<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>13</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">Renato Paes Rodrigues</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Hegel e o historicismo</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2014</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-51</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
	Este trabalho realiza uma reavaliação do debate entre Georg Wilhelm Friedrich Hegel com o historicismo clássico - pensamento pelo qual defende a autonomia do pensamento histórico e a individualidade dos objetos históricos, irredutíveis ao geral. Para tanto, fizemos um levantamento bibliográfico pertinente sobre o assunto, comparamos a filosofia da história hegeliana com os principais autores do século XIX, considerados historicistas, além da utilização de algumas correspondências de Hegel. A ideia central foi tentar reconhecer como Hegel e os historicistas respondem ao desafio da contingência da história. Não foi possível ainda afirmar categoricamente se entre os historicistas, existe algum tipo de determinação maior que as contingências, entretanto, se levado somente ao campo ético-moral,aproximação com Hegel parece plausível. Do lado do filósofo, a partir das reflexões de Joaquim Ritter, constatamos que o surgimento da sociedade civil foi para ele um exemplo empírico de determinação maior que a contingência. De qualquer maneira, esta discussão merece ainda muita avaliação, do mesmo modo que pode suscitar novas perguntas à própria filosofia da história, praticamente esquecida nos debates atuais.&amp;nbsp;
&lt;/p&gt;
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