<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><xml><records><record><source-app name="Biblio" version="7.x">Drupal-Biblio</source-app><ref-type>17</ref-type><contributors><authors><author><style face="normal" font="default" size="100%">PRISCILLA SAMANTHA BARBOSA VERONA</style></author></authors></contributors><titles><title><style face="normal" font="default" size="100%">A LINGUAGEM DE JOÃO GUIMARÃES ROSA E O ASPECTO MIMÉTICO DE SUA FICÇÃO</style></title><secondary-title><style face="normal" font="default" size="100%">Instituto de Ciências Humanas e Sociais/UFOP</style></secondary-title></titles><dates><year><style  face="normal" font="default" size="100%">2010</style></year></dates><pages><style face="normal" font="default" size="100%">0-32</style></pages><language><style face="normal" font="default" size="100%">eng</style></language><abstract><style face="normal" font="default" size="100%">&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Esta pesquisa tem como tema a linguagem poética de João Guimarães Rosa e o aspecto mimético de sua ficção. Em especial será focalizada a obra literária Grande Sertão: Veredas, que será analisada tanto em sua multiplicidade de significados como em sua singularidade semântica. O autor, em sua construção literária, faz emergir uma espécie de&lt;br&gt;realidade da linguagem que é explicitada pela própria língua; essa medida poética é o que irá articular os aspectos da vivência humana com a ficção estudada. A linguagem roseana será analisada à luz do conceito de mimese, entendido como o estado que a língua assume para que o fenômeno vivido seja representado nas feições da literatura. O discurso poético sutil de Guimarães Rosa reaviva as estruturas fundantes do imaginário do leitor, tendo o poder de inseri-lo no íntimo do instante vivido por seus personagens. O fenômeno da experiência humana é representado através de sua poética.&lt;/p&gt;</style></abstract></record></records></xml>