<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PEDRO HENRIQUE DE MELLO RABELO</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A MADRASTA GRÃ-BRETANHA: AS RELAÇÕES ANGLO-LUSAS E ANGLO-BRASILEIRAS NA CRISE DO ANTIGO REGIME PORTUGUÊS E NA FORMAÇÃO DO ESTADO NACIONAL BRASILEIRO (1796-1850)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-39</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Este ensaio aborda questões que relativizam a ideia de que as relações anglo-lusasanglo-brasileiras foram marcadas por um total desequilíbrio na balança dos interesses político-econômicos a favor da Grã-Bretanha. Evidencia a existência de interesses político- econômicos de portugueses e brasileiros durante o processo de resistência à aceitação das pressões britânicas a favor da abolição do tráfico internacional de escravos. Tenta explicar as&lt;br&gt;diferenças existentes no desenvolvimento das relações anglo-lusas e anglo-brasileiras com caracterização das conjunturas de crise do Antigo Regime português e de formação do Estado Nacional brasileiro, nas quais tais diferenças estavam inseridas.&lt;/p&gt;</style></abstract></record></records></xml>