<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">MARCELLE D.C. BRAGA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">Refúgio do difícil e do terrível: A construção da questão escravista no romance oitocentista Uncle Tom&amp;rsquo;s Cabinde Harriet Beecher Stowe</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2011</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-75</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A obra literária Uncle Tom’s Cabin (A Cabana do Pai Tomás), escrita por Harriet Beecher&amp;nbsp;Stowe,&amp;nbsp;é&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;das&amp;nbsp;publicações&amp;nbsp;mais vendidas&amp;nbsp;nos&amp;nbsp;&amp;nbsp;Estados Unidos, desde 1851, lançado como folhetim, e mais tarde em 1852, como um livro. Neste estudo, avaliamos aaproximação do problema da escravidão apresentado no livro. Neste sentido, avaliamos as representações das relações entre negros e brancos. Nós nos concentramos em sua visão sobre os relatos dos negros na história do livro. Finalmente, pretendeu- se compreender o estilo, esquemas de narrativa, e do momento histórico discutido no texto.&lt;br&gt;Nós&amp;nbsp;compreendemos&amp;nbsp;que a&amp;nbsp;representação dos&amp;nbsp;negros, escravos no&amp;nbsp;contexto da história,foi feita por meio do diálogo direto com a representação dos brancos. Naquelas linhas,&amp;nbsp;uma&amp;nbsp;concepção de&amp;nbsp;&amp;nbsp;bem e mal foi fundamental para&amp;nbsp;definir personagens. Os resultados da pesquisa apontam para posições e reivindicações da autora em relação à escravidão. Assim, podemos concluir que H. B. Stowe se apresentou no livro como favorável à abolição imediata da escravatura, justificadas por seus princípios religiosos e humanitários, e até mesmo em sua interpretação da Declaração da Independência dos EUA.&lt;/p&gt;</style></abstract></record></records></xml>