<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">RAFAEL FANNI DIAS RESENDE</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">OS HORIZONTES DA INDEPENDÊNCIA: OPERAÇÕES DISCURSIVAS NO REVÉRBERO CONSTITUCIONAL FLUMINENSE (1821-1822)</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-81</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A proposta desta monografia é investigar as transformações da experiência do tempo no mundo luso-americano durante o processo de independência do Brasil, bem como sua interface com as inovações linguísticas presentes na época. Diante do problema do esgotamento da possibilidade de reforma do sistema imperial luso-brasileiro, o projeto de emancipação política do Brasil emerge de formas diferenciadas entre os grupos políticos existentes. Neste sentido é que damos especial ênfase às interpretações do passado colonial português na América e as narrativas legitimadoras da autonomia política do reino do Brasil proferidas no periódico Revérbero Constitucional Fluminense. Estudando a performance discursiva de seus textos procuramos demonstrar que seus redatores operaram um discursofavor da emancipação política do Brasil a partir de um mesmo conjunto básico da linguagem política operada pelos constitucionalistas de Portugal. Não obstante, uma linguagem política renovada pela incorporação de novos termos, expressões e formas argumentativas motivadas pelo desenrolar dos acontecimentos do período de 1821-1822. Chamamos-a de linguagem da regeneração e a consideramos o ponto chave tanto para o conhecimento do contexto em que estava situada, quanto para a identificação das inovações discursivas surgidas nela.&lt;/p&gt;</style></abstract></record></records></xml>