<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CAMILLA CRISTINA SILVA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Orientações políticas de uma esquerda moderada: o PCB e o &amp;ldquo;centralismodemocrático&amp;rdquo; (1958-1979)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este trabalho buscou desencadear discussões acerca da orientação política adotada pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) nas décadas de 60/70. A análise priorizou os debates e crises que culminaram em seu programa político constituído em 1958 e tencionou estabelecer as diferenças na prática partidária. A pesquisa se solidificou a partir do exame crítico da documentação oficial do partido, elaborada por seu Comitê Central. Desta forma, podemos revelar a real orientação teórica dos pecebistas, amparados no “centralismo democrático” e nas práticas de autoritarismo. Tal autoritarismo fora evidenciadoconstrução das linhas políticas partidárias, vista como um movimento pelo alto, ordenado pelos dirigentes nacional. Foram ressaltadas, também, tanto as influências internacionais, quanto a conjuntura nacional como desencadeadoras de processos de modificação e crisesinterior do partido. O ano de 1958 apareceu como precursor de uma nova orientação política que fora edificada devido a mutações nas concepções do comunismo mundial. A linha política adotada a partir daí irá traçar os rumos do partido num dos períodos mais marcanteshistória brasileira contemporânea: a Ditadura Militar. As críticas às posturas seguidas a partir da Declaração de Março de 1958 acusarão o Partido Comunista Brasileiro de inação frentegolpe civil-militar de 1964. Mostraremos que pelo contrário, não fora inação que levarafracasso do partido (e não só dele, de toda a esquerda brasileira) fora a não correspondência da dinâmica interna partidária e suas posturas com a dinâmica da própria sociedade brasileira.&lt;/p&gt;</style></abstract></record></records></xml>