<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">CLAYTON JOSÉ FERREIRA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">ESTÍMULO E ORIENTAÇÃO: HISTORIOGRAFIA E CIÊNCIA NO ENSAIO O BRAZIL NAHISTÓRIA (1930) DE MANOEL BOMFIM</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2013</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-71</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O presente trabalho visa analisar o livro O Brazil na História (1930) de Manoel Bomfim (1868-1932) para compreender sua abordagem sobre aspectos do conhecimento científico no período e sua crítica e projeto historiográfico. No intuído de compreender melhor estes aspectos da ciência em seu texto procuramos apontar como estas experiências científicas foram apresentadas e compartilhadas em ensaios de outros autores contemporâneos a ele. Deste modo escolhemos os ensaios de Silvio Romero (1851-1914), Oliveira Viana (1883-1951), Luís Pereira Barreto (1840-1923), Euclides da Cunha (1866-1909), Joquim Nabuco (1849-1910) Alberto Torres (1865-1917). Sendo assim, no que tange a discussão sobre a ciência da primeira república, nosso recorte se estendeu de 1978 a 1930, respectivamente anos de publicação dos ensaios de Alberto TorresManoel Bomfim. Sobre a escrita da história nos focamos estritamente em O Brasil na História. Articulamos seu pensamento historiográfico e científico por compreender que estas seriam as bases de seu principal argumento. Este seria a necessidade de tomar consciência de que apenas a transformação do Estado poderia gerar progresso social. Para isso era necessário matizarconhecimento da prestigiosa ciência etnográfica que determinava que sociedades mestiças possuíam capacidades limitadas. Através de uma análise histórica o autor procura demonstrar como tais limites foram ultrapassados no passado. A partir desta análise e de um balanço historiográfico feito por Bomfim pudemos sistematizar seu projeto metodológico e teórico de escrita da história. Ao fim de nossa pesquisa pode-se compreender melhor como dois aspectos da sua contemporaneidade, a história e outros conhecimentos científicos, se atrelavam como possibilidades de orientação na experiência de tempo da primeira república.&lt;/p&gt;</style></abstract></record></records></xml>