIA DE SANTO ANTÔNIO DA CASA BRANCA DURANTE O SÉCULO XVIII</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	O batismo, que é considerado o principal sacramento da religião católica, marcaremissão do pecado original e o ingresso do indivíduo na comunidade cristã. A partir deste ritual, eram estabelecidos vínculos espirituais entre os batizados, pais e os padrinhos. O ato do apadrinhamento tinha como consequência a ampliação dos laços familiares para além do sangue, visto que, tratava de reforçar relações sociais preexistentes e/ou de criar novas. A partir do levantamento sistemático dos registros de batismo relativos à freguesia de Santo Antônio da Casa Branca durante o século XVIII, procuraremos traçar um paralelo entrelegitimidade dos batizados e o perfil social de seus padrinhos, procurando melhor compreender as motivações que norteavam a montagem de tais teias relacionais.
&lt;/p&gt;
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